Arquivo da Categoria ‘Ciência & Tecnologia’

Estudo europeu sobre a doença de Parkinson liderado por um investigador português

Sexta-feira, 19 de Dezembro, 2014

O investigador Luís Pereira de Almeida, do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra (UC), foi escolhido para liderar um novo projeto europeu de identificação de potenciais alvos terapêuticos nas doenças de Parkinson e Machado-Joseph, aprovado pelo Programa Comunitário “Joint Programme -Neurodegenerative Disease Research” (JPND). (mais…)

Palestra “Ciência e Cultura no Algarve: o contributo da Instituição Militar”

Quinta-feira, 11 de Dezembro, 2014

No seguimento do ciclo “Passeios na história de Tavira” realiza-se, no dia 13 de dezembro, pelas 10h30, a palestra “Ciência e Cultura no Algarve: o contributo da Instituição Militar”, sob a orientação de Patrícia de Jesus Palma, Investigadora em Estudos Portugueses (Centro de História da Cultura – Centro de História de Aquém e Além Mar – Universidade Nova de Lisboa). (mais…)

Qual é o sexo dos pinguins?

Quinta-feira, 11 de Dezembro, 2014

Existe um grande número de animais em que é difícil diferenciar os machos das fêmeas. Para resolver esta questão, cientistas (mais…)

Legionella – Um dos membros da realidade paralela

Quarta-feira, 19 de Novembro, 2014

Quem é que disse que universos paralelos são coisa de ficção científica e que não existe uma realidade alternativa à nossa? Existe sim e é tão numerosa que “nos esmaga”. (mais…)

Nasce o maior instituto de investigação em astrofísica de Portugal

Segunda-feira, 3 de Novembro, 2014

As duas maiores instituições nacionais de investigação em Astrofísica anunciaram dia 29 de outubro de 2014 a sua fusão, dando origem ao Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA). (mais…)

Melhorar a saúde dos doentes cardíacos

Quarta-feira, 29 de Outubro, 2014

Um Sistema Avançado de Gestão e Apoio a Pacientes em Reabilitação Cardíaca foi desenvolvido por três dezenas de investigadores de Portugal, Espanha, Itália e Croácia, que se renuíram em consórcio para dar resposta a um desafio colocado pela indústria.

Considerando que a Doença Cardiovascular é a principal causa de morte na Europa, e partindo de pesquisas recentes que indicam os efeitos benéficos da reabilitação cardíaca dos pacientes baseada em exercícios, após alta hospitalar, a empresa tecnológica espanhola TSB verificou que esta opção não é adotada pelos clínicos por falta de estruturas de resposta, situação que pode ser colmatada com a existência de um sistema de gestão e monitorização da terapia de forma remota. Decidiu, então, reunir parceiros para em conjunto desenvolverem um sistema capaz de solucionar o problema.

Pegando em tecnologias já existentes, o consórcio desenvolveu no âmbito do projeto “HeartWays”, financiado em um milhão de euros pela União Europeia, um sistema único que, além de gerir e monitorizar toda a reabilitação do paciente, permitindo à equipa avaliar remotamente a evolução do estado de saúde, prevê a evolução do estado do paciente no curto prazo, bem como riscos de eventos cardiovasculares sérios com um mês de antecedência.

A equipa da Universidade de Coimbra foi responsável justamente pelo desenvolvimento dos algoritmos inteligentes de predição personalizada: «os algoritmos incorporados no sistema modular são capazes de prever se no espaço de um mês o doente corre o risco de ter um evento cardiovascular sério, prever a evolução da pressão arterial (antecipa episódios de hipotensão ou hipertensão) e detetar a evolução do peso e do ritmo cardíaco, parâmetros relevantes para a decisão clínica», explicam Jorge Henriques e Paulo de Carvalho.

De acordo com os docentes do Departamento de Engenharia Informática da UC, esta solução avançada, já testada em doentes e pronta a ser comercializada «é uma importante e flexível ferramenta de apoio a programas de reabilitação prescritos pelos clínicos para restabelecer a normal função cardíaca. O doente pode realizar a reabilitação em segurança no conforto do seu lar, monitorizada pela equipa de saúde que reage em função da informação transmitida pelo sistema. Por exemplo, pode ajustar a terapia».

Este projeto de transferência de conhecimento das universidades para a indústria, concluem os investigadores, «permite recuperar a qualidade de vida do doente após um evento cardíaco, como por exemplo um enfarte, e melhorar o prognóstico, evitando assim internamentos hospitalares e os custos associados quer para o doente quer para o sistema de saúde».

A demonstração do HeartWays pode ser vista aqui: https://www.dropbox.com/s/cxz48iou0rt01dh/HeartWays_full_video_sd.mp4?dl=0

Cristina Pinto (Assessoria de Imprensa – Universidade de Coimbra)

© 2014 – Ciência na Imprensa Regional / Ciência Viva

Porque vemos o Sol achatado junto ao horizonte?

Quarta-feira, 8 de Outubro, 2014

Quando assistimos a um belo pôr do Sol, ou ao seu nascimento, vemos que o disco solar nos parece achatado. Mas quando o Sol está alto e a forte filtragem das nuvens nos permite vê-lo sem incómodo, a sua forma mostra-se perfeitamente circular. Que razões existem para o achatamento aparente do Sol junto ao horizonte? (mais…)

Estudo português sobre neurofibromatose distinguido em congresso mundial

Terça-feira, 30 de Setembro, 2014

Um estudo que identificou, em humanos, o neurotransmissor responsável pelas manifestações cognitivas da neurofibromatose, doença genética comum associada a dificuldades de aprendizagem, desenvolvido por uma equipa multidisciplinar do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde – ICNAS, do Instituto Biomédico de Investigação de Luz e Imagem – IBILI e da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (UC), acaba de ser distinguido no Congresso Mundial de Imagem Molecular (World Molecular Imaging Congress), que decorreu em Seoul, na Coreia. (mais…)

Descoberto novo tipo de movimento celular

Quarta-feira, 10 de Setembro, 2014

A vida move-se. Todos os seres vivos apresentam um tipo determinado de movimento. Mesmo os seres unicelulares mais simples, como algumas bactérias, são dotados de movimento. Os biólogos conhecem há muito tempo vários tipos de movimento característicos dos seres unicelulares. Se alguns apresentam pequenos cílios na membrana que ao ondularem permitem o movimento, outros movem-se pela projecção de partes da membrana e do citoplasma formando aquilo que parecem ser pequenos pés (pseudópodes.

A observação do movimento das células tem sido efectuada através de técnicas de microscópia, em que as células se encontram sobre um suporte adequado (usualmente em caixas de petri). Devido a isto, os cientistas só conseguiam estudar, limitadamente, o movimento celular sobre uma superfície ou seja a duas dimensões. Ora acontece que em meio aquosos enos tecidos dos seres pluricelulares (como nós) o movimento celular ocorre a três dimensões. Será que as células movem-se de forma diferente a três dimensões?

Para responder àquela questão cientistas norte-americanos desenvolveram uma nova técnica que permite observar células numa matrix tridimensional, muito mais aproximada do ambiente que as células encontram na natureza. E foi através deste estudo que foi descoberto um novo tipo de movimento celular antes desconhecido.

A descoberta está descrita num artigo publicado na revista Science (http://www.sciencemag.org/content/345/6200/1062). Nele os cientistas da Universidade da Pensilvania, Estados Unidos, observaram o movimento de fibroblastos (células do tecido conjuntivo) numa matrix tridimensional que mimetiza tecidos como a pele. E descobriram que o núcleo daquelas células está envolvido directamente num novo tipo de movimento.

Os cientistas verificaram que através da interacção do núcleo com proteínas fibrosas existentes no citoplasma (especificamente actomiosinas), ocorre uma compartimentalização deste em duas regiões com diferentes pressões hidrostáticas. O núcleo funciona como um pistão de um motor. Ao ser “puxado” para uma zona da célula contra a membrana, aumenta nessa região a pressão, o que origina um movimento do citoplasma para a frente.

Esta descoberta permite compreender melhor o movimento de células em ambiente fisiológico o que poderá ter implicações em novas abordagens terapêuticas para doenças como o cancro. De facto, as células cancerosas movem-se mais do que as células sãs e a compreensão do mecanismo envolvido no movimento pode permitir identificar alvos terapêuticos de forma a atacar a doença minimizando os danos nos tecidos bons.

António Piedade
Ciência na Imprensa Regional – Ciência Viva

Aquilo que comemos influencia as alterações climáticas

Segunda-feira, 8 de Setembro, 2014

Dietas mais saudáveis e a redução dos desperdícios alimentares são parte de uma combinação de soluções necessárias para assegurar comida para todos e evitar desastrosas mudanças climáticas, segundo uma equipa de cientistas da Universidade de Cambridge. (mais…)

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