Arquivo da Categoria ‘Ciência & Tecnologia’

Vamos ver a sombra da Terra

Sexta-feira, 9 de Maio, 2014

Qualquer objecto iluminado pelo Sol projecta uma sombra para o lado oposto. Este é um facto banal a que nem o nosso planeta escapa. Mas como é que podemos ver a sombra da Terra? Vê-se facilmente e o espectáculo está quase sempre à sua disposição, sem sair de casa. Não acredita? (mais…)

O rio barulhento dos golfinhos-roazes

Quarta-feira, 7 de Maio, 2014

Costuma dizer-se que “água de julho, no rio não faz barulho”. Mas para os golfinhos-roazes do Sado, a partir do tempo bom, quando aumenta o movimento de embarcações no estuário, quase toda a área que ocupam é bastante barulhenta.

Os golfinhos-roazes (Tursiops truncatus) são animais cosmopolitas que vivem e se adaptam aos mais variados tipos de ambientes marinhos, desde águas abertas a zonas costeiras mais fechadas, como rias e estuários. Habitam áreas onde a presença humana mal se faz notar, mas também regiões onde convivem lado a lado com as atividades que tipicamente desenvolvemos ao longo das linhas de costa. A exploração excessiva dos seus habitats e diminuição dos seus recursos alimentares, bem como a poluição química e sonora, podem fazer parte do dia-a-dia de várias populações de golfinhos-roazes. E a população residente no estuário do Sado, não é exceção.

Como resultado de um projeto no âmbito do Plano de Ação para a Salvaguarda e Monitorização dos Roazes do Estuário do Sado, foi recentemente publicado um artigo científico sobre as mudanças de comportamento acústico destes golfinhos na presença de embarcações. É sabido que os golfinhos comunicam através de sons, seja emitindo diferentes tipos de sinais acústicos (assobios, trens de ecolocalização e outros sons pulsados) ou através do uso da audição passiva para, por exemplo, localizar presas elas próprias emissoras de sons. Assim, quando vivem em ambientes ruidosos é provável que alterem os sinais acústicos tipicamente emtidos ou as características dos mesmos. Foi exatamente isto que uma equipa de investigação do ISPA-IU acabou de descobrir, comparando os sons dos golfinhos-roazes do Sado na ausência e na presença de diferentes embarcações. Na presença de embarcações (particularmente de ferry-boats) os roazes tendem a diminuir significativamente o número das suas emissões acústicas. Por exemplo, os animais usam os rangidos (trens de estalidos rápidos) para efetuar uma ecolocalização detalhada, ou seja, para detetar a posição e proximidade das presas. Assim, a diminuição do número de rangidos pode ter uma influência direta no seu sucesso alimentar. Por outro lado, também existem alterações nas frequências acústicas de alguns elementos vocais, como sejam os assobios. Estes são sons sociais e alterações dos seus parâmetros na presença de embarcações pode ser a resposta vocal que permite a manutenção da comunicação entre indvíduos nestas situações ruidosas. Ainda que bastante adaptáveis, os golfinhos-roazes são suscetíveis a perturbações continuadas do seu habitat, particularmente se existirem interferências diretas com os seus comportamentos vitais, tais como a alimentação, a socialização e o acasalamento. Assim, ainda que os indivíduos desta população estejam habituados a pertubações externas, um rio e um estuário sem barulho seriam certamente mais apreciados.

Cristina Brito
Ciência na Imprensa Regional – Ciência Viva

Velocidade da divisão celular influencia arquitetura dos genes

Segunda-feira, 28 de Abril, 2014

A ‘leitura dinâmica’ é uma técnica usada para ler rapidamente, que envolve a procura visual de pistas sobre o significado do texto, saltando palavras ou frases não essenciais. De modo semelhante ao que acontece nos seres humanos, os sistemas biológicos encontram-se por vezes sob pressão seletiva para “lerem” a sua informação genética rapidamente. Os genes que precisam de ser lidos mais rapidamente são geralmente pequenos, uma vez que quanto menor a mensagem codificada mais fácil será a sua leitura rápida. Agora, investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e do Centro de Biomedicina Molecular e Estrutural (Universidade do Algarve, Faro) descobriram que para além de tamanho, a arquitetura do gene também é importante para a otimização do processo de “leitura”. Este estudo foi agora publicado na revista científica de acesso aberto eLife.

A equipa de investigação liderada por Rui Martinho alcançou esta descoberta ao estudar os estádios iniciais de desenvolvimento da mosca da fruta (nome científico, Drosophila melanogaster). Sabia-se que a coordenação do ciclo celular e da expressão genética é crucial para o desenvolvimento normal de um organismo. Nos estádios iniciais de desenvolvimento, as células dividem-se muito rapidamente mas, ao mesmo tempo, precisam de “ler” corretamente os seus genes para produzir as proteínas necessárias. Os genes contêm o “código” para a produção de proteínas, mas também têm sequências chamadas intrões, que não são necessárias para este processo e precisam ser removidos antes da síntese de proteínas.

A equipa de investigação reduziu a eficiência da maquinaria celular que remove os intrões e observou que ocorriam falhas na “leitura” apenas nos genes que eram expressos durante as primeiras fases do desenvolvimento embrionário, quando as células se dividem muito rapidamente. Estas observações levaram à ideia de que o processo de remoção de intrões pode ser demorado, podendo ser problemático em tecidos altamente proliferativos, que têm uma janela temporal estreita para expressar genes e produzir proteínas. Os investigadores confirmaram esta hipótese ao introduzirem nos embriões de mosca de fruta um gene atípico que continha vários intrões. Eles observaram que esse gene não era processado de forma eficiente nas células que se dividiam rapidamente. A equipa concluiu que os genes expressos em células que se dividem rapidamente precisam não só de ser curtos, mas também de não ter intrões. Estes resultados explicam por que é que a maioria dos genes expressos durante as primeiras fases de embriogénese da mosca da fruta não têm intrões.

Rui Martinho diz: “O nosso trabalho mostra que os sistemas biológicos levaram a leitura dinâmica a um outro nível: além de eliminar palavras e frases não essenciais para tornar o texto mais curto, toda a sua organização foi alterada sendo principalmente sem parágrafos. A resposta da natureza para uma leitura rápida é simples e eficaz: genes curtos e altamente compactados com poucos ou sem intrões.”

Leonardo Guilgur, investigador de pós-doutoramento no laboratório de Rui Martinho e primeiro autor deste trabalho, acrescenta: “Recentemente foi demonstrado por outro grupo de investigação que a inibição da maquinaria que remove os intrões tem uma potente atividade contra a maioria das linhas celulares de cancro (que são células em divisão). Assim, aumentar o nosso conhecimento sobre o papel da eficiente remoção de intrões durante o desenvolvimento não só contribui para a compreensão de um processo biológico fundamental, mas também oferece um novo terreno exploratório para desenvolver drogas anticancerígenas.”

À semelhança do que acontece em Drosophila melanogaster, outros organismos como mosquitos e peixe-zebra, também têm muitos genes sem intrões a serem expressos nas primeiras fases do desenvolvimento embrionário, indicando a relevância do mecanismo agora descrito para outros sistemas biológicos.

Este estudo foi realizado principalmente no Instituto Gulbenkian de Ciência, onde Rui Martinho era Investigador Principal até recentemente. Rui Martinho é atualmente investigador no Centro de Biomedicina Molecular e Estrutural (Universidade do Algarve, Faro). Este trabalho de investigação foi financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

Ana Mena (IGC)
Ciência na Imprensa Regional / Ciência Viva

Localizada proteína envolvida na Doença de Alzheimer

Quarta-feira, 16 de Abril, 2014

Investigadores da Universidade de Coimbra localizam a distribuição celular da proteína envolvida na Doença de Alzheimer. (mais…)

O céu de abril 2014

Sexta-feira, 4 de Abril, 2014

Ao longo do mês, Júpiter passa cada vez menos tempo no céu. No dia 1, o Sol põe-se por volta das 20:00 e Júpiter põe-se por volta das 3:00, estando por isso visível durante cerca de 7 horas. No dia 30, o Sol já se põe perto das 20:30, mas Júpiter passa abaixo do horizonte à 1:30, estando por isso visível apenas 5 horas. (mais…)

Terra, a estrela da tarde marciana

Sexta-feira, 21 de Março, 2014

«Observe o ponto uma vez mais. É aqui. É a nossa casa. Somos nós. Nele vivem ou viveram todas as pessoas que ama, todas as pessoas que conhece, todas as pessoas de quem ouviu falar, todos os seres humanos que alguma vez existiram.» Estas são palavras do famoso astrónomo e divulgador de ciência Carl Sagan e descrevem o que sentiu quando viu a imagem do nosso planeta fotografado pela sonda Voyager 1, a uma distância de 6,4 mil milhões de quilómetros, no dia 14 de fevereiro de 1990.

O “ponto azul-claro” mal se destacava na imensidão do Universo. Um ponto luminoso, debruado fragilmente pela luz solar, uma centelha reflectida para o cosmos. É nesse ponto minúsculo e insignificante que existimos. Você e eu e todos aqueles que conhecemos e que revivem na nossa memória. Nele, as vitórias beligerantes são pálidas e insignificantes, as arrogâncias autoritárias não acrescentam brilho ao nosso planeta.

O fascínio pela imagem do nosso planeta visto a partir do espaço começou com as primeiras fotos tiradas a 7 de Março de 1947 através de câmaras fotográficas instaladas em foguetes V-2 alemães, no lugar ocupado anteriormente por ogivas bélicas. Tiradas a uma altura de 160 quilómetros da superfície terrestre, as primeiras imagens do nosso planeta trouxeram uma mensagem de paz contemplativa.
Mas estas imagens mostravam apenas partes da Terra. A primeira imagem do nosso planeta só foi possível com o início da exploração lunar através de satélites. A 23 de agosto de 1966, a sonda Lunar Orbiter 1, da NASA, olhou para trás e captou, a cerca de 350 mil quilómetros, a primeira imagem da Terra a partir do espaço profundo. Só então foi possível uma perspectiva do nosso mundo como um pequeno astro celeste no panorama cósmico.

Mas estas eram fotos da Terra em crescente e em tons de cinzento sobre o negro espaço sideral! Teríamos de esperar pela missão Apolo 17 (NASA) que a 7 de Dezembro de 1972, pouco depois do seu lançamento, e aproveitando um bom alinhamento com o nosso planeta, tirou aquela que continua a ser uma das mais famosas imagens completas e iconicamente azuis da Terra. A partir dela passamos a designar o nosso mundo como o planeta azul!

A partir da Lua foram captadas muitas impressões visuais do nosso mundo terrestre. Com a continuação e expansão das missões de exploração do sistema solar muitas outras imagens do planeta foram sendo registadas na paleta do nosso álbum cósmico (veja, por exemplo, este site: http://planetary.org/explore/space-topics/earth/pics-of-earth-by-planetary-spacecraft.html). Cada vez mais distantes, os nossos fotógrafos espaciais foram enviando imagens de como a Terra se avista dos outros planetas que connosco orbitam o Sol.

Assim que a humanidade colocou robôs no solo de Marte, também estes tiraram e enviaram para nós imagens de como a Terra se vê a partir do solo vermelho. E como é? É como nós aqui vemos os outros planetas a olho nu: estrelas errantes, as primeiras estrelas da manhã e da tarde. Somos uma estrela errante no céu marciano!

A primeira imagem da Terra como estrela da manhã em Marte foi tirada pelo robô Spirit (NASA) a 8 de Março de 2004, uma hora antes do Sol nascer no horizonte marciano.

Volvidos dez anos, recebemos outra imagem da Terra a partir da superfície de Marte: a Terra como estrela da tarde! A imagem vespertina foi captada pelo robô Curiosity, da NASA, no dia 31 de Janeiro deste ano, a uma distância de 160 milhões de quilómetros da Terra, durante o crepúsculo marciano.

Nesta imagem, a Terra surge como o ponto mais brilhante do céu crepuscular marciano. Um simples e frágil astro errante no mar do Universo.

António Piedade
Ciência na Imprensa Regional – Ciência Viva

Como conhecer o céu da primavera

Quinta-feira, 20 de Março, 2014

As belas noites primaveris, caracterizadas habitualmente por uma atmosfera tépida e perfumada, são propícias à observação do céu. A descoberta das constelações pode servir-nos como fonte de fascínio ou recurso de orientação. E para melhor referenciar no céu as posições dos planetas e de outros objectos interessantes. Veja como. (mais…)

Estudo pioneiro sobre demência desenvolvido em Coimbra

Quarta-feira, 19 de Março, 2014

Apesar de ser a segunda demência mais comum, a seguir à doença de Alzheimer, a Degenerescência Lobar Frontotemporal (Demência Frontotemporal – DFT), é ainda praticamente desconhecida. Pela primeira vez, em Portugal, uma equipa de 14 investigadores da Universidade de Coimbra (UC), através do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) e da Faculdade de Medicina (FMUC), está a estudar os mecanismos envolvidos nesta patologia com grandes implicações no comportamento, porque afeta sobretudo o «centro de decisão» do cérebro (os lobos frontal e temporal). (mais…)

O oxigénio e a evolução da vida

Segunda-feira, 17 de Março, 2014

A evolução da vida na Terra foi marcada pelo aumento do oxigénio na atmosfera e nos oceanos. (mais…)

Podemos contar quantas estrelas vemos no céu?

Quinta-feira, 13 de Março, 2014

Género: Artigos. Áreas: Astronomia e Astrofísica
Por: Guilherme de Almeida

Diz-se que as estrelas visíveis a olho nu são incontáveis. Há quem imagine que são milhões. No entanto, o número de estrelas visíveis sem ajuda óptica, mesmo em condições favoráveis, é relativamente modesto e muito abaixo do que dita o senso comum. Não acredita? Venha então participar nesta aventura.

Como fazer um conta-estrelas

Para saber o número aproximado de estrelas que podemos detectar a olho nu, do nosso local, não nos vamos pôr a contar, uma a uma, todas as estrelas visíveis. Isso seria tarefa de matar a paciência de qualquer pessoa. Felizmente há um caminho mais simples e rápido: basear a nossa contagem em amostras fáceis, contando o número de estrelas visíveis numa pequena extensão aparente do céu, bem delimitada. Deste modo, haverá poucas estrelas a contar em cada caso. Fazendo a média das várias contagens, realizadas em diferentes direcções do céu nocturno, poderemos calcular facilmente o número total (aproximado) de estrelas observáveis.

Para delimitar uma pequena parcela do céu, podemos utilizar um quadrado de cartolina preta, com cerca de 24 cm´24cm, recortando nele uma abertura circular com 72 mm de diâmetro, centrada no quadrado (Veja-se a figura). A abertura desenha-se com um compasso e depois recorta-se com uma tesoura. Prende-se um cordel fino a um ponto qualquer da cartolina, de modo que, com a linha esticada e a cartolina perpendicular à nossa linha de visão, a cartolina fique a uns 57 cm do olho. Nada mais simples.

A abertura circular, vista à distância referida, delimitará uma área correspondente a cerca de 1/1000 da área total aparente do céu, ou seja, a cerca de 1/500 do céu que num dado momento se encontra acima do horizonte. A justificação é simples: como estamos à superfície da Terra, só poderemos ver (num dado momento), metade da esfera celeste

À noite, estende-se o cordel conforme indicado e, procurando não mover a cartolina durante cada registo, contam-se as estrelas visíveis a olho nu dentro da abertura circular. Como vamos considerar uma parcela minúscula do céu, o número de estrelas observadas será pequeno e muito rápido de contar. Espere que os seus olhos se adaptem à obscuridade (cerca de 15 minutos), para ver mais estrelas.

Fazem-se pelo menos cinco contagens, em diferentes direcções variadas do céu. Depois faz-se a média dos números assim obtidos. Multiplicando essa média por 500, teremos o número aproximado de estrelas visíveis a olho nu, desse local. A questão do local é significativa porque, como se sabe, nos arredores de uma cidade não contaremos tantas estrelas como no campo.

Em vez do quadrado com abertura circular, também se pode utilizar um tubo de cartolina preta, enrolada de modo a ter 57 cm de comprimento e 72 mm de diâmetro. Na extremidade do tubo oposta ao céu deverá estar o olho do observador, bem centrado.

Fazer as contas

Como exemplo, imaginemos que uma pessoa obteve os números seguintes:

1.ª contagem: 4 estrelas;

2.ª contagem: 5;

3.ª contagem: 3;

4.ª contagem: 6.

5.ª contagem: 4;

6.ª contagem: 2.

A média destes números é 4,0. Portanto, o número de estrelas acima do horizonte será 500 vezes maior, ou seja, 4,0´500 = 2000. Isto corresponde a um local relativamente escuro. Numa aldeia remota obteremos números maiores. Junto às cidades, devido à poluição luminosa, não será surpresa que se vejam menos de 330 estrelas num dado momento.

O senso comum e a tradição popular são muito exagerados, mesmo no caso dos melhores locais de observação. Esta conclusão, embora inesperada, não faz perder a extraordinária beleza e encanto do céu nocturno. Agora, é a sua vez, caro leitor…

Contador de estrelas

Texto e ilustrações de Guilherme de Almeida
Legenda da imagem – A cartolina usada para as contagens de estrelas (à esquerda), já recortada. À direita, o modo de utilizar a abertura circular nas contagens de estrelas.

Para saber mais, se quer conhecer o céu …

Guilherme de Almeida — “O Céu nas Pontas dos Dedos”, Plátano Editora, Lisboa, 2013.

http://www.platanoeditora.pt/?q=C/BOOKSSHOW/7595

Guilherme de Almeida — “Roteiro do Céu”, Plátano Editora, Lisboa, 5.ª Edição, 2010.

http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/17

Guilherme de Almeida

Guilherme de Almeida nasceu em 1950. É licenciado em Física pela Faculdade de Ciências de Lisboa e foi professor desta disciplina, tendo incluído Astronomia na sua formação universitária. Realizou mais de 80 palestras e comunicações sobre Astronomia, observações astronómicas e Física, em escolas, universidades e no Observatório Astronómico de Lisboa. Utiliza telescópios mas defende a primazia do conhecimento do céu a olho nu antes da utilização de instrumentos de observação. Escreveu mais de 90 artigos de Astronomia e Física. É autor de oito livros: Sistema Internacional de Unidades; Itens e Problemas de Física–Mecânica (co-autor); Introdução à Astronomia e às Observações Astronómicas (co-autor); Roteiro do Céu; Observar o Céu Profundo (co-autor); Telescópios; Galileu Galilei; O Céu nas Pontas dos Dedos. A obra Roteiro do Céu foi publicada em inglês, sob o título “Navigating the Night Sky (Springer Verlag–London). O livro Galileu Galilei também está publicado em castelhano e catalão.

Ciência na Imprensa Regional / Ciência Viva

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