Os drones estão cada vez mais presentes no dia-a-dia das nossas vidas, podendo ser utilizados para diversos fins, entre os quais, passatempo, publicidade, transporte e distribuição de produtos, reportagens televisivas, fotografia, casamentos, prevenção e intervenção em incêndios, controlo das florestas, apoio a náufragos, controlo de fronteiras, vigilância, intervenção militar, exploração maritíma, análise e inspeção de estruturas, linhas alta tensão e de equipamentos, intervenção em epidemias e controlo e apoio na agricultura. (mais…)
Arquivo da Categoria ‘Opinião’
Os Drones no Século XXI
Quinta-feira, 23 de Julho, 2015Nós, Jovens, Também Somos Agentes de Desenvolvimento!
Quinta-feira, 23 de Julho, 2015O Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia proclamaram 2015 o Ano Europeu para o Desenvolvimento, sob o mote “O nosso mundo, a nossa dignidade, o nosso futuro”. No horizonte está 2030 e os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que sucedem aos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio. (mais…)
DPOC: Agarrar a vida
Quarta-feira, 27 de Maio, 2015Apesar de a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) ser uma doença ainda pouco divulgada junto da população geral (habitualmente denominada por enfisema ou bronquite), tem vindo a ter cada vez mais atenção nas últimas décadas por ser importante causa de perda de qualidade de vida e mesmo de mortalidade. Segundo dados recentes, esta doença afecta cerca de 14,2% dos portugueses com mais de 40 anos e será em 2020 a 3ª principal causa de morte. (mais…)
Diagnóstico precoce da asma infantil previne insucesso escolar
Quinta-feira, 16 de Abril, 2015A asma é uma doença inflamatória crónica das vias respiratórias, responsável por episódios recorrentes de pieira, dificuldade respiratória, aperto torácico e tosse, sobretudo no início ou final do dia. Afeta 300 milhões de pessoas em todo o mundo e é uma das doenças crónicas mais frequentes na criança, sendo que em 2025 será a doença crónica com maior prevalência na infância. Além do componente genético, que muitas vezes é determinante é influenciada por mudanças ambientais, climatéricas e do estilo de vida. Em Portugal, o número de casos de asma infantil tem vindo a aumentar e estima-se que, atualmente, afete cerca de 15 por cento das crianças. (mais…)
Viver com Pacemaker
Sexta-feira, 13 de Março, 2015Hoje em dia, os pacemakers são aparelhos seguros, de tamanho reduzido, com baterias de longa duração (7 a 10 anos), que vão gravando dados sobre a evolução da doença, bem como das perturbações do ritmo cardíaco, registando o tipo, a data, a duração das arritmias. (mais…)
Dia das Doenças Raras assinala-se a 28 de fevereiro
Segunda-feira, 23 de Fevereiro, 2015Devido à sua raridade, o diagnóstico é habitualmente difícil, podendo levar longos anos, o que, para além do grande impacto para o doente e sua família, pode piorar o prognóstico e atrasar um tratamento adequado, quando este existe, pode levar a outras medidas para melhorar a sua condição. (mais…)
Diabetes tipo 1 em África: Dilemas
Sexta-feira, 23 de Janeiro, 2015Na África subsaariana a esperança de vida de uma criança com diabetes mellitus tipo 1 é muito baixa. Este tipo de diabetes resulta da destruição das células pancreáticas produtoras de insulina e estas crianças necessitam de insulina para sobreviverem. Nas zonas rurais de Moçambique a esperança de vida de uma criança com diabetes tipo 1 é apenas de 7 meses. (mais…)
O rio barulhento dos golfinhos-roazes
Quarta-feira, 7 de Maio, 2014Costuma dizer-se que “água de julho, no rio não faz barulho”. Mas para os golfinhos-roazes do Sado, a partir do tempo bom, quando aumenta o movimento de embarcações no estuário, quase toda a área que ocupam é bastante barulhenta.
Os golfinhos-roazes (Tursiops truncatus) são animais cosmopolitas que vivem e se adaptam aos mais variados tipos de ambientes marinhos, desde águas abertas a zonas costeiras mais fechadas, como rias e estuários. Habitam áreas onde a presença humana mal se faz notar, mas também regiões onde convivem lado a lado com as atividades que tipicamente desenvolvemos ao longo das linhas de costa. A exploração excessiva dos seus habitats e diminuição dos seus recursos alimentares, bem como a poluição química e sonora, podem fazer parte do dia-a-dia de várias populações de golfinhos-roazes. E a população residente no estuário do Sado, não é exceção.
Como resultado de um projeto no âmbito do Plano de Ação para a Salvaguarda e Monitorização dos Roazes do Estuário do Sado, foi recentemente publicado um artigo científico sobre as mudanças de comportamento acústico destes golfinhos na presença de embarcações. É sabido que os golfinhos comunicam através de sons, seja emitindo diferentes tipos de sinais acústicos (assobios, trens de ecolocalização e outros sons pulsados) ou através do uso da audição passiva para, por exemplo, localizar presas elas próprias emissoras de sons. Assim, quando vivem em ambientes ruidosos é provável que alterem os sinais acústicos tipicamente emtidos ou as características dos mesmos. Foi exatamente isto que uma equipa de investigação do ISPA-IU acabou de descobrir, comparando os sons dos golfinhos-roazes do Sado na ausência e na presença de diferentes embarcações. Na presença de embarcações (particularmente de ferry-boats) os roazes tendem a diminuir significativamente o número das suas emissões acústicas. Por exemplo, os animais usam os rangidos (trens de estalidos rápidos) para efetuar uma ecolocalização detalhada, ou seja, para detetar a posição e proximidade das presas. Assim, a diminuição do número de rangidos pode ter uma influência direta no seu sucesso alimentar. Por outro lado, também existem alterações nas frequências acústicas de alguns elementos vocais, como sejam os assobios. Estes são sons sociais e alterações dos seus parâmetros na presença de embarcações pode ser a resposta vocal que permite a manutenção da comunicação entre indvíduos nestas situações ruidosas. Ainda que bastante adaptáveis, os golfinhos-roazes são suscetíveis a perturbações continuadas do seu habitat, particularmente se existirem interferências diretas com os seus comportamentos vitais, tais como a alimentação, a socialização e o acasalamento. Assim, ainda que os indivíduos desta população estejam habituados a pertubações externas, um rio e um estuário sem barulho seriam certamente mais apreciados.
Cristina Brito
Ciência na Imprensa Regional – Ciência Viva
PS e PSD de Lagos – Estratégias diferentes com os mesmos resultados
Sábado, 15 de Março, 2014Há meio ano que as eleições autárquicas animaram o panorama nacional e, como sempre acontece, tiveram uma incidência específica no panorama local. Para além do folclore que sempre lhes está associado, os movimentos partidários que as antecedem são pródigos em episódios que as ficam a marcar e, passado esse momento tão característico, tudo volta ao seu estado habitual. (mais…)






