<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; áfrica</title>
	<atom:link href="http://www.algarveexpress.pt/?feed=rss2&#038;tag=africa" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.algarveexpress.pt</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 Nov 2019 22:46:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Diabetes tipo 1 em África: Dilemas</title>
		<link>http://www.algarveexpress.pt/?p=10722</link>
		<comments>http://www.algarveexpress.pt/?p=10722#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 17:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Temas]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.algarveexpress.pt/?p=10722</guid>
		<description><![CDATA[Na África subsaariana a esperança de vida de uma criança com diabetes mellitus tipo 1 é muito baixa. Este tipo de diabetes resulta da destruição das células pancreáticas produtoras de insulina e estas crianças necessitam de insulina para sobreviverem. Nas zonas rurais de Moçambique a esperança de vida de uma criança com diabetes tipo 1 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na África subsaariana a esperança de vida de uma criança com diabetes mellitus tipo 1 é muito baixa. Este tipo de diabetes resulta da destruição das células pancreáticas produtoras de insulina e estas crianças necessitam de insulina para sobreviverem. Nas zonas rurais de Moçambique a esperança de vida de uma criança com diabetes tipo 1 é apenas de 7 meses.<span id="more-10722"></span></p>
<p>A descoberta da insulina, no início do século XX, revolucionou o tratamento da diabetes tipo 1 permitindo a sobrevivência às crianças afetadas por esta doença. No entanto, para a maior parte das crianças da África subsaariana, a insulina ainda não existe devido à dificuldade ao seu acesso. Frequentemente para as famílias a escolha é entre comprar insulina ou alimentos para toda a família. A nível governamental a escolha é entre tratar um caso de diabetes tipo 1 ou vários doentes com outras doenças. Disto resulta que apenas 1 por cento destas crianças sobreviva 6 anos após o diagnóstico. </p>
<p>O problema não se limita ao acesso à insulina, está também no reconhecimento da doença, no seu diagnóstico. Para além do acesso à insulina, é necessário ainda o acesso aos meios para a sua administração (seringa e agulhas) e a meios para controlar os níveis de glicose no sangue (glicemia). Se na Europa determinar a glicemia, com uma tira teste e um aparelho medidor (glicómetro), é um ato simples realizado pelo próprio em casa ou em qualquer lugar, em África uma determinação envolve com frequência percorrer uma grande distância. </p>
<p>Estes problemas serão debatidos, no painel da lusofonia, durante o Congresso Nacional de Endocrinologia 2015, na presença de representantes dos organismos internacionais, numa vontade de cooperação da SPEDM com os países africanos de língua portuguesa. </p>
<p>O painel de lusofonia conta com a participação de endocrinologistas de Angola, Cabo Verde e Moçambique que vão falar deste problema nos respetivos países e debatê-lo na presença do presidente da Federação Internacional da Diabetes, do presidente da Sociedade Europeia de Endocrinologia e do diretor-geral da Saúde de Portugal.</p>
<p>Dr.ª Helena Cardoso, presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.algarveexpress.pt/?feed=rss2&#038;p=10722</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudo da Administia Internacional revela que homossexualidade é crime em quase 40 países de África</title>
		<link>http://www.algarveexpress.pt/?p=1374</link>
		<comments>http://www.algarveexpress.pt/?p=1374#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2013 17:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Temas]]></category>
		<category><![CDATA[Administia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica]]></category>
		<category><![CDATA[homossexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[relatório]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.algarveexpress.pt/?p=1374</guid>
		<description><![CDATA[A Administia Internacional realizou um estudo a que chamou &#8220;Fazendo do amor um crime&#8221;, onde alerta para a cada vez mais frequente perseguição institucional às minorias sexuais em África, na sequência e em consequência da aprovação de leis, por parte de governos de alguns países africanos, que criminalizam relações entre pessoas do mesmo sexo. Neste [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Administia Internacional realizou um estudo a que chamou &#8220;Fazendo do amor um crime&#8221;, onde alerta para a cada vez mais frequente perseguição institucional às minorias sexuais em África, na sequência e em consequência da aprovação de leis, por parte de governos de alguns países africanos, que criminalizam relações entre pessoas do mesmo sexo.<span id="more-1374"></span></p>
<p>Neste estudo, a Administia Internacional entrevistou 60 pessoas, entre homossexuais, activistas e profissionais de saúde, tendo identificado 38 estados africanos que criminalizam e penalizam a homossexualidade.</p>
<p>Se alguns países africanos, como a Nigéria, a Libéria e o Uganda, alegam que a relação entre pessoas do mesmo sexo é &#8220;contra a ordem natural&#8221; &#8211; o argumento mais utilizado pela sociedade no geral -, outros como a Somália e a Mauritânia vão ao extremo de punir actos homossexuais com a pena de morte.</p>
<p>Leia a versão integral (em inglês) do relatório no link: <a href="http://www.amnesty.org/en/library/asset/AFR01/001/2013/en/9f2d91b7-bc0e-4ea7-adae-7e51ae0ce36f/afr010012013en.pdf/">http://www.amnesty.org/en/library/asset/AFR01/001/2013/en/9f2d91b7-bc0e-4ea7-adae-7e51ae0ce36f/afr010012013en.pdf/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.algarveexpress.pt/?feed=rss2&#038;p=1374</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
