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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; avenida dos descobrimentos</title>
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		<title>A Avenida pervertida ou valorizada com a venda ambulante?!&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2016 23:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lagos é uma cidade eminentemente turística. E tem muito para oferecer aos muitos visitantes que, de inverno ou de verão, escolhem esta cidade como espaço para descansar e para desfrutar da sua natureza e de toda a sua beleza. Ninguém fica indiferente à sua paisagem urbana e natural. Basta percorrer a sua longa avenida para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>
Lagos é uma cidade eminentemente turística. E tem muito para oferecer aos muitos visitantes que, de inverno ou de verão, escolhem esta cidade como espaço para descansar e para desfrutar da sua natureza e de toda a sua beleza. Ninguém fica indiferente à sua paisagem urbana e natural. Basta percorrer a sua longa avenida para se deslumbrar com a sua textura e com esse curso de água que acaba por nos levar a confluir com as águas do mar.<span id="more-15886"></span></p>
<p>Para além da natureza, há muito, pela cidade dentro, a oferecer a quem nos vem visitar. E, por mais polémica que seja, também a venda ambulante se pode integrar em tudo o que a cidade tem para dar. Mas, para isso, tem que ser regulada e enriquecida na sua oferta, na sua apresentação e na sua organização. E sempre tem levantado um coro de vozes contra e a favor pela forma como se apresenta, onde se localiza ou por alguma anarquia que a consegue rodear. </p>
<p>É o caso da avenida. É um espaço aberto e que convida a passear ao longo da sua larga e comprida calçada sempre ladeada pelas águas prateadas daquele corredor constantemente a correr em direcção ao mar. E foi nesse espaço de excepção que a venda ambulante encontrou a sua localização. Depois de tempos dispersa pelos mais diversos recantos da baixa da cidade, a sua anarquia era evidente e exigia uma solução com alguma urgência. E depois de algumas polémicas que subiram de tom, a solução foi a sua localização ao longo de um pequeno traçado da nossa longa e comprida avenida. As vozes voltaram-se a ouvir e a manifestar contra o que parecia ser uma mancha naquele local tão especial. Mas as tendas estilizadas, em forma de cone invertido, pareciam atenuar esse estendal que se iria implantar ao longo daquele espaço.  </p>
<p><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2016/10/Venda_ambulante1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-15886];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2016/10/Venda_ambulante1-300x225.jpg" alt="Venda_ambulante1" width="300" height="225" class="alignright size-medium wp-image-15895" /></a>Sem barrar o corredor para passear e até para correr ao longo daquele passeio, a venda ambulante, com outra apresentação, parecia adquirir outra dignidade com a sua nova localização. E todos pareciam ganhar, a começar pela venda ambulante. Mas, a par dessas tendas estilizadas e de cor branca para terem a mesma uniformidade, outros utensílios se começaram a implantar como os chapéus erguidos no ar e outros acrescentos que em nada vieram dignificar aquele espaço. E o que parecia uma valorização e uma dignificação da própria venda ambulante, começou a degenerar com a criação de um ambiente que em nada contribui para a valorização daquele espaço de venda ao ar livre. </p>
<p>Torna-se, por isso, urgente que a venda ambulante apresente uma imagem de uniformidade capaz de valorizar aquele passeio e a própria cidade, que deixe diante de si espaço para os clientes poderem escolher e até mexer nas mercadorias sem se impedir quem aí está a passear ou até a fazer a sua corrida, que esteja organizada e, naturalmente, que a sua envolvente seja valorizada. Ter-se-á, por isso, que recuperar os espaços ajardinados das suas traseiras e evitar carrinhas abertas, a fazer de armazéns, que acabam por dar uma imagem pouco condizente com a valorização que se pretende com esta localização da venda ambulante na cidade de Lagos. Também não conferem bom aspecto àquela paisagem a refeições improvisadas que aí se costumam fazer e que acabam por maltratar a imagem que se quer dar àquela actividade que dá variedade à nossa oferta turística. Se estes aspectos menos positivos, a par de outros que há que melhorar, vierem a ser corrigidos, a nossa avenida não correrá o risco de ser pervertida. Pelo contrário, a venda ambulante até poderá dar um contributo importante para a sua valorização e para a sua dignificação. </p>
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		<title>Município de Lagos assinou Contrato de Gestão com Docapesca</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 19:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este documento tem como objeto estabelecer os mecanismos e procedimentos que permitam enquadrar e coordenar a intervenção da Docapesca e do Município na gestão da Avenida dos Descobrimentos (Unidade C), no desenvolvimento do Acordo de Cooperação Institucional, celebrado em 16 de outubro de 2008, com a entidade que detinha, na altura, a jurisdição da área, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Este documento tem como objeto estabelecer os mecanismos e procedimentos que permitam enquadrar e coordenar a intervenção da Docapesca e do Município na gestão da Avenida dos Descobrimentos (Unidade C), no desenvolvimento do Acordo de Cooperação Institucional, celebrado em 16 de outubro de 2008, com a entidade que detinha, na altura, a jurisdição da área, IPTM &#8211; Instituto Portuário e dos Transporte Marítimos. Recorde-se que este Acordo dizia respeito à requalificação da frente ribeirinha da cidade de Lagos figurando entre as áreas a ordenar e valorizar a faixa ribeirinha, denominada por “Unidade C”, limitada a montante pela Ponte sobre a ribeira de Bensafrim, e a jusante pela foz da mesma, compreendendo a Avenida dos Descobrimentos, zonas pedonais e áreas de usos comerciais envolventes.<span id="more-14213"></span></p>
<p>O contrato agora celebrado pretende articular o planeamento e a realização de obras e investimentos na Unidade C, bem como a responsabilidade de cada entidade nessas matérias, visando a valorização da frente ribeirinha no contexto urbano e náutico, potenciando a valorização ambiental e turística da cidade de Lagos, enquadrar as intervenções tidas por necessárias no âmbito dos poderes de supervisão, coordenação, licenciamento e fiscalização e exercício das demais competências da Docapesca, em razão da natureza dominial dos terrenos e da sua inclusão na área de jurisdição dessa entidade e estabelecer mecanismos e procedimentos de índole financeira com vista à uniformização das receitas públicas geradas na Unidade C, bem como à sua cobrança e justa repartição.</p>
<p>Ao abrigo das suas atribuições e competências, designadamente as de coordenação, gestão e fiscalização, a Docapesca fará, em articulação com o Município, o acompanhamento da execução e desenvolvimento das obras e investimentos que venham a ser realizados nesta Unidade C.</p>
<p>O documento será agora remetido, pela Docapesca, à Direção-Geral do Tesouro e Finanças e ao Tribunal de Contas para os devidos efeitos.</p>
<p>De acordo com a Presidente da Câmara Municipal de Lagos, <em>“há muito tempo que o Município desejava estabelecer este contrato, uma vez que será uma mais-valia para a autarquia poder participar na gestão daquele território”.</em></p>
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		<title>A ferida das barracas da Avenida</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2014 04:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lagos é uma cidade dotada de uma beleza invulgar. E algumas intervenções têm-na conseguido valorizar. Mas outras têm-na ferido e agredido em tudo o que tem de melhor. Basta recordar e passar pelo vale de Porto de Mós. É difícil acreditar como é que num vale tão paradisíaco e todo ele voltado para o mar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Lagos é uma cidade dotada de uma beleza invulgar. E algumas intervenções têm-na conseguido valorizar. Mas outras têm-na ferido e agredido em tudo o que tem de melhor. Basta recordar e passar pelo vale de Porto de Mós. É difícil acreditar como é que num vale tão paradisíaco e todo ele voltado para o mar se ousou implantar uma urbanização que o agride, o sufoca e o descaracteriza. Mas ela lá está levada pela mão de quem, incumbido da gestão dos nossos destinos colectivos, o deveria valorizar e contribuir para a beleza com que a natureza o dotou.<span id="more-8301"></span></p>
<p>E, no que à natureza diz respeito, o mundo começa-a a descobrir e a realçar no que tem de melhor. É o que acontece com a Ponta da Piedade a ser divulgada pelas estações de televisão e, de uma forma geral, pelo mundo da informação como um dos locais mais belos do mundo. E com essa publicidade que nos ousaram fazer, todo o esforço deveria ir no sentido de ainda mais se valorizar tudo o que temos para continuar a chamar cada vez mais veraneantes e visitantes para a cidade de Lagos. E, certamente, com essa valorização ainda mais a beleza dos recantos de Lagos se potencializaria e todo o seu espaço urbano se divulgaria além fronteiras.</p>
<p>Mas essa divulgação requer uma mão que a valorize, que a dignifique e que lhe dê ainda mais qualidade. E essa mão terá de vir de quem está incumbido da gestão dos nossos destinos colectivos como é o caso dos nossos autarcas. Para se ver, ter-se-á de sentir uma cidade mais limpa, mais asseada e mais preservada. Os espaços públicos terão de ser mais cuidados, mais bem tratados e mais bem conservados. A par da higiene e da limpeza e da arrumação da própria cidade, toda a valorização cultural, patrimonial e ambiental terá de ser uma preocupação constante dos nossos responsáveis políticos.</p>
<p>Mas os ventos parecem soprar em sentido contrário. É o que acontece com as barracas na Avenida de Lagos. Escusado será dizer que o passeio da Avenida é um dos espaços mais amplos e mais nobres da cidade. É deslumbrante efectuar o seu percurso e contactar com aquela frente ribeirinha e com o seu distante horizonte de mar. Enquanto para poente tínhamos as suas palmeiras, o seu jardim e algumas fontes de água, a nascente a água espraiava-se, ora a subir pela força da maré, ora a descer a caminho do mar. E era gratificante passear naquele extenso calçadão. E muitos eram e são os que o continuam a descer e a subir e a desfrutar da sua paisagem.</p>
<p>Em face deste espaço tão singular no que ao seu simbolismo e à sua beleza diz respeito, seria natural a sua valorização. Mas, incompreensivelmente, temos vindo a assistir à sua adulteração. Primeiro, foi o seu jardim roubado em parte do seu traçado devido ao parque de estacionamento da frente ribeirinha. Depois foi a instalação de uns barracões em frente do Mercado da Avenida. Tal como dissemos na altura, tratava-se de uma loucura no que à imagem da avenida diz respeito. Além do seu carácter inestético, aquelas estruturas estão deslocadas e, dali, rapidamente, deveriam ser retiradas. Apesar da nossa chamada de atenção e de algumas vozes terem manifestado indignação, os barracões, cerca de três, lá se mantiveram e continuaram até aos dias de hoje. Mas como estavam quase sempre fechados, esperava-se que, mais hoje ou mais amanhã, fossem retirados. Mas, para espanto de todos, em vez de se lhes dar uma solução, decide-se optar pela sua proliferação. Ao todo, quer-se lá instalar mais cerca de trina e um, embora com um figurino diverso. Em vez das estruturas metálicas, o pano agora vem-nas cobrir para lhes dar uma estética diferente. Mas nem esta nuance deixa de ocupar e de desvirtuar um espaço que é roubado ao cidadão e que adultera aquele vasto calçadão. </p>
<p>Com tanta barraca ou barracaria, como se lhe queira chamar, vai-se destruir, em Lagos, aquela frente de mar. E, sobretudo, vai-se destruir um dos espaços mais abertos, mais convidativos, mais nobres e mais emblemáticos desta cidade que tem o mar como pano de fundo. Não admira, por isso, que já haja petições a correr para ver se se consegue travar mais este atentado ao património paisagístico e ambiental de Lagos. E todos os que ousem participar estão a contribuir para que a cidade seja preservada e para que a avenida dos Descobrimentos não seja adulterada.</p>
<p>Ouve-se dizer que esta medida já vem do executivo anterior. Mas mesmo que esta deliberação impensada não seja do executivo vigente, não significa que a tenha de levar por diante. Trata-se de um executivo que tem toda a autonomia para decidir e para, num caso como este, não deixar ferir irremediavelmente a avenida, com barracas ou tendas como se lhe queira chamar, como está já a acontecer. Em nome de todos os que se estão a pronunciar, e são já muitos, o executivo municipal terá de travar um atentado como este. Até poderiam ser muitos a pronunciar-se e não terem razão. Mas, aqui, está em causa a adulteração de um dos espaços mais emblemáticos de Lagos. E travar uma decisão como esta é defender o bem comum.</p>
<p>É verdade que a venda ambulante requer ser dignificada, regulada e integrada no espaço urbano de Lagos. Mas não é com decisões impensadas, destituídas de sentido e que vão adulterar a avenida que se está a valorizar Lagos, a torná-la um espaço mais cativante para viver e mais atractivo para acolher todos os que, ao longo de todo o ano, nos escolhem como seu destino turístico. Parece que enquanto os nossos visitantes constantemente nos estão a valorizar, nós, em vez de aprendermos com eles, continuamos a remar em sentido contrário. É o que se está a fazer com a ferida das barracas da avenida. </p>

<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida5.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida5'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida5" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida8.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida8'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida8" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida9.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida9'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida9" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida10.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida10'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida10" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida11.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida11'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida11" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida12.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida12'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida12" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/barracas-da-Avenida13.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='barracas da Avenida13'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/barracas-da-Avenida13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="barracas da Avenida13" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-avenida.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da avenida'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-avenida-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da avenida" /></a>

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		<title>Avenida dos Descobrimentos: novas estruturas começaram hoje a ser colocadas</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2014 03:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As novas estruturas para venda começaram hoje a ser colocadas ao longo da Avenida dos Descobrimentos, em Lagos. Os grandes objectivos da autarquia prendem-se com a necessidade de regular a venda, retirando-a do centro histórico da cidade, bem como de valorizar o comércio local. Esta área foi sempre, de acordo com a presidente Maria Joaquina [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As novas estruturas para venda começaram hoje a ser colocadas ao longo da Avenida dos Descobrimentos, em Lagos.<span id="more-8299"></span> Os grandes objectivos da autarquia prendem-se com a necessidade de regular a venda, retirando-a do centro histórico da cidade, bem como de valorizar o comércio local. </p>
<p>Esta área foi sempre, de acordo com a presidente Maria Joaquina Matos, de “difícil resolução”, uma vez que “é necessário conciliar todos os interesses em presença, ou seja, os dos vendedores, os do comércio local e os da população em geral”. O que se tem observado nos últimos anos é a existência de uma crescente venda ambulante desregulada e desordenada, principalmente no Centro Histórico da cidade &#8211; situação que a autarquia tem tentado minimizar. Neste sentido foi consensualizado &#8211; há cerca de dois anos &#8211; entre o anterior executivo e os vendedores, a colocação de 25 quiosques ao longo da Avenida, atribuídos por sorteio. </p>
<p>É também do conhecimento geral que o actual executivo defende que as estruturas a instalar na Avenida dos Descobrimentos &#8211; uma das zonas mais nobres da cidade -, deverão ser integradas na paisagem e na traça urbana, sendo preferencialmente, amovíveis, de porte mais leve e obedecendo a uma linha que não desvirtue as formas da avenida. </p>
<p>Neste sentido, e por decisão da autarquia, em concordância com os vendedores, começaram hoje [ontem] a ser colocadas ao longo da Avenida 20 estruturas brancas amovíveis, com a dimensão de 3m x 3m. Trata-se de uma solução, cuja avaliação será feita no final de Outubro, numa reunião em que se espera poder contar com a participação dos vendedores, da DOCAPESCA – entidade que tutela o espaço, das associações de comerciantes de Lagos (PROLAGOS e ACRAL) e dos órgãos autárquicos municipais. </p>
<p>De acordo com a Presidente da Câmara Municipal, Maria Joaquina Matos, “o que não podemos ter é uma ocupação do Centro Histórico de Lagos sem regras e completamente desordenada. Estamos a trabalhar para que essa situação não se volte a repetir, até porque também fazemos questão de valorizar o nosso comércio local”.</p>
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		<title>A polémica que envolve os bares da esplanada do Parque de Estacionamento da Avenida</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 09:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aquela é uma zona da cidade com uma posição privilegiada por ocupar uma vasta frente de rio e de mar. E se a isto juntarmos a sua centralidade no que se refere a toda a baixa da cidade, com particular incidência para o seu centro histórico, então poderemos dizer que estamos perante uma zona de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aquela é uma zona da cidade com uma posição privilegiada por ocupar uma vasta frente de rio e de mar. E se a isto juntarmos a sua centralidade no que se refere a toda a baixa da cidade, com particular incidência para o seu centro histórico, então poderemos dizer que estamos perante uma zona de excepção. <span id="more-944"></span>E foi a pensar em todos estes requisitos que se decidiu valorizar essa frente de mar sem descurar a área de estacionamento que aí tinha lugar. E para aumentar a sua capacidade, avançou-se com a construção de um parque de estacionamento subterrâneo com o dobro da capacidade e dois pisos que levantaram e levantam o problema da sua profundidade devido à proximidade do rio e do mar. E se a isto juntarmos o problema da crise económica que já então se fazia sentir, o problema começou-se a agudizar; e de tal forma que acabou por determinar a forma como a obra se veio a realizar com particular incidência para a sua conclusão. É que com o parque de estacionamento concluído no seu interior, o exterior ficou ainda a demonstrar que um novo fôlego se requeria para o poder acabar.</p>
<p>E sem esse impulso final, lá continuou o parque de estacionamento a dar mostras, na sua parte exterior, de uma obra inacabada e com uma imagem inapropriada para aquele ponto da cidade de Lagos. E para a acabar até se quis entregar essa tarefa a algum empreendedor particular. Mas, dadas as condições, ninguém lhe deitou mão e foi-se adiando a sua construção. E para que essa imagem não se prolongasse no tempo, a Câmara Municipal, através da Futurlagos, decide arrancar com a obra da conclusão da parte superior do parque de estacionamento do parque da avenida. Com um orçamento de um milhão e trezentos mil euros, outras obras começaram a ficar para trás, como a da ponte de D. Maria, para essa poder avançar. E eis que a decidem inaugurar pelo 25 de Abril, mas com uma nuance particular. Inauguração das esplanadas da frente ribeirinha. Mas, na verdade, todas as esplanadas estavam fechadas e assim continuam.</p>
<p><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/04/Inauguração-das-Esplanadas-15.jpg" alt="Inauguração das Esplanadas (15)" width="450" height="338" class="alignright size-full wp-image-600" />Só depois dessa inauguração é que se procedeu ao seu concurso, que teve uma dimensão internacional, e que se avançou para a sua concessão que contemplou agentes de nível local. E assim o processo deu-se por encerrado com as esplanadas a abrirem provavelmente ainda no decorrer da época balnear. Mas com tudo aparentemente tranquilizado e com as esplanadas a prepararem-se para começarem a funcionar, de repente uma polémica começa a invadir esse concurso que as viria a atribuir. Segundo corre na praça pública, o concurso pressupôs determinados requisitos e condições que viria, após a atribuição das esplanadas, a sofrer alterações. Umas têm a ver com o facto do montante a pagar pela atribuição de cada bar esplanada ter algures descido para metade e de a renda a pagar só começar a ter efeitos práticos passados dois anos. Outras têm a ver com o facto de, ao que se diz, no concurso só se poder servir bebidas e após esta concessão se passar também a servir comidas como em qualquer estabelecimento de restauração.</p>
<p>E perante esta situação, caso seja verdade tudo o que tem sido posto a correr, há já quem se prepare para impugnar o concurso. É que no dizer dessas pessoas que se sentem lesadas, a concurso foram umas condições que nada têm a ver com as atribuições que se verificaram. E, nesse caso, sentem-se prejudicados e lesados nos seus interesses. Independentemente do que esteja a acontecer, a polémica está-se a espalhar e a minar a credibilidade das nossas instituições públicas. Seria, por isso, altura da Câmara Municipal esclarecer a situação para que polémicas destas, com ou sem razão, não minem a sua reputação. Enquanto esse esclarecimento não tiver lugar, vamos continuar a ver esta polémica alastrar e, quem sabe, a Câmara a ter de responder, por força das circunstâncias, aos possíveis lesados por essa concessão. E ninguém sai beneficiado de uma polémica como esta. </p>
<p><strong>Notícia associada<br />
Inauguração (ainda por acabar) das esplanadas da frente ribeirinha</strong><br />
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