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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; barracas</title>
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		<title>Dormidas de estrangeiros em alta no Algarve</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2016 16:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A hotelaria do Algarve registou cerca de três milhões de dormidas em agosto, valor que representa 0,7 por cento a mais em relação ao mesmo mês do ano anterior, acaba de revelar o Instituto Nacional de Estatística (INE). Dessas dormidas, dois milhões foram realizadas por turistas estrangeiros (+7,5 por cento) e um milhão por residentes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A hotelaria do Algarve registou cerca de três milhões de dormidas em agosto, valor que representa 0,7 por cento a mais em relação ao mesmo mês do ano anterior, acaba de revelar o Instituto Nacional de Estatística (INE). Dessas dormidas, dois milhões foram realizadas por turistas estrangeiros (+7,5 por cento) e um milhão por residentes (-10,6 por cento).<span id="more-15902"></span></p>
<p>Os resultados preliminares dos primeiros oito meses do ano revelam a crescente procura do destino pelos estrangeiros. Dos 13 milhões de dormidas acumuladas entre janeiro e agosto na região (+8,0 por cento), 10 milhões referem-se a pernoitas de turistas estrangeiros, um milhão de dormidas a mais do que no período homólogo (+11,7 por cento).</p>
<p>Ainda segundo o INE, em agosto o número de hóspedes nos estabelecimentos hoteleiros do Algarve fixou-se em 588 mil (-0,7 por cento), face ao mesmo mês do ano passado, enquanto no período de janeiro a agosto registaram-se 2,8 milhões de hóspedes (+9,1%). Quanto aos proveitos totais, cresceram 10,7 por cento em agosto, para mais de 193 milhões de euros, sendo o valor acumulado desde o início do ano cerca de 562 milhões de euros (+17,8 por cento).</p>
<p>O presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA) classifica os resultados de «francamente positivos e ajustados às previsões para o destino». Desidério Silva destaca ainda «o forte crescimento dos principais mercados externos, que realizaram um milhão de dormidas a mais em apenas oito meses, com França a ganhar lugar entre os cinco maiores emissores de turistas para a região, juntamente com o Reino Unido, Alemanha, Holanda e Irlanda».</p>
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		<title>A ferida das barracas da Avenida</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2014 04:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lagos é uma cidade dotada de uma beleza invulgar. E algumas intervenções têm-na conseguido valorizar. Mas outras têm-na ferido e agredido em tudo o que tem de melhor. Basta recordar e passar pelo vale de Porto de Mós. É difícil acreditar como é que num vale tão paradisíaco e todo ele voltado para o mar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Lagos é uma cidade dotada de uma beleza invulgar. E algumas intervenções têm-na conseguido valorizar. Mas outras têm-na ferido e agredido em tudo o que tem de melhor. Basta recordar e passar pelo vale de Porto de Mós. É difícil acreditar como é que num vale tão paradisíaco e todo ele voltado para o mar se ousou implantar uma urbanização que o agride, o sufoca e o descaracteriza. Mas ela lá está levada pela mão de quem, incumbido da gestão dos nossos destinos colectivos, o deveria valorizar e contribuir para a beleza com que a natureza o dotou.<span id="more-8301"></span></p>
<p>E, no que à natureza diz respeito, o mundo começa-a a descobrir e a realçar no que tem de melhor. É o que acontece com a Ponta da Piedade a ser divulgada pelas estações de televisão e, de uma forma geral, pelo mundo da informação como um dos locais mais belos do mundo. E com essa publicidade que nos ousaram fazer, todo o esforço deveria ir no sentido de ainda mais se valorizar tudo o que temos para continuar a chamar cada vez mais veraneantes e visitantes para a cidade de Lagos. E, certamente, com essa valorização ainda mais a beleza dos recantos de Lagos se potencializaria e todo o seu espaço urbano se divulgaria além fronteiras.</p>
<p>Mas essa divulgação requer uma mão que a valorize, que a dignifique e que lhe dê ainda mais qualidade. E essa mão terá de vir de quem está incumbido da gestão dos nossos destinos colectivos como é o caso dos nossos autarcas. Para se ver, ter-se-á de sentir uma cidade mais limpa, mais asseada e mais preservada. Os espaços públicos terão de ser mais cuidados, mais bem tratados e mais bem conservados. A par da higiene e da limpeza e da arrumação da própria cidade, toda a valorização cultural, patrimonial e ambiental terá de ser uma preocupação constante dos nossos responsáveis políticos.</p>
<p>Mas os ventos parecem soprar em sentido contrário. É o que acontece com as barracas na Avenida de Lagos. Escusado será dizer que o passeio da Avenida é um dos espaços mais amplos e mais nobres da cidade. É deslumbrante efectuar o seu percurso e contactar com aquela frente ribeirinha e com o seu distante horizonte de mar. Enquanto para poente tínhamos as suas palmeiras, o seu jardim e algumas fontes de água, a nascente a água espraiava-se, ora a subir pela força da maré, ora a descer a caminho do mar. E era gratificante passear naquele extenso calçadão. E muitos eram e são os que o continuam a descer e a subir e a desfrutar da sua paisagem.</p>
<p>Em face deste espaço tão singular no que ao seu simbolismo e à sua beleza diz respeito, seria natural a sua valorização. Mas, incompreensivelmente, temos vindo a assistir à sua adulteração. Primeiro, foi o seu jardim roubado em parte do seu traçado devido ao parque de estacionamento da frente ribeirinha. Depois foi a instalação de uns barracões em frente do Mercado da Avenida. Tal como dissemos na altura, tratava-se de uma loucura no que à imagem da avenida diz respeito. Além do seu carácter inestético, aquelas estruturas estão deslocadas e, dali, rapidamente, deveriam ser retiradas. Apesar da nossa chamada de atenção e de algumas vozes terem manifestado indignação, os barracões, cerca de três, lá se mantiveram e continuaram até aos dias de hoje. Mas como estavam quase sempre fechados, esperava-se que, mais hoje ou mais amanhã, fossem retirados. Mas, para espanto de todos, em vez de se lhes dar uma solução, decide-se optar pela sua proliferação. Ao todo, quer-se lá instalar mais cerca de trina e um, embora com um figurino diverso. Em vez das estruturas metálicas, o pano agora vem-nas cobrir para lhes dar uma estética diferente. Mas nem esta nuance deixa de ocupar e de desvirtuar um espaço que é roubado ao cidadão e que adultera aquele vasto calçadão. </p>
<p>Com tanta barraca ou barracaria, como se lhe queira chamar, vai-se destruir, em Lagos, aquela frente de mar. E, sobretudo, vai-se destruir um dos espaços mais abertos, mais convidativos, mais nobres e mais emblemáticos desta cidade que tem o mar como pano de fundo. Não admira, por isso, que já haja petições a correr para ver se se consegue travar mais este atentado ao património paisagístico e ambiental de Lagos. E todos os que ousem participar estão a contribuir para que a cidade seja preservada e para que a avenida dos Descobrimentos não seja adulterada.</p>
<p>Ouve-se dizer que esta medida já vem do executivo anterior. Mas mesmo que esta deliberação impensada não seja do executivo vigente, não significa que a tenha de levar por diante. Trata-se de um executivo que tem toda a autonomia para decidir e para, num caso como este, não deixar ferir irremediavelmente a avenida, com barracas ou tendas como se lhe queira chamar, como está já a acontecer. Em nome de todos os que se estão a pronunciar, e são já muitos, o executivo municipal terá de travar um atentado como este. Até poderiam ser muitos a pronunciar-se e não terem razão. Mas, aqui, está em causa a adulteração de um dos espaços mais emblemáticos de Lagos. E travar uma decisão como esta é defender o bem comum.</p>
<p>É verdade que a venda ambulante requer ser dignificada, regulada e integrada no espaço urbano de Lagos. Mas não é com decisões impensadas, destituídas de sentido e que vão adulterar a avenida que se está a valorizar Lagos, a torná-la um espaço mais cativante para viver e mais atractivo para acolher todos os que, ao longo de todo o ano, nos escolhem como seu destino turístico. Parece que enquanto os nossos visitantes constantemente nos estão a valorizar, nós, em vez de aprendermos com eles, continuamos a remar em sentido contrário. É o que se está a fazer com a ferida das barracas da avenida. </p>

<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida5.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida5'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida5" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida8.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida8'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida8" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida9.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida9'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida9" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida10.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida10'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida10" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida11.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida11'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida11" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida12.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da Avenida12'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-Avenida12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da Avenida12" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/barracas-da-Avenida13.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='barracas da Avenida13'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/barracas-da-Avenida13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="barracas da Avenida13" /></a>
<a href='http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-avenida.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-8301];player=img;' title='Barracas da avenida'><img width="150" height="150" src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2014/05/Barracas-da-avenida-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da avenida" /></a>

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		<title>Avenida dos Descobrimentos: novas estruturas começaram hoje a ser colocadas</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2014 03:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As novas estruturas para venda começaram hoje a ser colocadas ao longo da Avenida dos Descobrimentos, em Lagos. Os grandes objectivos da autarquia prendem-se com a necessidade de regular a venda, retirando-a do centro histórico da cidade, bem como de valorizar o comércio local. Esta área foi sempre, de acordo com a presidente Maria Joaquina [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As novas estruturas para venda começaram hoje a ser colocadas ao longo da Avenida dos Descobrimentos, em Lagos.<span id="more-8299"></span> Os grandes objectivos da autarquia prendem-se com a necessidade de regular a venda, retirando-a do centro histórico da cidade, bem como de valorizar o comércio local. </p>
<p>Esta área foi sempre, de acordo com a presidente Maria Joaquina Matos, de “difícil resolução”, uma vez que “é necessário conciliar todos os interesses em presença, ou seja, os dos vendedores, os do comércio local e os da população em geral”. O que se tem observado nos últimos anos é a existência de uma crescente venda ambulante desregulada e desordenada, principalmente no Centro Histórico da cidade &#8211; situação que a autarquia tem tentado minimizar. Neste sentido foi consensualizado &#8211; há cerca de dois anos &#8211; entre o anterior executivo e os vendedores, a colocação de 25 quiosques ao longo da Avenida, atribuídos por sorteio. </p>
<p>É também do conhecimento geral que o actual executivo defende que as estruturas a instalar na Avenida dos Descobrimentos &#8211; uma das zonas mais nobres da cidade -, deverão ser integradas na paisagem e na traça urbana, sendo preferencialmente, amovíveis, de porte mais leve e obedecendo a uma linha que não desvirtue as formas da avenida. </p>
<p>Neste sentido, e por decisão da autarquia, em concordância com os vendedores, começaram hoje [ontem] a ser colocadas ao longo da Avenida 20 estruturas brancas amovíveis, com a dimensão de 3m x 3m. Trata-se de uma solução, cuja avaliação será feita no final de Outubro, numa reunião em que se espera poder contar com a participação dos vendedores, da DOCAPESCA – entidade que tutela o espaço, das associações de comerciantes de Lagos (PROLAGOS e ACRAL) e dos órgãos autárquicos municipais. </p>
<p>De acordo com a Presidente da Câmara Municipal, Maria Joaquina Matos, “o que não podemos ter é uma ocupação do Centro Histórico de Lagos sem regras e completamente desordenada. Estamos a trabalhar para que essa situação não se volte a repetir, até porque também fazemos questão de valorizar o nosso comércio local”.</p>
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		<title>As barracas da avenida</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2012 01:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade de Lagos era um espaço limpo e asseado por onde dava gosto passear e desfrutar as suas artérias. Através das suas ruas labirínticas, das suas praças mais abertas ou das suas avenidas mais espaçosas, podíamos contactar com uma beleza urbana que dava gosto descobrir e com uma limpeza que ainda mais nos convidava [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Lagos era um espaço limpo e asseado por onde dava gosto passear e desfrutar as suas artérias. Através das suas ruas labirínticas, das suas praças mais abertas ou das suas avenidas mais espaçosas, podíamos contactar com uma beleza urbana que dava gosto descobrir e com uma limpeza que ainda mais nos convidava a usufruir os seus mais diferentes recantos.<span id="more-319"></span></p>
<p>Mas apesar de todo um capital que se foi construindo ao longo de anos a fio, eis que tudo se começa a hipotecar por se deixar entrar a cidade numa espécie de auto-gestão e por se sentir a ausência de uma mão que a deveria dirigir. É o que se começa a constatar com uma venda ambulante desregulada, com uma limpeza por fazer e com esplanadas a exigir uma maior regulação e uma maior integração no tecido urbano de Lagos. E no meio deste caos que se começa a instalar, sobressai a falta de limpeza que a todos começa a preocupar. E pelos desabafos que ouvimos dos nossos responsáveis maiores, o problema vai continuar por começarem a escassear peças para os veículos de recolha em fase de manutenção. E, assim, deparamos com ruas por limpar, com contentores a exalar um cheiro pestilento e, de uma forma geral, com a ausência daquela manutenção indispensável a que esta urbe secular exiba o seu fascínio e o seu poder de atracção. Até as praias que, noutros tempos, eram limpas com assiduidade, agora, após os ventos de sueste, exibem toda a sua sujidade.</p>
<p>E com um panorama cada vez mais desolador dentro de portas, eis que a avenida, sacudida pelos ventos de norte que, com frequência, a costumam varrer, parecia escapar ao ambiente geral e oferecer o clima natural para quem quisesse alargar a sua visão, percorrer o seu extenso empedrado ou, simplesmente, se quisesse fascinar com aquele lençol de água a caminho do vasto horizonte de mar. Mas nem a avenida parece escapar a esta desarrumação e a algum mau gosto que se começa a instalar. Ao longo do seu percurso, começam-se a erguer alguns quiosques de gelados com uma estrutura plastificada que em nada contribui para embelezar ou, ao menos, para evitar a degradação daquele espaço tão aberto e convidativo. A par destas estruturas plastificadas, ergue-se outra junto à travessia para a Meia Praia completamente desfasada de tudo o que se vê ao longo daquele extenso passeio. E para completar o ramalhete, uma estrutura fixa, já com os papéis meios queimados e desbotados pelo sol, anuncia os passeios de barco que os turistas podem fazer à Ponta da Piedade ou às grutas das suas imediações. Mas por maiores que sejam as atracções, aquela apresentação não é convidativa para qualquer incursão como as que se podem fazer pela Costa de Oiro de Lagos. Muitas outras estruturas, mas amovíveis, se estendem ao longo daquela avenida a desafiar quem se predisponha para mais um passeio de mar. Exibindo a sua grande variedade, são as que menos agridem a qualidade que a avenida deveria apresentar.</p>
<p>Mas se, na generalidade, as diversas estruturas da avenida facilmente se podem retirar, algumas começam a aparecer com carácter definitivo. É o que se pode verificar com essa estrutura metálica que ousaram implantar mesmo em frente do Mercado da Avenida. Trata-se de uma estrutura pesada e de difícil remoção e que, pelo seu aspecto e porte pesado, configura uma forte agressão em relação ao espaço em que se situa. Se há normas de preservação referentes a todo o centro histórico, não se compreende como é que numa zona tão sensível como aquela se vai implantar uma estrutura metálica que a consegue desfigurar.</p>
<p>​Mas ela ali está a par de todas as outras a dar mostras de que alguma coisa está a falhar e de que estruturas amovíveis deixaram de obedecer a uma linha padrão que contribuísse para dignificar e valorizar um espaço como aquele. E sem qualquer orientação, todos os caminhos são possíveis. É o que nos está a dizer aquela estrutura metálica completamente desenquadrada e sem qualquer ligação com a dignidade da própria avenida. Mas mais do que essa estrutura em si, o que nos pode atemorizar é o que pode vir a seguir. Com efeito, sem um projecto de valorização em que as diversas estruturas da avenida se possam integrar, vamos deparar com barracas a aumentar em catadupa por falte de uma mão que saiba orientar e valorizar um espaço tão nobre como é o da Avenida dos Descobrimentos de Lagos.</p>
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