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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; BE</title>
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		<title>As perspectivas das diversas forças partidárias no município de Lagos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Sep 2013 22:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A campanha que, ao longo das últimas semanas, esteve no ar preparara-se para expirar. E à medida que o tempo vai passando e a campanha se vai aproximando do fim, as expectativas começam a aumentar e muitas projecções, de última hora, começam a criar esperanças renovadas e alguns receios em quem parecia passar por entre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha que, ao longo das últimas semanas, esteve no ar preparara-se para expirar. E à medida que o tempo vai passando e a campanha se vai aproximando do fim, as expectativas começam a aumentar e muitas projecções, de última hora, começam a criar esperanças renovadas e alguns receios em quem parecia passar por entre os pingos da chuva. <span id="more-4102"></span>É o que parece dar a entender as sondagens de última hora que estão a pôr em perigo algumas das praças do partido laranja. O Porto, que parecia um dado adquirido, com Meneses sempre à frente, vê inesperadamente o candidato de Rui Rio aparecer em primeiro lugar e disputar a presidência da Câmara. O mesmo se pode dizer em Sintra e Vila Nova de Gaia onde o PS tem grandes possibilidades de vir a vencer.</p>
<p>E com estes baluartes postos em causa, muitos podem aparecer e revolucionar o panorama autárquico que nos era habitual e provocar mudanças de vulto de norte a sul de Portugal. Muitas delas, por força da lei, vão-se operar por os candidatos com mais de três mandatos não se poderem recandidatar. É caso para se dizer que já nada vai ser como era. Mas para além de se tratar de uma eleição a nível local, ninguém acredita que não terá repercussão a nível nacional. As políticas obsessivas deste governo e com uma só direcção não poderão passar ao lado de uma fatia significativa do eleitorado.</p>
<p>Com estes dados em cima da mesa, estão-se a disputar uma imensidade de eleições entre as quais se podem contar as que também têm lugar em terras de Lagos. E, por aqui, as expectativas são altas para todos os que se têm vindo a empenhar para tentarem fazer passar a sua mensagem. O PS, como partido da governação e com uma forte empatia com a população, tenta sustentar o poder e continuar com maioria absoluta. E sempre o conseguiu manter. A excepção foi José Valentim que beneficiou da saturação da população em relação à figura que, então, governava e que se distanciava de uma forma surpreendente em relação àqueles que tinha por diante. E Valentim, com o seu carisma bem próprio, soube criar essa empatia que ninguém, até hoje, soube alimentar como ele.</p>
<p>Mas, agora, para o PS, os tempos são bem diferentes. Não poderá esquecer as excepcionais condições de que dispôs à frente, destes últimos 12 anos, no município de Lagos. E a herança acaba por ser pesada e terá que ser saldada durante anos a fio. E é para continuar o trabalho de consolidar o que, entretanto, foi feito que o PS se propõe inaugurar um novo ciclo político e estabelecer uma relação que crie uma maior empatia com a população. São essas as expectativas da equipa de Joaquina Matos.</p>
<p>Vencer e, se possível, assegurar a maioria absoluta. Vamos a ver como é que tudo vai decorrer.</p>
<p>O PSD é, também, um partido com tradição em terras de Lagos. Para além de já ter sido poder, é dos que, por norma, consegue representação em todos os órgãos autárquicos. E é com essa convicção que disputa mais uma eleição. Mas os tempos não estão fáceis. Se, por um lado, pode beneficiar do desgaste do PS na Câmara e como este partido se soube distanciar e hipotecar o município, por outro tem que lutar contra o fardo pesado de um governo que se tem desgastado em experimentalismos, em incongruências e, mercê das suas incompetências, tem arrastado o país para a situação aflitiva em que se encontra. Com esta consciência, o PSD, sem descurar a experiência como a de José Valentim, quis abrir as portas à juventude para preparar o futuro. E com este panorama de fundo, embora o PSD lute para conquistar o poder, as suas expectativas são as de aumentar o número de vereadores e de dar mais expressão aos restantes órgãos autárquicos.</p>
<p>Pelas bandas do CDU, tem-se trabalhado com convicção para regressar ao executivo municipal onde, há mandatos atrás, era presença habitual. Sem fugir ao seu figurino de sempre, procurou um candidato consistente mas que não era figura presente nos diversos caminhos de Lagos. Mais entregue a estudos e gabinetes, foi preciso ser secundado por uma figura bem conhecida e já bem batida em disputas como estas. Criadas as condições, era conveniente pôr o candidato em contacto com as populações. Foi o que a CDU fez com um programa bem elaborado. Agora, fica à espera de ver qual o seu resultado. Mas as suas expectativas são de entrar na Câmara e Assembleia Municipal. Neste último órgão, sempre tem sido presença habitual. Vamos a ver se as suas expectativas se conseguem concretizar.</p>
<p>A tarefa para o Bloco de Esquerda torna-se mais ingrata que em eleições precedentes. Tem no seu campo de acção vários outros concorrentes a tentarem cativar também o vasto número de descontentes. Mas, mesmo assim, o Bloco de Esquerda procura a fidelização de quem já votou em si e alargar o seu campo de acção. E, embora tenha consciência que é difícil ter assento na Câmara, faz parte das suas expectativas continuar na Assembleia Municipal e, se possível, alargar a sua representação.</p>
<p>O caso do CDS-PP é dos que deixa mais interrogações. É verdade que as suas expectativas são altas. Quer o investimento na campanha, quer as figuras que foi buscar, são argumentos que, embora para dentro de portas, podem alimentar o seu índice de confiança em alcançar um bom resultado. Mas, contra essas expectativas, está o facto de ser governação e da sua liderança ser motivo de desconfiança. Depois do episódio de Julho passado e de tudo o que veio a seguir, é difícil inverter a situação e de conquistar a confiança do cidadão. E se a isto juntarmos a sua fraca expressão em Lagos, é caso para perguntar se essas expectativas de se vir a obter representação autárquica em Lagos tem, na verdade, alguma semelhança com a realidade.</p>
<p>Onde as maiores interrogações se podem levantar é no grupo de independentes que se apresenta debaixo da sigla Lagos com Futuro. Conforme o temos vindo a dizer, trata-se de um grupo de pessoas das mais diversas proveniências e pensamentos desencontrados. E se, por um lado, pode ser sinal de convergência, por outro, fica-se sem se conhecer qualquer conteúdo político ou linhas programáticas que os cidadãos eleitores deveriam conhecer. Para além de slogans vagos e de frases vazias de conteúdo, conhecem-se apenas algumas personalidades que, se imagina, andarem próximas do pensamento político das forças que abandonaram ou de que se distanciaram para incorporarem este projecto. A seu favor têm o facto de terem angariado assinaturas suficientes para poderem ser intervenientes neste processo autárquico. E isto, só por si, cria legítimas expectativas. Serão legitimadas ou não? Com esta interrogação, resta saber se esta novidade política conseguirá representação e qual a sua dimensão ou se não passará de uma simples tentativa falhada.</p>
<p>A Plataforma de Cidadania, que não passa de uma coligação de pequenos partidos, consegue reunir um grupo de jovens e de outros menos jovens que vão também disputar esta eleição autárquica em terras de Lagos. Tem a vantagem de, um sector da população bastante arredado do fenómeno da política, poder participar e dar a sua contribuição para um fenómeno que a todos diz respeito. As expectativas não podem ser muito elevadas a avaliar pelo que se pode ver no terreno. Mas só a participação é digna de um registo positivo e de motivação para uma futura eleição e, de uma forma geral, de chamamento destes jovens para o fenómeno da política.</p>
<p>Com estas expectativas no ar, o último dia de campanha começa-se a esgotar e o chamado dia D a aproximar a passos largos. Todo o trabalho de dias e dias de contacto com a população aguarda o seu resultado depois do veredicto final do respectivo eleitorado. Foi mais uma campanha a chegar ao fim com todos os intervenientes tradicionais e com os demais que deram também brilho e colorido a esta campanha. Agora é a hora dos eleitores decidirem e de dizerem quem é que os vai representar. E se as expectativas de uns são concretizadas, outras esperam por concretização, sabe-se lá, numa futura eleição. </p>
<p><strong>Texto publicado originalmente a 27 de Setembro de 2013 às 19:50</strong></p>
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		<title>Entrevista a Manuela Goes &#8211; Candidata à Câmara Municipal de Lagos pelo BE</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Sep 2013 02:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As eleições autárquicas constituem um momento alto no calendário político deste ano que já se está a adiantar e que se prepara para deixar a fase estival que trouxe um mar de gente a esta cidade que, apesar dos seus percalços, continua a mostrar o seu ar bem atraente. Quando o Outono começa a entrar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>As eleições autárquicas constituem um momento alto no calendário político deste ano que já se está a adiantar e que se prepara para deixar a fase estival que trouxe um mar de gente a esta cidade que, apesar dos seus percalços, continua a mostrar o seu ar bem atraente. <span id="more-3831"></span>Quando o Outono começa a entrar e tudo parece acalmar, eis que um outro tipo de animação decidiu aparecer e tudo começa a ganhar um colorido diferente em torno de um movimento que, atrás de si, consegue arrastar muita gente.</p>
<p>São assim as autárquicas com o seu colorido bem próprio, com a sua animação e com o movimento que conseguem imprimir às muitas localidades por onde desfilam as mais diferentes personalidades. Em torno dessas figuras, projectos políticos vão-se apresentando com o intuito de cativar em seu redor o cidadão eleitor.</p>
<p>O que acontece pelo país adiante, ganha, para nós, particular atenção com a apresentação das candidaturas de Lagos. E ao todo são sete as que já andam a desfilar e que, pelo terreno adiante, mostram o seu ar triunfante. É assim a sua forma de proceder para cativar todo o cidadão que vai votar.</p>
<p>Mas para além do folclore tão propício a uma encenação como esta, é fundamental conhecer as propostas que cada candidato tem para apresentar. E, para cumprir este papel de intermediação, fomos junto de cada candidatura para conhecer as propostas que tem para gerir a nossa casa comum. Com um formato muito igual, procuramos personalizar para melhor dar a conhecer ao cidadão o projecto político de cada um. À medida que nos forem chegando, vamo-las dando a conhecer. E, desta forma, pensamos estar a contribuir para este movimento que deve, em última análise, visar o esclarecimento do nosso público leitor.</p>
<p>Eis o resultado das perguntas que foram colocadas e das respostas que nos foram dadas.</em></p>
<p><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/09/Manuela_Goes2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3831];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/09/Manuela_Goes2-300x225.jpg" alt="Manuela_Goes2" width="300" height="225" class="alignright size-medium wp-image-3837" /></a><strong>ALGARVE EXPRESS &#8211; Quais as razões que a levam a candidatar-se à Câmara Municipal de Lagos?</strong></p>
<p><strong>MANUELA GOES</strong> &#8211; A consciência de que nós, Bloco de Esquerda, temos propostas válidas para o Concelho de Lagos.</p>
<p><strong>ALGARVE EXPRESS &#8211; O conhecimento que tem da cidade e do concelho foi-lhe dado pela sua presença na Assembleia Municipal, ao longo do último mandato, ou dispõe de uma base social suficientemente ampla que lhe dê um conhecimento abrangente de todo o concelho?</strong></p>
<p><strong>MANUELA GOES</strong> &#8211; A esta sua pergunta responderei como cidadã, como elemento eleito à Assembleia Municipal pelo BE e como professora, pois o meu conhecimento e interesse, é obviamente o somatório da minha vivência nesta cidade.<br />
Ter cumprido o último mandato na Assembleia Municipal não só reforçou como ampliou e redimensionou o meu conhecimento sobre o concelho e os seus imensos problemas.<br />
Como cidadã tinha a perceção e experiência de alguns deles,  como deputada na Assembleia Municipal fiquei a conhecê-los de forma  a permitir-me compreender, denunciar e criar propostas alternativas e ações consequentes para a sua resolução.<br />
O facto de ter sido candidata do BE e eleita, deu-me a força de cumprir o programa que defendia e que, com muito trabalho e seriedade cumpri.  As atas das reuniões das assembleias municipais poderão provar o intenso trabalho e número de propostas apresentadas, ações concretizadas e denuncias fundamentadas .<br />
Como professora neste concelho, calculará que o trabalho docente me permite ter uma visão ampla e quotidiana do estado social, educação,  saúde,  conflitos sociais e familiares e carências de todo o género.</p>
<p><strong>ALGARVE EXPRESS &#8211; Como é do seu conhecimento, o passivo da Câmara Municipal de Lagos é um problema que vai afectar o próximo mandato de quem a vier a gerir. Essa gestão terá de passar pela implementação do chamado programa de requalificação de funcionários com o consequente corte de vencimentos e pela eliminação da empresa municipal Futurlagos?</strong></p>
<p><strong>MANUELA GOES</strong> &#8211; Claro que o passivo da CML vai ser um gigantesco problema para qualquer administração vindoura.<br />
Nós, Bloco de Esquerda de Lagos cremos e consta do nosso programa que penso ser do seu conhecimento, que, em primeira instância e com caracter de urgência, deve ser pedida uma auditoria à inspeção geral de finanças às contas da autarquia e das empresas municipais. Só assim poderemos ter a noção exata da situação financeira do município. Logo, esta seria a medida essencial para um diagnóstico correto e real da situação. Há que apurar responsabilidades, lutar contra a impunidade de administrações ruinosas, compadrios, caciquismos, interesses de grandes grupos económicos.<br />
Claro que a requalificação dos funcionários não deve obedecer a despedimentos sem justa causa, nem a mobilizações sem o acordo e interesse prévio de ambas as partes. Somos pela defesa de todos os postos de trabalho.<br />
A Futurlagos é  um problema a resolver no futuro e sem uma avaliação mais profunda parece-me precoce e eleitoralista dar opinião concreta. Penso que é do seu conhecimento que nesta última assembleia municipal foram prestadas contas pelas empresas municipais, resultado de uma moção apresentada pelo BE e aprovada por unanimidade. Defendemos a integração dos trabalhadores das empresas municipais nos quadros da edilidade em caso de extinção das mesmas.<br />
Nós, Bloco de Esquerda de Lagos não temos o hábito de dar opiniões gratuitas.</p>
<p><strong>ALGARVE EXPRESS &#8211; Que outras medidas se terão de tomar para se contornar este passivo?</strong></p>
<p><strong>MANUELA GOES</strong> &#8211; Como já afirmei anteriormente e sem querer fugir á questão é precoce esta resposta, seria extenso e não passaria de uma declaração de intenções que poderia fazer parecer especulativa e eleitoralista. Parte dela está respondida na questão anterior. Não vou repetir-me.</p>
<p><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/09/Manuela_Goes3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3831];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/09/Manuela_Goes3-225x300.jpg" alt="Manuela_Goes3" width="225" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-3838" /></a><strong>ALGARVE EXPRESS &#8211; Quais as linhas mestras em que vai assentar a sua acção caso seja eleita para este importante cargo de gestão do nosso município?</strong></p>
<p><strong>MANUELA GOES</strong> &#8211; Em primeiro lugar pedir a auditoria relativa à questão financeira.  A resposta à emergência social é, sem dúvida, a prioridade do momento. Medidas que facilitem a criação de emprego também. Consideramos prioritária a implementação de um orçamento participativo, bandeira que já defendemos em 2009 e continuaremos a batalhar pela sua concretização.<br />
Candidatamo-nos a estas eleições autárquicas, particularmente difíceis, com dois grandes objetivos: responder à emergência social e resgatar a democracia local. Como a estimulação da economia e a criação de emprego não se podem dissociar da resposta à emergência social, o BE empenhar-se-á no fomento do crescimento económico por meio da promoção da atividade dos agentes integradores na economia social, no apoio às PME’s e às microempresas. Apoiando as formas associativas e cooperativas de promoção e dinamização de atividades económicas e sociais; apoiando a criação de incubadoras ou «ninhos de empresas», assegurando uma redução de custos, apoio técnico e logístico no lançamento de novos projetos e de formas de criação de auto emprego; Apoiando a promoção de atividades e produções artesanais; Apostando na requalificação urbana, incentivando as técnicas de construção tradicionais.<br />
Defendemos a criação de emprego estável, a ausência de precariedade dos vínculos laborais e a discriminação positiva dos mais vulneráveis no acesso ao emprego.<br />
No que toca ao resgate da democracia local comprometemo-nos a dinamizar uma maior proximidade entre a população e os órgãos representativos do poder local, assumimos a realização de referendos, portanto, consultas à população, em situações em que a gravidade e importância das decisões o exijam, como por exemplo, a concessão ou privatização da gestão dos sistemas de abastecimento público de água, saneamento e resíduos. Continuamos a bater-nos pela implementação de um orçamento participativo, tal como fizemos em 2009. Também nas áreas do ordenamento do território, urbanismo e ambiente empenhar-nos-emos na defesa de mecanismos de participação mais efetiva da população. Defendemos até o esclarecimento das pessoas sobre a importância destes instrumentos na vida dos municípios. A ausência de PDM no concelho de Lagos (único concelho no País) é gritante e leva ao completo descontrole urbanístico. Consideramos que agora, mais do que nunca, motivar os cidadãos para a vida pública e política é urgente, que quebrar o «divórcio» entre cidadãos e eleitos é premente, que fazer com que os jovens e menos jovens exerçam cada vez mais a sua participação cidadã e cívica é fundamental. Queremos cidadãos ativos e comprometidos. A democracia é o poder do povo. Procuraremos torna-la bem mais participativa.</p>
<p><strong>ALGARVE EXPRESS &#8211; Daqui por quatro anos a cidade e o concelho, consigo à sua frente, estariam muito diferentes?</strong></p>
<p><strong>MANUELA GOES</strong> &#8211; Não querendo fazer futurismo penso que sim.<br />
Defendemos a transparência na gestão autárquica, a competência, a justiça social, a sustentabilidade ambiental, o desenvolvimento da economia local, o direito à saúde, educação e cultura publicas.<br />
Que lhe parece? Não seria um concelho diferente?<br />
Pelo menos penso que viveríamos num concelho de democracia participativa e maior justiça social. Como já referi anteriormente, a nossa grande preocupação é a resposta à emergência social e não uma maior betonização do Concelho ou deixar uma marca pessoal.</p>
<p><strong>ALGARVE EXPRESS &#8211; Que diferenças seriam essas?</strong></p>
<p><strong>MANUELA GOES</strong> &#8211; Penso que já respondi nas questões anteriores.</p>
<p><strong>ALGARVE EXPRESS &#8211; O que é que aproveitaria dos mandatos anteriores para incentivar e o que é que faria questão em eliminar?</strong></p>
<p><strong>MANUELA GOES</strong> &#8211; Aproveitaria, por exemplo a aposta que tem sido feita, ultimamente, nos agentes culturais locais. A mesma aconteceu devido à escassez de dinheiro e não a uma opção política, mas é de incentivar. As feiras de artesanato, exposições de artistas locais, a requalificação através de pinturas murais que estão a acontecer, por exemplo. Para eliminar seriam todas as construções que foram feitas e cuja utilidade é nula. Era necessário, já que existem, coloca-las ao serviço do Concelho, das suas associações, das forças vivas do mesmo, para não falar nos ruinosos parques de estacionamento e na requalificação da Frente Ribeirinha, do que tem acontecido na Meia Praia. Mas quanto a isso, o mal está feito.</p>
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		<title>Francisco Louçã em Lagos e Vila do Bispo em acções de campanha</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 15:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ex-coordenador do Bloco de Esquerda (BE), Francisco Louçã, vai estar esta tarde em Lagos e Vila do Bispo, para acções de campanha que marcam o arranque oficial da campanha para as Autárquicas 2013 pelo BE. O bloquista estará em Lagos, pelas 18:30 horas, sendo orador principal numa sessão pública sobre as soluções da esquerda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-coordenador do Bloco de Esquerda (BE), Francisco Louçã, vai estar esta tarde em Lagos e Vila do Bispo, para acções de campanha que marcam o arranque oficial da campanha para as Autárquicas 2013 pelo BE.<span id="more-3713"></span></p>
<p>O bloquista estará em Lagos, pelas 18:30 horas, sendo orador principal numa sessão pública sobre as soluções da esquerda para a crise que decorre no espaço Arte dos Sabores, na rua 25 de Abril.</p>
<p>À noite, Francisco Louçã é aguardado na Vila do Bispo e em Sagres onde participará num jantar-convívio com os candidatos e candidatas do partido à Assembleia Municipal de Vila do Bispo. Já no Clube Recreativo Infante de Sagres, participará na apresentação do manifesto eleitoral da candidatura do BE em Vila do Bispo.</p>
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		<title>Vila do Bispo: BE só concorre à Assembleia Municipal</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2013 12:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o lema «Mais democracia local! Mais participação cidadã!», o Bloco de Esquerda apresenta uma candidatura à Assembleia Municipal de Vila do Bispo. A lista é composta de pessoas, na sua maioria independentes, todas do concelho de Vila do Bispo, e é encabeçada por Sebastião Pernes, Nuno Viana e Nídia Barata. Tem como objectivo central [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o lema «Mais democracia local! Mais participação cidadã!», o Bloco de Esquerda apresenta uma candidatura à Assembleia Municipal de Vila do Bispo. A lista é composta de pessoas, na sua maioria independentes, todas do concelho de Vila do Bispo, e é encabeçada por Sebastião Pernes, Nuno Viana e Nídia Barata. </p>
<p>Tem como objectivo central lutar pela defesa intransigente do interesse público e do bem comum, em prol de uma gestão autárquica rigorosa e transparente, que acabe com a discriminação dos munícipes e a promiscuidade demasiado frequente entre negócios privados e o poder municipal.</p>
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		<title>Bloco de Esquerda de Lagos formalizou candidatura</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Aug 2013 18:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O BE de Lagos, formalizou, ontem, dia 1 de Agosto, a sua candidatura às próximas eleições autárquicas. A delegação do Bloco de Esquerda composta pelos três elementos visíveis na foto, Nuno Pinto (mandatário da candidatura), Natacha Álvaro (delegada do BE) e Manuela Goes (candidata à Câmara Municipal de Lagos), deslocaram-se ao tribunal da comarca de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O BE de Lagos, formalizou, ontem, dia 1 de Agosto, a sua candidatura às próximas eleições autárquicas.<span id="more-2579"></span></p>
<p>A delegação do Bloco de Esquerda composta pelos três elementos visíveis na foto, Nuno Pinto (mandatário da candidatura), Natacha Álvaro (delegada do BE) e Manuela Goes (candidata à Câmara Municipal de Lagos), deslocaram-se ao tribunal da comarca de Lagos, durante o dia de ontem, formalizando assim a candidatura. </p>
<p>Sob o lema «Desbloquear e Mudar Lagos», o Bloco de Esquerda de Lagos baseia a sua campanha nas seguintes linhas de pensamento: resgatar a democracia local através da efectiva criação de mecanismos que permitam a democracia participativa e cidadã e responder à emergência social por que passam muitos lacobrigenses.</p>
<p>O BE de Lagos apresentou publicamente os seus candidatos em Maio.</p>
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		<title>Os nomes dos que correm por dentro e dos que correm por fora à Câmara Municipal de Lagos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jul 2013 16:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o tempo a avançar, não admira que os partidos comecem a apresentar as principais figuras que vão disputar as eleições que se avizinham. Apesar dos percalços com que todos se têm confrontado e que têm barrado o caminho a alguns, o processo vai-se desenrolando com tranquilidade e, mesmo contando com o esforço de alguns [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tempo a avançar, não admira que os partidos comecem a apresentar as principais figuras que vão disputar as eleições que se avizinham. Apesar dos percalços com que todos se têm confrontado e que têm barrado o caminho a alguns, o processo vai-se desenrolando com tranquilidade <span id="more-1608"></span>e, mesmo contando com o esforço de alguns para se fazerem ouvir, tudo caminha dentro da maior normalidade. Mas, mesmo assim, não é de estranhar que algumas surpresas acabem por vir animar o período de defeso. É o que dão a entender os que correm por dentro e por fora neste período que está a decorrer.</p>
<p><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/Joaquina_Matos_Camp.jpg" alt="Joaquina_Matos_Camp" width="400" height="267" class="alignright size-full wp-image-1616" />Começando pelos que correm por dentro, parece não haver novidade de maior. Os partidos com as suas filosofias bem próprias começam-se a posicionar e a mostrar as suas pretensões, ou melhor dizendo, a deixar no terreno a marca das suas ambições. É o que nos deixa transparecer a candidatura PS. Já com tudo delineado, os diversos órgãos autárquicos estão preenchidos e já são suficientemente conhecidos por parte dos cidadãos eleitores. A sessão de apresentação dá mostras dessa preocupação de se darem a conhecer e de <img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/Paulo-Morgado.jpg" alt="Paulo Morgado" width="400" height="284" class="alignright size-full wp-image-1617" />mostrar que todos os órgãos autárquicos são merecedores da sua confiança da vontade de ninguém ficar de fora. É por isso que são já conhecidos os candidatos à Câmara Municipal, à Assembleia Municipal e às Juntas de Freguesia. É uma forma de divulgar e de dar a conhecer os nomes que poderão vir a ser os futuros gestores do nosso destino comum. E, entre eles, há a destacar, à Câmara Municipal de Lagos, o nome de Joaquina Matos. E à Assembleia Municipal continuar-se-á a contar com o nome de Paulo Morgado. Às juntas de freguesia, o PS apresenta, na união das Juntas de Santa Maria e São Sebastião, Carlos Saúde. Em Odeáxere o nome é o de Carlos Fonseca , na Luz é Victor Mata e na fusão de Bensafrim com Barão de São João temos Duarte Nuno.</p>
<p><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/Valentim.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1608];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/Valentim.jpg" alt="Valentim" width="201" height="252" class="alignright size-full wp-image-1622" /></a></p>
<p><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/Nuno-Serafim.jpg" alt="Nuno Serafim" width="184" height="274" class="alignright size-full wp-image-1621" />Bem diferente é o que se passa com o PSD. Dada a turbulência que este partido vive a nível nacional, o melhor é não mexer nem fazer muitas ondas que, ainda mais, poderão abalar a sua credibilidade ou deitar por terra qualquer compreensão que ainda pudesse emanar do cidadão eleitor. E perante esta onda tão negativa e bem difícil de ultrapassar, terá pensado o PSD local que o melhor é deixar o tempo passar. É o que se vê no interior do partido laranja que milita em terras de Lagos. Depois do seu cabeça de lista ter sido escolhido para estancar a turbulência interna, eis que tudo entra numa espécie de hibernação e nem parece que o partido se prepara para disputar uma eleição. E, por isso, para além de Nuno Serafim, já anunciado como cabeça de lista à Câmara, mais ninguém parece entrar nesta lista que está a adiar até ao limite os nomes que o irão acompanhar. José Valentim Rosado era dado como cabeça de lista à Assembleia Municipal. Mas dado o panorama desolador que se vive dentro de portas, não é de admirar que acabe por não avançar. Eurico Correia, ainda sem confirmação, à presidência das juntas de freguesia de Santa Maria e São Sebastião, deverá integrar os nomes que o PSD virá apresentar. E ainda com estes nomes no ar, aguarda-se que outros comecem a aparecer para completar a lista do PSD às próximas autárquicas em Lagos.</p>
<p><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/Luis_Reis2cópia.jpg" alt="Luis_Reis2" width="400" height="400" class="alignright size-full wp-image-1656" />No reino da CDU, o pragmatismo começou a imperar com a apresentação, logo a 17 de Abril, do seu cabeça de lista. Como se tratava de um nome bastante desconhecido da opinião pública, era necessário que, pela frente, tivesse uma longa maratona a percorrer para se dar a conhecer. E assim aconteceu com Luís Reis a encabeçar a lista desta formação política que tem como objectivo vir-se, de novo, a representar na Câmara Municipal de Lagos. Mas tendo consciência da dificuldade desse desígnio vir a ser alcançado, recorreu a Luísa Teixeira para facilitar os propósitos a atingir. E, por isso, Luísa Teixeira ocupa o segundo lugar para, mesmo em posição secundária, funcionar como lebre nesta maratona de divulgação junto da opinião pública de Lagos.</p>
<p><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/José-Maia-dos-Santos.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1608];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/José-Maia-dos-Santos.jpg" alt="José Maia dos Santos" width="200" height="270" class="alignright size-full wp-image-1628" /></a></p>
<p><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/Manuela-Goes.jpg" alt="Manuela Goes" width="200" height="270" class="alignright size-full wp-image-1627" />O Bloco de Esquerda, com o propósito de mera representação, não recorreu a qualquer estratégia de renovação. Revelando dificuldades de recrutar novos elementos ou personalidades que lhe possam abrir novos horizontes, recorreu aos seus elementos de sempre. E, por isso, temos Manuela Góis para mais uma missão dentro de terras de Lagos, agora na Câmara Municipal. E para não estar só, decidiu anunciar José Maia dos Santos para Assembleia Municipal. Mas bem vistas as coisas, se o Bloco de Esquerda se conseguir manter na Assembleia Municipal é sintoma de que, pelo menos em Lagos, não diminui a sua influência, demasiado escassa, ao nível do poder local.</p>
<p><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/Artur-Rego2.jpg" alt="Artur Rego2" width="398" height="398" class="alignright size-full wp-image-1647" /></p>
<p><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/Alberto_Baptista.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1608];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2013/07/Alberto_Baptista.jpg" alt="Alberto_Baptista" width="330" height="366" class="alignright size-full wp-image-1644" /></a> O CDS-PP é um caso paradigmático. Como partido desgastado e com a desorientação dos últimos dias, acaba por se fragilizar e por perder os poucos adeptos que ainda lhe restam em terras de Lagos. Não admira, por isso, que deite mão a todas as ferramentas possíveis para poder concorrer sem sofrer uma derrota humilhante. E, então, recorre a todos os estratagemas para criar algum facto político que o faça notar no seio da sociedade lacobrigense. É o que acontece com uma abrangência a que quer deitar mão e a que chama coligação. Ao juntar a sua sigla ao PPM ou MPT não vai arrecadar muitos mais votos. Mas sempre dá a ideia de uma grande junção que quer ampliar ao chamar nomes mais ou menos sonantes que já tenham concorrido ou tenham militado em outro partido. É o caso de Alberto Baptista que faz questão de se deixar utilizar para, na hora da verdade, acabar por claudicar. É que não vai querer sofrer uma derrota humilhante e, ainda por cima, ver-se irremediavelmente banido do seu partido de sempre. Por isso, deixa-se utilizar e, por fim, acaba por ficar pelo caminho. Os nomes sonantes que dizem que o acompanham são para criar sensação e, quem sabe, algum ruído em torno de si. E, no fim de contas, o CDS-PP vai concorrer com Artur Rego e alguns familiares mais próximos ou mais distantes que se sentem na obrigação de não deixarem o partido despido.</p>
<p>Se o CDS-PP faz ponte entre os que correm por fora e os que concorrem por dentro, isto é, entre os partidos tradicionais e os descontentes, já estes últimos parecem fugir a qualquer sigla partidária que os possa amparar. E, por isso, têm uma tarefa árdua para levar a água ao moinho. A de recolher assinaturas suficientes para poderem concorrer. Mas eles aí estão a fazerem-se ouvir e a darem a conhecer a enorme disparidade de interesses que os consegue juntar enquanto não se começar a definir posições. Enquanto essas divisões não começarem a fazer estragos, aí estão a recolher assinaturas a ver de conseguirão disputar a eleição que se avizinha. E a avaliar pelo que se vê no terreno, tudo leva a crer que quem acabará por encabeçar a lista será Jorge Ferreira. O primeiro que se apresentou como cabeça de lista foi Luís Barroso. Mas o movimento, do seu interior, já pôs a correr que não o quer. E para o substituir até terá ido convidar Victor Álvaro, outro dissidente PS. Também Joaquim Pedro poderá ter o seu destino traçado. Sem peso para entrar na corrida para a Câmara Municipal, o seu grande desejo é continuar na junta de freguesia, agora com a união de Santa Maria e São Sebastião. Se estes nomes são os que, em parte, andam no ar, tudo acabará, ainda mais, por se complicar quando se começar a definir uma estratégia comum e quando se começar a discutir a posição de cada um. Até lá, vamos vendo se conseguirão recolher as assinaturas que os poderão levar a concorrer às próximas autárquicas de Lagos.</p>
<p>E com estes nomes já confirmados ou por confirmar, lá se continuarão a desenvolver esforços para preparar as listas de cada força política ou movimento cujo pensamento é a Câmara Municipal e demais órgãos que estruturam o poder local. E como o tempo começa a escassear, os que ainda não se definiram dentro em breve terão de o fazer. Já não lhes bastará pôr nomes a correr para ver se têm aceitação ou se, pelo contrário, sobre eles se abate o espectro da rejeição. E tudo, ainda este mês terá de estar preparado para, já em Agosto, os processos entrarem em tribunal e, dessa forma, se conhecer em definitivo os nomes que irão disputar este pleito eleitoral. </p>
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		<title>As figuras que vão protagonizar as candidaturas autárquicas de Lagos</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 18:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O panorama político local, por norma adormecido, começou a acordar quando os candidatos, em direcção às autárquicas, se começaram a posicionar. É o que acontece, de tempos a tempos, quando os mandatos dão mostras de estarem a expirar e as movimentações, pelas diversas freguesias e abrangendo todas as autarquias, se posicionam para inaugurar um novo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O panorama político local, por norma adormecido, começou a acordar quando os candidatos, em direcção às autárquicas, se começaram a posicionar. É o que acontece, de tempos a tempos, quando os mandatos <span id="more-675"></span>dão mostras de estarem a expirar e as movimentações, pelas diversas freguesias e abrangendo todas as autarquias, se posicionam para inaugurar um novo ciclo político. O que acontece pelo país adiante, tem grande expressão ao nível da região e com particular incidência por estas terras de Lagos.</p>
<p>Embora os jogos de bastidores fossem uma constante e nenhum partido lhes fosse alheio, houve uns em que os resultados, mais cedo, se começaram a ver e, em relação aos demais, a dar mostras de alguma antecipação para enfrentar a próxima eleição. Foi o que se viu com o PS a indicar, ainda no decurso do ano anterior, a candidata que iria encabeçar esta entusiasmante campanha. E com Joaquina Matos já no terreno, o PS, se, por um lado, apresentava alguma vantagem em relação a candidatos que lhe fariam oposição, por outro expunha-se em demasia para enfrentar os ataques internos e externos desta longa travessia. Mas com a paciência que se lhe reconhece, Joaquina Matos lá foi fazendo o seu caminho com a devida precaução e formando a sua equipa com a devida descrição. E, apesar de todos os obstáculos que enfrentou e continua a enfrentar, a sua equipa foi a que mais cedo se constituiu e a que, como consequência, sofreu os primeiros embates da opinião pública. Mas ela aí está a percorrer o seu caminho e a mostrar que não se deixa intimidar. E, assim, temos já no terreno Joaquina Matos com Hugo Henriques em segundo lugar, Maria Fernanda Afonso em terceiro, Paulo Jorge dos Reis em quarto e Sara Coelho em quinto. Para a Assembleia Municipal, o cabeça de lista continua a ser o eterno Paulo Morgado. Também os cabeças de lista para as juntas de freguesias estão escolhidos à procura de as manter em seu poder. E, de entre eles, há a destacar Carlos Saúde para a nova estruturação das juntas de freguesia de Santa Maria e São Sebastião.</p>
<p>No reino do PSD, o principal partido da oposição, em Lagos, o processo foi demorado e, sobretudo, muito conturbado. Com alguns episódios mais ou menos burlescos, entre os quais o de eleger um cabeça de lista de um membro de um partido contrário como foi o caso de Artur Rego e sem esquecer o candidato que do exterior lhe queriam impor, o PSD finalmente assentou arraias e começou a arrumar a casa para, finalmente, poder apresentar o candidato que vai tentar destronar o PS por estas paragens. E, assim, Nuno Serafim e José Valentim vão ser, pelo PSD, os cabeças de lista à Câmara e à Assembleia Municipal. Para as reestruturadas freguesias de Santa Maria e São Sebastião o escolhido é Eurico Correia. Estes são os nomes principais que, pelo PSD, vão disputar a futura eleição. E, para a levar de vencida, procuram conjugar a velha guarda que já foi vencedora e a juventude que esperam venha, nesta campanha, a ser inovadora. Resta esperar para ver como a campanha se vai desenrolar e quais os resultados que poderá vir a obter.</p>
<p>A CDU, um partido tradicional para fazer oposição, busca, por norma, um candidato que crie alguma sensação e que lhe dê alguns trunfos para desfrutar essa futura eleição. Foi o que aconteceu, há uns anos atrás, quando foi buscar Maria Luísa Teixeira e a deu a conhecer, não com as possibilidades de vencer mas de conquistar o maior número de votos. E a estratégia acabaria por resultar com esta força política a conquistar votos suficientes para eleger dois vereadores. Mas, pouco a pouco, tudo se haveria de eclipsar com o agudizar do fenómeno da bipolarização e com a CDU a não eleger nenhum vereador. Foi assim ao longo dos três últimos mandatos. Agora, para surpreender, tira da cartola o coelho chamado Luís Reis para ver se consegue repetir os tempos em que foi buscar Maria Luísa. Mas para não correr riscos, decide que esta continue a aparecer mas em segundo lugar. Como Luís Reis é demasiado desconhecido, acaba por ser lançado mas com o cuidado de ser amparado por Luísa Teixeira. A Assembleia Municipal continua a ter o experiente José Manuel Freire que se apresenta como uma espécie de enciclopédia ambulante. Com estes dados na mão, resta à CDU esperar se esta estratégia lhe conseguirá abrir as portas da Câmara para lá introduzir pelo menos um vereador. Para isso, vai explorar o descontentamento que está a imperar em todas as franjas do eleitorado.</p>
<p>O CDS-PP, praticamente sem expressão por terras de Lagos, ainda procurou essa aliança que, antes de o ser, já fracassou. E tudo porque quando, como diz o velho ditado popular, os olhos são maiores que a barriga, não admira que os projectos acabem por fracassar. Foi o que aconteceu com essa pretensa coligação que fazia questão de ter à sua frente o número um do CDS-PP. E, como é bom de ver, o PSD, em Lagos, é incomensuravelmente superior. Por isso, a coligação acabou por morrer ainda antes de nascer. Agora, Artur Rego corre sozinho com dificuldade de arranjar nomes suficientes para sequer compor a lista. Não admira que, conforme se ouve dizer, tenha andado a convidar Alberto Baptista. Mas esta é uma lista que, se não houver novidade de maior e que a todos possa surpreender, acabará por não eleger seja quem for. É o que o indica a situação local e os reflexos que advirão da política nacional.</p>
<p>A última força política que fez questão de se posicionar foi o Bloco de Esquerda de Manuela Goes que procura, por via desta eleição, de começar a fazer parte do espectro político de Lagos. Mas se o Bloco de Esquerda, nas últimas autárquicas, já foi uma promessa que se veio a esvair, tudo leva a crer, a avaliar pelo trabalho desenvolvido, que ficará pelo caminho. É que Manuela Goes e o seu companheiro de lista são uns ilustres desconhecidos no contexto da nossa sociedade e, ao longo dos últimos meses, não é conhecida qualquer intervenção que facilitasse a sua exposição pública. Por isso, não é de augurar que o Bloco de Esquerda possa reforçar a sua representação no panorama autárquico de Lagos.</p>
<p>Resta, agora, ver como é que as diversas forças políticas se vão posicionar e como é que vão ultrapassar a herança política que têm atrás de si. O PSD e o CDS-PP contam com o peso de uma governação que tem lançado o país numa recessão sem memória. E, acima de tudo, tem dado corpo a um neoliberalismo que põe a nu a essência de um capitalismo que dá expressão a um antigo refrão que diz: a quem muito tem ainda mais lhe será dado e aos que pouco têm, mesmo esse pouco lhes será tirado. É o que se passa com esse ataque sem qualquer equidade a todos os pensionistas e a toda a terceira idade. E vamos ver os reflexos que daí poderão resultar para o próximo acto autárquico. Mas também o PS, a nível local, conta com uma herança que o pode penalizar e vir a ter alguma influência numa eleição que urge não ter continuação na megalomania que se vira em anos anteriores. Com estes problemas a resolver pelos dois partidos do poder, os que correm à conquista de alguma representação no panorama autárquico de Lagos, vão procurar retirar os maiores dividendos. Mas cada um com as suas fragilidades e com as suas virtualidades começam a estar já no terreno para convencer o eleitorado que serão a melhor opção para dirigir os futuros destinos de Lagos. </p>
<p><strong>Notícia publicada originalmente em 15 de Maio de 2013 18:31</strong></p>
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		<title>Manuela Goes é a candidata do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Lagos</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:24:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após alguma indefinição o Bloco de Esquerda de Lagos, já apresentou os seus candidatos às autárquicas 2013. Manuela Goes, professora, é a cabeça de lista e José Maia dos Santos, desenhador projectista e orçamentista, é o candidato à Assembleia Municipal. Defender a autonomia local e dar resposta às situações de emergência social são duas das [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após alguma indefinição o Bloco de Esquerda de Lagos, já apresentou os seus candidatos às autárquicas 2013. <span id="more-609"></span></p>
<p>Manuela Goes, professora, é a cabeça de lista e José Maia dos Santos, desenhador projectista e orçamentista, é o candidato à Assembleia Municipal.</p>
<p>Defender a autonomia local e dar resposta às situações de emergência social são duas das principais linhas da candidatura do Bloco à autarquia lacobrigense. </p>
<p>Durante a apresentação da candidatura, que decorreu na Sociedade Artística Lacobrigense, Manuela Goes defendeu &#8220;a criação de mecanismos que aprofundem a democracia participativa e cidadã&#8221;. </p>
<p>Reforçou ainda a importância de &#8220;estimular o desenvolvimento local e a criação de emprego, o aumento da transparência na gestão das autarquias, a defesa da justiça fiscal e a exigência de serviços públicos de qualidade&#8221;.</p>
<p>O Bloco de Esquerda lacobrigense e os candidatos têm previstos diversos debates com a população sobre diversas temáticas estratégicas como o emprego, a democracia participativa, as finanças locais, a defesa dos serviços públicos e a cidadania.  </p>
<p>Manuela Goes tem 52 anos. É professora de história no agrupamento de escolas Gil Eanes, exercendo funções docentes na Escola Básica dos 2º e 3º ciclos das Naus. Exerce funções de tutora na CPCJ de Lagos pelo 2º ano consecutivo. Foi eleita Deputada na Assembleia Municipal de Lagos em 2009.</p>
<p>É Membro do secretariado da concelhia de Lagos e membro da comissão coordenadora distrital de Faro do Bloco de Esquerda.</p>
<p>José Maia Santos tem 45 anos e é desenhador-projectista e orçamentista. É membro do núcleo de Lagos do Bloco de Esquerda.</p>
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		<title>Autárquicas já mexem em Lagos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 00:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A menos de um ano de distância, não é de admirar que os diversos candidatos à Câmara de Lagos se comecem a posicionar. Mas como se poderá compreender, esta não é uma situação de exclusividade já que, um pouco por todo o lado, quem tem pretensões começa-se a mexer na ânsia de chamar a atenção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A menos de um ano de distância, não é de admirar que os diversos candidatos à Câmara de Lagos se comecem a posicionar. Mas como se poderá compreender, esta não é uma situação de exclusividade já que, um pouco por todo o lado, quem tem pretensões começa-se a mexer na ânsia de chamar a atenção e de dizer que está apto para disputar as próximas autárquicas. Não é, por isso, de estranhar que, pelo Algarve e pelo país adiante, a agitação e os jogos de bastidores sejam constantes. Até há já candidatos que, apressadamente, se começam a posicionar para ocupar a linha da frente.<span id="more-299"></span></p>
<p>Por estes lados, por não haver candidatos que se consigam impor e com capacidade para obrigar a caminhar atrás de si qualquer opositor, tudo ainda se restringe a aparições subliminares para se acenar a quem tem poder de decisão que contem com eles para essa futura eleição. Entre essas aparições estão algumas entrevistas encomendadas e fabricadas pelo próprio a mostrar que os seus métodos se continuam a repetir e que, por mais que os anos passem, não há meio de evoluir. É o caso do inefável Alberto Baptista, agora acolitado pelo seu mestre de cerimónias que o quer empurrar para um destino incerto. Com efeito, é sabido que dentro do PS, apesar da sua filiação, não consegue entrar depois de todo o património político que foi capaz de desbaratar. E para correr por fora, não tem soldados que o consigam acompanhar nem coragem suficiente para concorrer contra o seu partido de sempre. Restar-lhe-á a escrita como refúgio a que deita mão enquanto muitos outros passam por si a caminho de mais uma eleição.</p>
<p>Entre os muito caminhantes no reino do PS local, os nomes começam-se a desfilar sem se saber qual é o que ocupará o primeiro lugar. E alguns que começam a correr é para avaliar a sua aceitação e se têm minimamente acolhimento no seio da população. É o caso de Paulo Jorge dos Reis e de António Marreiros. O primeiro, sem perfil para avançar, tem-se submetido em excesso à presente gestão e vivido do seu orçamento além de não se lhe conhecer qualquer tipo de pensamento. António Marreiros conta a seu favor com a experiência que tem para ocupar um lugar secundário e não para um posto cimeiro como para, em direcção à Câmara Municipal, ser o primeiro. E com estas figuras descartadas, começam a aparecer os que têm possibilidades de virem a ocupar o primeiro lugar. Um deles é Carlos Albuquerque. Tem a seu favor alguma experiência de gestão e a própria formação. Mas contra si está a forma como geriu e endividou a Futurlagos, embora com a supervisão e, seguramente, orientação do Presidente da Câmara. Além disso, a sua aceitação no seio do PS local é deficiente e não lhe dá garantias de poder seguir em frente. Restaria Paulo Morgado que, embora sem carisma para entusiasmar, era aquele que, nas actuais circunstâncias, poderia reunir consenso e evitar que o PS se pudesse desgastar com o processo de escolha de candidaturas. Mas, embora Paulo Morgado fosse o candidato do consenso, problemas de ordem pessoal parecem estar a inviabilizar inesperadamente o que foi o seu sonho de sempre. E no meio desta amálgama de impossibilidades, não seria de descurar o aparecimento de uma figura feminina que pudesse trazer inovação ao PS local e ao próprio acto eleitoral.</p>
<p>No reino do PSD as coisas não estão mais facilitadas. Tudo parece estar ainda demasiado nublado apesar de um candidato, há meses, se andar a apresentar. É o caso de Rui Mateus. Mais empurrado do que por vontade própria, lá vai mostrando a sua disponibilidade mas sem grande receptividade. Se a seu favor tem uma alongada exposição e alguns padrinhos que o querem empurrar, contra si sobressai o divórcio com a cidade, o ter estado demasiado ausente e a pouca receptividade no interior do seu próprio partido. Nuno Marques, outro nome a considerar, tem um posto técnico-político que não quererá desbaratar. E provavelmente não quereria repetir o desaire das últimas autárquicas. José Valentim é o nome que anda sempre no ar. Embora apregoe que não está disponível, lá vai dizendo que, em certas circunstâncias, não era homem para virar a cara e até seria capaz de avançar para disputar um acto eleitoral como o que se avizinha. E como seria o que mais votos arrecadaria, é bem possível que venha a encabeçar a lista que o PSD vai apresentar em terras de Lagos. E se conseguir um acordo com o CDS-PP e relegar Artur Rego para um lugar secundário, então seria caso para Valentim Rosado sonhar em reocupar o lugar que deixara em 2001.</p>
<p>Com as principais formações políticas em ebulição, restam às demais mostrar presença, mais para marcar posição do que para disputar essa eleição. E entre elas contar-se-á o CDS-PP, com Artur Rego se não fizer coligação, a CDU e o Bloco de Esquerda. São ainda as primeiras movimentações a caminho das próximas eleições. E dos que, por enquanto, estão no ar, José Valentim, com ou sem coligação, poderá mesmo regressar. Vamos, entretanto,  esperando e avaliando as cenas dos próximos capítulos.</p>
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