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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; crédito pessoal</title>
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		<title>Comissões</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2013 17:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Deco]]></category>
		<category><![CDATA[comissões]]></category>
		<category><![CDATA[comissões bancárias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito à habitação]]></category>
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		<description><![CDATA[“Que comissões de crédito podem ser cobradas?” A DECO INFORMA… Se tem crédito habitação e paga comissão de processamento de prestação, talvez não esteja consciente de quanto os aumentos anuais de preços encarecem o total do seu encargo financeiro. São várias as comissões aplicadas pelos bancos: umas pagam-se no início, outras no fim e há [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Que comissões de crédito podem ser cobradas?”</strong><span id="more-1010"></span></p>
<p><strong>A DECO INFORMA…</strong></p>
<p>Se tem crédito habitação e paga comissão de processamento de prestação, talvez não esteja consciente de quanto os aumentos anuais de preços encarecem o total do seu encargo financeiro.</p>
<p>São várias as comissões aplicadas pelos bancos: umas pagam-se no início, outras no fim e há ainda as que se pagam ao longo da relação e foi sobre estas últimas que foi realizado um estudo detalhado.</p>
<p>A Associação fez as contas e concluiu que, só no último ano, os bancos que cobram este encargo o aumentaram em 8,3%, valor muito acima da inflação, sendo que o problema que se coloca é o de que caso aumentos desta natureza continuem a aplicar-se, os custos para o consumidor subirão também de forma considerável.</p>
<p>Actualmente, a legislação permite que as instituições bancárias alterem as comissões em análise ao longo da relação contratual, o que acaba por penalizar os clientes, na medida em que quando o consumidor inicia uma relação com um banco, fá-lo com base nas condições apresentadas na altura. </p>
<p>Ao ver-se confrontado com aumentos de comissões não previstas, a relação pode tornar-se pouco satisfatória.</p>
<p>Deste modo, alterações de preço a meio do contrato são inaceitáveis, pois modificam as condições apresentadas à data da tomada de decisão.</p>
<p>Quer no crédito à habitação, quer no pessoal, há instituições bancárias que cobram comissões apenas por fazer o necessário processamento da prestação que, na prática, significa o banco cobrar pelo facto de debitar na conta do cliente o pagamento de um empréstimo por si concedido.</p>
<p>Em face do exposto, exigimos um maior controlo nas comissões, defendendo a imposição de um tecto nas comissões bancárias para que o consumidor possa saber com o que contar ao longo da sua relação com o banco e de modo a evitar que se gerem situações lesivas para o consumidor pelo facto de a lei permitir alterar estruturas de comissões em diversos casos.</p>
<p>DECO – Delegação Regional do Algarve<br />
Rua Dr. Coelho de Carvalho, n.º 1 – C – 8000-322 Faro<br />
Tel.: 289 863 103<br />
Fax: 289 863 108<br />
E-mail: deco.algarve@deco.pt</p>
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		<title>Taxas de juro</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2012 18:07:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Deco]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[“Ouvi falar de aumentos das taxas dos créditos pessoais. Podem esclarecer-me que noticias são estas?” A DECO INFORMA… O Banco de Portugal anunciou que as duas categorias de crédito ao consumo a que os consumidores mais recorrem – o pessoal (exclui empréstimos destinados a saúde, educação, energias renováveis e equipamentos) e o crédito revolving, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Ouvi falar de aumentos das taxas dos créditos pessoais. Podem esclarecer-me que noticias são estas?”</strong> <span id="more-373"></span></p>
<p><strong>A DECO INFORMA…</strong></p>
<p>O Banco de Portugal anunciou que as duas categorias de crédito ao consumo a que os consumidores mais recorrem – o pessoal (exclui empréstimos destinados a saúde, educação, energias renováveis e equipamentos) e o crédito revolving, que inclui cartões de crédito e de débito diferido, linhas de crédito, contas correntes bancárias e outras facilidades de descoberto – passam a estar sujeitos à mesma taxa máxima.</p>
<p>A consequência imediata desta decisão é a subida do tecto máximo no crédito pessoal e a descida das taxas dos cartões de crédito. Se, no 4º trimestre de 2012, os limites eram de 21,1% e de 37,3%, respectivamente, agora teremos um tecto único – 27,5%, entre Janeiro e Março de 2013.</p>
<p>Esta alteração pretende travar a subida continuada das taxas do crédito ao consumo, um problema para o qual alertámos diversas vezes. Mas a raiz do problema está, na verdade, no modelo que fixa os máximos: à média de mercado somam-se 33 por cento. Há muito que a prática demonstrou que tal conduz a um aumento gradual das taxas. É, por isso, essencial que a Assembleia da República encontre uma solução definitiva para o problema.</p>
<p>A descida das taxas dos cartões de crédito e do descoberto bancário, apesar de positiva, não deveria ser feita à custa da subida do limite do crédito pessoal, pois dá margem às instituições de crédito para subirem o custo dos novos empréstimos. Estaremos atentos à reacção do mercado nos próximos meses, mas é igualmente importante que o Banco de Portugal vigie o comportamento das instituições. A nova TAEG máxima não pode servir de pretexto para encarecerem mais aqueles créditos.</p>
<p>Por fim e apesar de a descida das TAEGs máximas ser positiva, aconselhamos uma vez mais os consumidores a não contratarem créditos com taxas acima de 20 por cento.</p>
<p>DECO – Delegação Regional do Algarve<br />
Rua Dr. Coelho de Carvalho, n.º 1 – C – 8000-322 Faro<br />
Tel.: 289 863 103<br />
Fax: 289 863 108<br />
E-mail: deco.algarve@deco.pt </p>
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