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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; doçaria</title>
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		<title>Arte Doce na XXXI edição a perder fulgor e imaginação</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jul 2018 03:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Arte Doce]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Feira Concurso Arte Doce, além de acontecimento de monta a nível local, preenchia a agenda dos principais eventos a nível regional e entrava nos circuitos da informação mesmo a nível nacional. Com o verão no seu pico mais elevado, a cidade, no último fim de semana de julho, preparava-se para esta amostra invulgar em que o doce a movimentava e subia a primeiro lugar.<span id="more-16987"></span> E as edições foram subindo de tom com anos em que foram mais conseguidas e outras, não tanto, mas sempre cheias de vida. As condições do Mercado de Levante, embora deficientes e sempre a exigir nova sede para um certame como este se realizar, mesmo assim puxavam pela imaginação e, de ano para ano, conseguiam juntar à sua volta um monte de atrações que chamavam até si actividades tradicionais que celebravam épocas mais próximas ou mesmo tempos imemoriais.</p>
<p>Com toda essa diversificação que a Arte Doce, de edição para edição, conseguia atrair ao interior ou em redor do Mercado do Levante, a cidade ali se costumava juntar e fazia seu este acontecimento que, apesar do calor, era um momento de grande movimentação e mesmo um factor de animação do verão lacobrigense. Ainda se chegou a experimentar o Parque da Freiras quando este parecia estar a transformar-se num polo de animação e de concentração dos principais eventos de Lagos. Essa passagem, apesar da ousadia que conseguiu demonstrar, da forte movimentação e da ligação à cidade que veio a revelar, não conseguiu perdurar. E essa concentração de eventos em torno do Parque das Freiras rapidamente desapareceu e toda a vida em seu redor se esvaneceu.</p>
<p><div id="attachment_16990" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1010px"><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2018/07/20180727_190035-1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-16987];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2018/07/20180727_190035-1.jpg" alt="Trabalhos a concurso" width="1000" height="563" class="size-full wp-image-16990" /></a><p class="wp-caption-text">Trabalhos a concurso</p></div>Mas no que à Arte Doce diz respeito, uma casa nova foi encontrada e aí definitivamente parece ficar instalada. Referimo-nos ao Complexo Desportivo de Lagos, situado à entrada da cidade, no sítio de S. João, onde, há anos, esta Feira Concurso foi implantada e aí parece estar acomodada sem qualquer evolução, sem uma estratégia de ligação e de movimentação do tecido social, económico e cultural da cidade e sem revelar qualquer originalidade de edição para edição. É o que se tem vindo a verificar desde que, há anos, no Complexo Desportivo, a Arte Doce se começou a instalar e a acomodar ao novo espaço.</p>
<p><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2018/07/20180727_183627-1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-16987];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2018/07/20180727_183627-1.jpg" alt="20180727_183627 (1)" width="1000" height="563" class="aligncenter size-full wp-image-16989" /></a>E este ano é mais uma edição. Nada mais que a XXXI. Uma história que a tem engrandecido mas, nos últimos anos, entregue á sua rotina, não tem evoluído. É verdade que, em termos de espaço, tem outras condições e que, para quem a visita, o recinto do pavilhão oferece um espaço confortável à população e aos visitantes que aí começam a acorrer em número bem menor. É caso para se dizer que o que não consegue evoluir tem tendência a retroceder. E a Arte Doce, quem diria, parece não fugir a esta sabedoria. Com stands uniformizados e sem qualquer inovação, lá se vai encontrando, sem se renovar, o mesmo figurino do ano anterior. O pouco investimento, em termos de empenho e de imaginação, viu-se até na cerimónia de abertura e de inauguração. Com a Presidente da Câmara atrasada, a Feira, de uma forma muito pobrezinha, acabou por ser inaugurada pela vereadora da cultura ali a funcionar com alguma prontidão em termos de pronto socorro de ocasião.</p>
<p>Mas para que a Arte Doce não se limite aos meros passantes pelo pavilhão, aposta-se, fundamentalmente, no recinto ao lado, no programa de animação. Mas também este demostra alguma pobreza e ausência de imaginação em torno de um programa que deveria funcionar como ponto de atração e chamariz de visitantes e, prioritariamente, da população. Na ausência desses motivos galvanizadores, faz-se fortes investimentos em concertos que sempre conseguem chamar grandes multidões para essas actuações. É o caso de Diogo Piçarra, de Gisela João ou de Nelson de Freitas nesta edição. Com estes ajuntamentos e aglomerações em torno destas actuações, para trás vai ficando uma programação que implique a cidade na sua globalidade. A Arte Doce não se pode acantonar a um mero espaço da entrada da cidade. É fundamental considera-la na sua totalidade. E já que à gastronomia diz respeito, a restauração deveria ser chamada e implicada numa manifestação como esta. Também a animação do centro da cidade para chamar a atenção desta celebração se deveria considerar e se deveria incentivar. E, para isso, nada melhor do que implicar as colectividades culturais e, através delas, outras mais de diferentes proveniências.</p>
<p>É fundamental puxar pela imaginação e fazer da Arte Doce um acontecimento global e que não fique acantonado a um mero local como o do Pavilhão Desportivo situado à entrada de Lagos. E se a estratégia não for de o colocar no calendário dos eventos a nível regional e com repercussões na informação nacional, ao menos que se transforme num acontecimento digno de nos engrandecer e de implicar a totalidade da cidade de Lagos como já aconteceu em tempos não muito distantes.</p>
<p>Veja em baixo a lista de todos os vencedores.</p>
<p>Lista de Premiados do Concurso Arte Doce 2018 – “Qualidade na Tradição”</p>
<p>“Melhor Doce de Figo” – Cantinho Doce da Fernanda<br />
“Melhor Doce Fino” – Gracinda Batista<br />
“Melhor Morgado” – Bolos da Ana<br />
“Melhor D. Rodrigo” – Os Docinhos da Gena</p>
<p>Lista de Premiados do Concurso Arte Doce 2018 – “Tema Livre”</p>
<p>3.º Prémio – As Passinhas do Algarve<br />
2.º Prémio – Bolodoce Doçaria Regional<br />
1.º Prémio – Lucília Norte Baptista</p>
<p>Lista de Premiados do Concurso Arte Doce 2018 – “Tema Obrigatório”</p>
<p>3.º Prémio – Os Docinhos da Gena<br />
2.º Prémio – Cantinho Doce da Fernanda<br />
1.º Prémio – Filipa Militão</p>
<p>Grande Prémio Concurso Arte Doce 2018</p>
<p>Bolodoce Doçaria Regional</p>
<p>Escolha do Público Concurso Arte Doce 2018</p>
<p>Tema Livre: Os Doces da Fátima<br />
Tema Obrigatório: Os Doces da Fátima</p>
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		<title>Arte Doce começa esta sexta-feira</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 02:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Lateral]]></category>
		<category><![CDATA[Temas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Doce]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes eventos de Julho em Lagos é a  XXX Feira Concurso Arte Doce de Lagos, que vai realizar-se no Pavilhão Municipal local, entre os dias 28 e 30 de Julho.</p>
<p>Para além da doçaria tradicional, do artesanato e de outros produtos em exposição, a música é um dos principais motivos de interesse que, nesses dias, levará, seguramente, muitos milhares de pessoas ao local.</p>
<p>E, em termos de espectáculo musical, dificilmente, o certame poderia começar melhor, uma vez que no dia 28, ao palco sobe uma das mais populares cantoras do país: Ana Moura, que vai levar a Lagos alguns dos seus temas mais emblemáticos como “Os Búzios”, “Desfado”, “Tens os olhos de Deus” e “Dia de Folga”, entre muitos outros.</p>
<p>Na noite seguinte, a música fica por conta de Dengaz e, a 30 de Julho, a fechar esta edição, actua o grupo Ala dos Namorados, que anda pelo país, em digressão, a promover o seu mais recente trabalho discográfico, intitulado “Vintage”.</p>
<p>As portas abrem pelas 18 horas e encerram à meia-noite e as entradas são gratuitas.</p>
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