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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; José Valentim Rosado</title>
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		<title>Vamos ainda a tempo, haja determinação política!</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Feb 2018 23:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[José Valentim Rosado]]></category>
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		<description><![CDATA[No último trimestre do ano passado, a comunicação social fez eco do desagrado de muitos lacobrigenses a respeito da intervenção física, aparentemente desconexa, levada a efeito, na parte sul da Ponta da Piedade. Igualmente nessa ocasião, alguns membros da Assembleia Municipal de Lagos de então manifestaram perplexidade e surpresa, não apenas pelo défice da informação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No último trimestre do ano passado, a comunicação social fez eco do desagrado de muitos lacobrigenses a respeito da intervenção física, aparentemente desconexa, levada a efeito, na parte sul da Ponta da Piedade.<span id="more-16823"></span></p>
<p>Igualmente nessa ocasião, alguns membros da  Assembleia Municipal de Lagos de então manifestaram perplexidade e surpresa, não apenas pelo défice da informação prestado pela  Câmara Municipal, mas, também, devido ao incompreensível secretismo envolto ao projecto. Foi, naquele órgão, sugerida a suspensão e reavaliação do projecto inicial.</p>
<p>A  lei obriga os privados a publicitarem as intervenções urbanísticas, mas não proíbe – que se saiba – as entidades públicas de o fazerem. Aliás, seria de bom tom afixar uns  painéis no local, acompanhados da planta e memória descritiva do projecto. Esse gesto simples evitaria juízos de valor e comentários impróprios e mostrava mínimos democráticos de atenção e respeito pelos eleitores, cidadãos e contribuintes.</p>
<p>Contrariamente, as sombras e o silêncio misteriosos que envolvem a intervenção aumentam a curiosidade, adensam dúvidas e apreensões desnecessárias, induzem à adivinhação e ao esoterismo na busca duma explicação. Imperceptível, também, a evidenciada passividade assumida pela edilidade relativamente a esta matéria de complexidade acrescida, de importância e alcance estratégico e significado estruturante  para Lagos.</p>
<p>Realmente, o destaque dado pelos media às petições e protestos de alguns lacobrigenses deveria ser visto e encarado de modo a que nada, amanhã, leve a arrependimentos. Nessa perspectiva, assumo – e não é de hoje – que gostaria de ver e apoiar para toda a zona da Ponta da Piedade não aquela intervenção parcelar, mas um plano global estruturado e escrutinado, com objectivos bem pensados, claros e transparentes, preservando e valorizando o património eco – ambiental, paisagístico e cénico daquele ex-libris  que a natureza nos legou.</p>
<p><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2017/09/Ponta-da-Piedade001.jpg" rel="shadowbox[sbpost-16823];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2017/09/Ponta-da-Piedade001.jpg" alt="Ponta da Piedade001" width="1000" height="563" class="alignright size-full wp-image-16695" /></a>Espero – e não estou só – que a Câmara Municipal não se distraia, seja capaz de produzir os remédios próprios necessários a prevenir os impactos sociais e ambientais negativos, já hoje visíveis no centro histórico, na qualidade de vida dos cidadãos, decorrentes da conjugação dos efeitos combinados do projectado para a Ponta da Piedade com toda a envolvente; a começar na Praia do Pinhão, Rossio da Trindade até ao Canavial/Porto de Mós, mormente a nível das acessibilidades rodoviárias, pedonais e outras infraestruturas cujas implicações diversas exigem estudos e avaliação aprofundadas devido à atracção exercida e à ocupação prevista nos instrumentos de planeamento e ordenamento existentes.</p>
<p>Reafirmo, por fim, o que já defendi, noutro tempo e circunstâncias diferentes, e claro, hoje, continuo a defender para aquela zona, a saber:</p>
<p>– Parque público de uso privado, delimitado, vigiado/controlado, espaço único e singular, exemplo  de referência ambiental e da biodiversidade, sustentável, gerador de riqueza e prosperidade municipal;</p>
<p>– Interdição, de preferência, a veículos auto, salvo casos excepcionais, criação de bolsas de estacionamento externas, substituição  dos postos aéreos de electricidade e outros causadores de impactos visuais negativos. Limpeza e manutenção das árvores e arbustos  existentes e combate a infestantes;</p>
<p>– Plantação de novas árvores, poucos pinheiros, mais fruteiras, núcleos de amendoeiras, figueiras, oliveiras, etc., construção de pequenas charcas, para aproveitamento da água da chuva, facultando à passarada e outras espécies a comida e bebida, não a cabras sapadoras, mas umas ovelhas, poucas, talvez!</p>
<p>–  As ruínas existentes deverão obedecer a processos de análise e requalificação aproveitadas para fins didácticos, centros interpretativos, apoio e venda de bens e serviços e repouso dos visitantes. Estudo e criação de pontos de observação, corredores pedonais e acessos às praias, com aplicação de materiais apropriados.</p>
<p>Enfim, muito mais  haverá  a dizer, mas, por hoje, fico-me por aqui. Não esqueçam!  Existem financiamentos comunitários, nacionais e locais disponíveis, para projectos, execução de obra  e aquisição dos terrenos. Vamos ainda a tempo, haja determinação política!</p>
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		<title>PSD aposta em Nuno Serafim coadjuvado por José Valentim</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 00:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autárquicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Foram muitas as peripécias que o PSD teve de atravessar até chegar ao candidato que já oficializou e, informalmente, já divulgou. Primeiro, teve que travar o ímpeto externo dos que se queriam intrometer e terem uma palavra a dizer com a conivência de militantes com algum historial. Foi o caso de Rui Mateus que se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foram muitas as peripécias que o PSD teve de atravessar até chegar ao candidato que já oficializou e, informalmente, já divulgou. Primeiro, teve que travar o ímpeto externo dos que se queriam intrometer e terem uma palavra a dizer com a conivência de militantes com algum historial. Foi o caso de Rui Mateus que se deixou instrumentalizar <span id="more-510"></span>e até, para espanto de muitos, demonstrar alguma falta de senso político. E, para quem tem já algum historial, era de esperar que não se deixasse enredar em situações que a experiência política deveria dizer que, de todo, não iriam resultar. E ao deixar-se enlear na teia em que caiu, jamais poderia vir a ser o candidato que o seu partido iria escolher. Se este desfecho é demasiado óbvio ao simples olhar de qualquer cidadão, é incompreensível que não o tenha sido a uma personalidade que se propunha presidir aos destinos da edilidade. E, por isso, o resultado foi aquele que seria de esperar. Nem o PSD o aceitou nem, como prometia, conseguiu avançar com os objectivos inconfessáveis de quem fazia questão em o patrocinar. Como, desde início, se adivinhava, esta era uma questão votada ao fracasso logo quando começou a nascer, e por isso mesmo, sem tempo sequer para crescer.</p>
<p>Mas se Rui Mateus era um dado posto de lado, parecia que o PSD também, sem estratégia política, navegava sem qualquer rumo ou orientação em direcção à preparação do futuro acto autárquico. Só assim se pode compreender essa presumível coligação com o CDS-PP e com o PSD em situação de orfandade a colocar-se numa posição de subalternidade. Era o que se verificava, com o CDS-PP, em Lagos, sem expressão eleitoral, a ter direito a encabeçar a lista, com Artur Rego, para a Câmara Municipal. Mas como se poderia imaginar, esta era uma situação que não poderia vingar. Rapidamente, o peso partidário de cada força política começou a imperar e o PSD, em terras de Lagos, começou a constatar que não se poderia comparar ao partido com que está coligado a nível governamental. E assim essa coligação não passou da imaginação de alguns.</p>
<p>Com as etapas atrás citadas já ultrapassadas, eis que o PSD, como sempre o fizera, volta-se para José Valentim como tábua salvadora. Além de continuar a ser a sua principal figura, é o que as sondagens dão uma votação animadora. Mas José Valentim, sem perder o palco político em que gosta de se movimentar, acaba por não avançar. Mas não fica de braços caídos. Como faz questão de apregoar, é preciso dar lugar àqueles que são mais novos. E como há uns mandatos atrás já fizera, decide patrocinar Nuno Serafim como forma de renovar e de lançar as sementes para o futuro. E, neste sentido, poderemos dizer que Nuno Serafim é uma espécie de delfim de José Valentim. Além de lançar o seu afilhado político, decide não o desamparar e faz questão de o acompanhar mas para a Assembleia Municipal. Assim, temos Nuno Serafim para Câmara Municipal e José Valentim para a Assembleia Municipal como cabeças de lista. E Eurico Correia, o ex-presidente da Junta de Freguesia de São Sebastião, vai encabeçar a lista para as freguesias que se vão juntar de Santa Maria e de São Sebastião.</p>
<p>Em breve, começarão a aparecer os nomes para os outros órgãos autárquicos. E à medida que vão aparecendo, vamo-los dando a conhecer para que todos possamos acompanhar a evolução da política partidária em preparação acelerada para as eleições aos principais órgãos autárquicos. </p>
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