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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; marchas populares</title>
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		<title>Lagos prepara mais uma edição das Marchas Populares</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 18:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Câmara de Lagos vai investir 41.200 euros na edição deste ano das Marchas Populares. Esse é o valor global dos subsídios que a autarquia decidiu atribuir, para o efeito, às coletividades que confirmaram a participação no evento. Com 5 mil euros cada foram contemplados: Clube Artístico Lacobrigense; Clube Desportivo de Odiáxere; Agrupamento de Escolas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Lagos vai investir 41.200 euros na edição deste ano das Marchas Populares. Esse é o valor global dos subsídios que a autarquia decidiu atribuir, para o efeito, às coletividades que confirmaram a participação no evento.<span id="more-17136"></span></p>
<p>Com 5 mil euros cada foram contemplados: Clube Artístico Lacobrigense; Clube Desportivo de Odiáxere; Agrupamento de Escolas Júlio Dantas; Santa Casa da Misericórdia de Lagos; CASLAS; Centro de Cultura e Desporto dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Lagos e o NECI.</p>
<p>A autarquia deliberou atribuir 2.500 euros à Sociedade Filarmónica Lacobrigense 1º de Maio e Orquestra Ligeira de Lagos; 1.000 euros ao Centro de Estudos de Lagos e 200 ao Rancho Folclórico e Etnográfico de Odiáxere.</p>
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		<title>Festas de Santo António também passaram por Lagos</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jun 2018 02:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Santo António é um dos santos populares indissociavelmente ligado à cidade de Lagos. A comprovar esta ligação está a Igreja de Santo António com sua rica talha dourada. São inúmeros os visitantes que admiram esta jóia do barroco português na sua passagem por Lagos. Incrustada no Museu da cidade, é uma peça de rara [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Santo António é um dos santos populares indissociavelmente ligado à cidade de Lagos. A comprovar esta ligação está a Igreja de Santo António com sua rica talha dourada. São inúmeros os visitantes que admiram esta jóia do barroco português na sua passagem por Lagos. Incrustada no Museu da cidade, é uma peça de rara beleza que liga Lagos a este santo popular e que é passagem obrigatória para todos os que nos vêm visitar. E são aos milhares os que, ao longo de todo o ano, podem usufruir deste maravilha em talha dourada que temos para oferecer.</p>
<p>Não admira, por isso, que o 13 de Julho, dia de Santo António a nível universal, tenha uma particular comemoração a nível local. As cerimónias começaram ao fim da tarde com uma missa celebrada, a título excepcional, nessa pérola do barroco português que dá pelo nome de Igreja de Santo António. A missa, presidida pelo pároco de Santa Maria, foi coadjuvada pelo pároco de Odeáxere.</p>
<p>E foram muitos os fiéis que encheram aquele templo de riquíssima talha dourada dedicado a este santo tão enraizado no seio da população e de forte devoção. E, depois de uma celebração festiva e muito participada, esta viria a concluir-se com a distribuição do pão de Santo António. É uma tradição que o museu faz questão de reavivar para fazer recordar essa preocupação do nosso santo milagreiro em acorrer e distribuir pão aos mais necessitados. Assim, todos os participantes puderam levar um pão e recordar esses tempos de outrora.</p>
<p>A noite foi diferente e juntou em seu redor um mar de gente. Aconteceu na esplanada do Infante. Apesar do ar nobre, monumental e de um simbolismo histórico invulgar, os mastros com sabor a festas populares começaram-no a invadir e a beliscar a sua austeridade e todo esse lastro de historicidade que aquele espaço comporta.</p>
<p>Mas como esse é seguramente um dos espaços de Lagos que, sem grandes arranjos ou preparações, consegue juntar uma afluência de público invulgar, apesar do vento e frio que costumam fazer-se sentir, aí as marchas populares começaram a desfilar perante uma moldura humana que as conseguia rodear.</p>
<p>E muitas foram as marchas que aí desfilaram, que recordaram tradições e que deram um ar de festa popular e de comemoração a esta noite que encerrou o dia de Santo António. É que, ao contrário do que é habitual, a noite, em Lagos, dos Santos Populares, foi de 13 para 14 e de 14 para 15 e não de 12 para 13 como é habitual. Mas não foi esta alteração de noites que afastou a população ou que diminuiu a participação. A moldura humana que rodeou estes desfiles foi suficientemente expressiva e de forma a incentivara a organização para as continuar.</p>
<p>No que ao desfile propriamente diz respeito, este foi abrilhantado por várias marchas que aí desfilaram e mostraram os seus dotes em colorir um desfile e umas noites como aquelas. Por aquele espaço da Praça do Infante desfilaram marchas como as do Centro Comunitário da Duna da Meia Praia, da Paróquia da Luz, de Odeáxere, do Clube Artístico Lacobrigense, do Centro de Cultura e Desporto dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Lagos, do Clube ABC os Espicenses, do Lar Rainha D. Leonor e do Lar Filipe Fialho ambos da Santa Casa da Misericórdia de Lagos e das Paróquias de Sagres e Vila do Bispo. Durante estas duas noites de 13 e 14 deste mês dos Santos Populares, cada marcha, com um motivo alusivo, procurou reavivar tradições e mostrar todo o brilho e colorido tão próprios de umas noites como estas.</p>
<p>No que a tradições diz respeito, é de realçar o quadro das lavadeiras de Odeáxere ou o da recuperação e evocação das fábricas conserveiras de Lagos que aí desfilaram pela mão do Clube Artístico Lacobrigense. E, como curiosidade, há ainda a destacar o par de Odeáxere formado pelo vereador Luís Bandarra e pela sua partner. Mas no que ao executivo diz respeito, também se pode ver a Presidente da Câmara, Joaquina Matos, vestida de gala e preparada para dançar.</p>
<p>Foi assim que qualquer um pensou quando a Presidente entrou a par das demais dançarinas. Mas apenas viria a ser a madrinha da marcha do Centro de Cultura e Desporto dos trabalhadores da Câmara Municipal de Lagos. E, assim, quem se preparava para apreciar os seus dotes de dançarina, acabou por sair defraudado ao ver que, como madrinha, apenas subia ao palco para acompanhar a marcha que, diante de si, começava a desfilar.</p>
<p>E com mais ou menos curiosidade e poder de atracção, as Marchas de Santo António, em Lagos, desfilaram e deram um colorido diferente à Praça do Infante. Para que o arraial, de sabor a Santos Populares, tivesse um enquadramento maior, as tasquinhas que por lá se estendiam contribuíam para esse ambiente que, em seu redor, costuma chamar um mar de gente. E foi de facto um mar de gente que se juntou na Praça do Infante para celebrar e festejar o Santo António em Lagos.</p>
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		<title>Marchas Populares, sem tradição, dão colorido ao calendário autárquico</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2017 18:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Estamos em mês de santos populares. O país sai à rua para se divertir e para festejar os santos que, segundo a tradição, preenchem o seu imaginário e dão alento às suas preces mais devotas. É por isso que, um pouco por todo o lado, alguns rituais sobem de tom e os festejos, com um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos em mês de santos populares. O país sai à rua para se divertir e para festejar os santos que, segundo a tradição, preenchem o seu imaginário e dão alento às suas preces mais devotas. É por isso que, um pouco por todo o lado, alguns rituais sobem de tom e os festejos, com um cariz eminentemente popular, ganham grande expressão. E, se assim acontece um pouco por todo o lado, é nas duas maiores cidades de Portugal que os festejos destes santos milagreiros adquirem maior expressão e chamam a si praticamente toda a população. A estes acontecimentos ninguém fica indiferente. É o que acontece em Lisboa pelo Santo António.<span id="more-16590"></span></p>
<p>Mas se a capital celebra com um entusiasmo fora do comum e com grande entusiasmo o santo que, dentro de portas, um dia vira nascer, o Porto, uns dias depois, nada lhe fica a dever. É o que acontece pelo São João. A cidade, na sua maioria, sai à rua e transforma todo o espaço público num palco de celebração e de confraternização só possível numa cidade como aquela. E mesmo sem as marchas, ao estilo de Lisboa, a cidade é capaz de se reinventar e de, com todos os residentes e visitantes, fazer uma festa difícil de igualar.</p>
<p>O que se passa pelas duas capitais do país, é extensivo a muitas outras cidades de menor dimensão onde os festejos e as celebrações fazem sair para a rua e em festa as suas populações. E, cada uma à sua dimensão, dão a estas celebrações dos santos populares uma empolgância que fazem do mês de Junho um dos meses mais festivos do ano.</p>
<p>Mas se a tradição atrai a população, de norte a sul de Portugal, e dá grande expressão a estes festejos, há terras que não os costumam celebrar e a eles se costumam associar pelo que vêem em outras localidades ou por alguns festejos que se costumam organizar em associações ou em bairros periféricos. É o que costuma acontecer por terras de Lagos. Junto a algumas colectividades alguns mastros são postos de pé, algumas sardinhas são postas a assar e alguma música começa a atrair quem se quer divertir. Sem grande expressão, era assim que os santos populares costumavam, no mês de Junho, passar por terras de Lagos.</p>
<p><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2017/06/Santos-Populares3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-16590];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2017/06/Santos-Populares3.jpg" alt="Santos Populares3" width="1000" height="563" class="aligncenter size-full wp-image-16595" /></a><a href="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2017/06/Santos-Populares4.jpg" rel="shadowbox[sbpost-16590];player=img;"><img src="http://www.algarveexpress.pt/wp-content/uploads/2017/06/Santos-Populares4.jpg" alt="Santos Populares4" width="1000" height="563" class="aligncenter size-full wp-image-16598" /></a>Mas, este ano, esta terra das descobertas decidiu não ficar a ver os santos populares passar ou confinados a algum bairro qualquer. Num dos espaços mais nobres da cidade, a Praça do Infante, alguma iluminação, a cheirar a santos populares, decidiu invadir o recinto para receber as marchas populares que, na noite de 13 de junho, aí estiveram a desfilar. E foram algumas das várias localidades do concelho de Lagos. Mas também pela Praça do Infante passaram as da Mexilhoeira Grande ou as das paróquias da Raposeira, Vila do Bispo ou Sagres. Foi uma noite diferente que juntou na Praça do Infante uma ampla moldura de gente para ver desfilar as marchas populares que, em ano eleitoral, se decidiram organizar num dos espaços mais emblemáticos da cidade de Lagos. E, para isso, tudo ajudou. Até a noite convidativa que ali levou alguns milhares de pessoas.</p>
<p>Para além do registo sempre agradável dos festejos dos santos populares, e ainda mais numa noite agradável como a do 13 de Junho, fica a nota de se tentar celebrar os santos populares em ano de eleições dando-se, deste modo, motivo a todas as congeminações. Também aquela iluminação, demasiado popularucha, num espaço emblemático e com toda a sua projeção histórica, cria alguns constrangimentos que se poderão ultrapassar se, no futuro, houver mais preocupação com a dignidade do lugar. Também a preparação dos diversos desfiles, se tiverem tempo de preparação e outra ousadia, poderão dar outra qualidade a estes desfiles caso se venham a continuar e não sejam apenas para preencher de uma forma ocasional uma parte apenas do calendário eleitoral que se avizinha.</p>
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