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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; parque</title>
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		<title>Autarquia lança concurso para construção de Parque de Desportos Radicais &#8211; Skate Parque de Loulé</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2013 16:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Câmara Municipal de Loulé aprovou a abertura do procedimento de concurso público para a execução da obra de construção do Parque de Desportos Radicais – Skate Parque de Loulé. Este equipamento, integrado na obra de ampliação do Parque Municipal de Loulé, ficará localizado num terreno a norte contíguo ao Parque, entre este e a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Loulé aprovou a abertura do procedimento de concurso público para a execução da obra de construção do Parque de Desportos Radicais – Skate Parque de Loulé.<span id="more-2762"></span></p>
<p>Este equipamento, integrado na obra de ampliação do Parque Municipal de Loulé, ficará localizado num terreno a norte contíguo ao Parque, entre este e a Circular, onde em tempos se localizou o Bairro de Santa Luzia.</p>
<p>Instalado num terreno de 18000m2, o projecto prevê a criação de um skate parque semicircular com três plataformas de saída radiais que se encaixam nos taludes existentes e uma “bowl”. As plataformas de saída afastam-se entre si, permitindo a introdução de zonas ajardinadas e arborização pelo interior da plataforma do skate parque.</p>
<p>Para além do Skate Parque, a ampliação do Parque Municipal de Loulé inclui ainda a zona da entrada principal, que será pavimentada definitivamente na zona exterior, na ligação ao caminho de Santa Luzia/Urbanização Residências do Parque e incluirá um portão em chapa, ou parte dele; o prolongamento do caminho situado a nascente do parque, criando através de uma escada de acesso à zona de entrada, uma ligação à zona de ampliação do parque; o acrescento, em altura, do troço do muro compreendido entre a escada que irá ser construída e o portão existente no topo do caminho; o troço do caminho que liga a entrada, ao skate parque, utilizando o betão como pavimento tal como foi feito na recuperação do parque municipal; a execução de parte da rede de drenagem de águas pluviais, incluindo a ligação à rede existente, remodelação de telecomunicações, rede de esgotos e ainda a criação de um “ponto de água”, na conduta de águas proveniente da Tôr.</p>
<p>Este será mais um equipamento ao dispor da população, direccionado sobretudo para os mais jovens que cada vez mais se dedicam às actividades radicais, afirma a autaquia.</p>
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		<title>Arranca obra do Parque Verde Séqua, em Tavira</title>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2013 08:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ordenamento do território]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi consignada, recentemente, a empreitada de construção do Parque Verde do Rio Séqua – Zona A à empresa VIBEIRAS – Sociedade Comercial de Plantas, SA, no valor de €544526,22, dando-se, assim, início à obra. A empreitada de construção é concretizada na sequência do estudo e do projecto desenvolvidos referentes ao Parque Verde do Rio Séqua, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi consignada, recentemente, a empreitada de construção do Parque Verde do Rio Séqua – Zona A à empresa VIBEIRAS – Sociedade Comercial de Plantas, SA, no valor de €544526,22, dando-se, assim, início à obra.<span id="more-900"></span></p>
<p>A empreitada de construção é concretizada na sequência do estudo e do projecto desenvolvidos referentes ao Parque Verde do Rio Séqua, localizado na margem esquerda do Rio Séqua, ao longo da Rua João Vaz Corte Real, contemplando a construção de circuito de manutenção, percursos pedonais, pontos de encontro e estadia, ciclovia, lugares de estacionamento (100 lugares para veículos ligeiros, 4 para motorizados e 4 para pessoas com mobilidade reduzida) e ainda espaços verdes.</p>
<p>Segundo a autarquia tavirense, esta Zona, que se estende desde a Ponte Ferroviária até à Rua Borda d’Água da Assêca, corresponde ao início do Parque, e estabelece, em simultâneo, a ligação com a estrutura de espaços abertos existentes na área urbana consolidada, e a continuidade da Estrutura Ecológica Urbana, contribuindo, assim, para a consolidação desta e para a interligação espaço urbano/espaço rural.</p>
<p>A abordagem adoptada nesta empreitada dá continuidade à abordagem anteriormente assumida para todo o parque, onde predominam as linhas orgânicas, prevalecem os espaços permeáveis e valorizam-se os elementos naturais na “construção” dos espaços de lazer destinados a todas as classes etárias.</p>
<p>Está, igualmente, prevista uma área destinada à colocação do elemento escultórico evocativo do navegador tavirense João Vaz Corte Real, com 19.00m2, definindo-se num ambiente de fácil leitura junto ao percurso pedonal e no enfiamento das Escadinhas de Bartolomeu Cid dos Santos, gravador de renome internacional que ofereceu o projecto à cidade de Tavira.</p>
<p>A autarquia prevê que os trabalhos de execução decorram num período de nove meses.</p>
<p>Por proposta do executivo municipal esta obra foi incluída nas Grandes Opções do Plano e no Orçamento Municipal de 2013, aprovadas na Assembleia Municipal no dia 21 de Dezembro, tendo sido um dos projectos mais votados no TOP’2013 &#8211; Tavira com Orçamento Participativo.</p>
<p>O município de Tavira candidatou este investimento ao QREN, nomeadamente ao PO Algarve 21, beneficiando de uma comparticipação de fundos comunitários no valor de €353.250,80.</p>
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		<title>O Desenquadramento das estruturas do Parque de Estacionamento da Avenida</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 23:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos & Factos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Durante a fase de apresentação do estudo que iria servir de base à construção do mercado da avenida, dava-se especial realce à frente ribeirinha que se iria potencializar e ao pano da muralha que, para baixo e para cima do solo, ainda mais se poderia visualizar. Segundo o discurso oficial, secundado pelos técnicos que o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a fase de apresentação do estudo que iria servir de base à construção do mercado da avenida, dava-se especial realce à frente ribeirinha que se iria potencializar e ao pano da muralha que, para baixo e para cima do solo, ainda mais se poderia visualizar. Segundo o discurso oficial, secundado pelos técnicos que o acompanhavam, esta obra viria valorizar esta parte da cidade e reforçar a sua relação com o mar. Tudo dava a entender que a rua da Barroca, com o casario que lhe dá distinção, seria uma espécie de janela que se estendia ao longo de toda a baía.<span id="more-323"></span></p>
<p>Com todos estes condimentos na sua apresentação, estavam criadas as condições para, num espaço de excepção, se estreitar os laços com um passado relevante e onde o mar sempre teve um papel preponderante. Mas com as estruturas subterrâneas do parque concluídas, começa-se a verificar que a cobertura do piso superior apresentava uma configuração que destoava de toda a área envolvente e nada tinha a ver com tudo o que se anunciara e, com algum realce, abundantemente se propagandeara. Havia, no entanto, uma desculpabilização que tinha a ver com a fase de construção. Na verdade, aquele piso superior estava por acabar e é natural, de acordo com o discurso oficial, que apresentasse uma imagem que não conseguia cativar por nada ter a ver com a sua imagem final.</p>
<p>E porque era objectivo da Câmara que fosse um particular a agarrar uma obra como aquela, os meses foram passando e aquela imagem de obras inacabadas foi-se protelando no tempo. Como as condições eram irrealistas para que alguém lhes deitasse a mão, acabou por não haver mesmo ninguém que mostrasse algum interesse em concluir aquela construção.</p>
<p>E de indefinição em indefinição, a Câmara Municipal ver-se-ia compelida, por via indirecta, a deitar-lhe a mão através da empresa municipal Futurlagos. As obras estão já a decorrer, deixando outras para trás como a ponte de D. Maria, e começam-se já a ver. Vêem-se também as consequências que começam a ter na estrutura do próprio parque. Com efeito, devido à estrutura ter sido momentaneamente abalada e as águas da chuva terem começado a entrar foi preciso encerrar o primeiro piso de estacionamento. E como o segundo, para estar operacional, tem que estar constantemente a ser bombeado para não ser inundado, há quem não se sinta seguro e não ouse lá deixar o carro para estacionar. Mas estes serão, ao que se espera, tempos excepção por se cingirem ao período em que decorrem as obras de construção da cobertura da parte superior do parque de estacionamento da avenida.</p>
<p>​O que já não é de excepção são aquelas estruturas metálicas enormes e pesadas que lá andam a colocar e que conseguem desfigurar uma zona com o significada, a sensibilidade e o passado como aquela. São estruturas que acabarão por ferir e agredir uma das frentes ribeirinhas que o passado nos legou e o urbanismo, até hoje, enriqueceu. E com o que aí se está a erguer no ar, a relação da Barroca com o mar começa-se a esbater, a muralha a esconder e aquela parcela da cidade a perder parte da sua dignidade. É verdade que aquela cobertura não podia ficar por acabar. Mas teria que se integrar e valorizar uma zona tão nobre como aquela e não o contrário. E o que se publicitou e divulgou foi uma estrutura leve que se integrava e valorizava a Barroca e toda a sua área adjacente. Mas o que constatamos e que vemos erguer no ar são essas estruturas metálicas e pesadas que nada têm a ver com um património urbano que começam a esconder. Trata-se de uma opção que nada tem a ver com valorização; bem pelo contrário.</p>
<p>Lá diz o ditado popular que o que nasce torto tarde ou nunca se endireita. E o parque de estacionamento da avenida nasceu de um projecto que o coloca muito abaixo do nível do mar com as consequências que daí poderão resultar. Uma delas é a do segundo piso ter de estar constantemente a ser bombeado para não ser inundado. E para além dos problemas que começam a aparecer no subsolo, temos agora à superfície umas estruturas metálicas desenquadradas que vêm ferir e agredir um espaço de eleição; e este merecia mais atenção.</p>
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