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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; Portugal</title>
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		<title>As chamas de um país ao abandono</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 17:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não é segredo para ninguém que o país se esgota nos corredores do poder que vão de São Bento a Belém. Já dizia o nosso grande Eça que o país é Lisboa e o resto é mera paisagem. E a paisagem, por mais bela que seja, está entregue ao seu próprio destino. Foi o que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não é segredo para ninguém que o país se esgota nos corredores do poder que vão de São Bento a Belém. Já dizia o nosso grande Eça que o país é Lisboa e o resto é mera paisagem.<span id="more-16757"></span> E a paisagem, por mais bela que seja, está entregue ao seu próprio destino. </p>
<p>Foi o que vimos neste trágico domingo de 15 de Outubro. O país aqueceu e praticamente tudo ardeu. Quem percorria o centro e norte de Portugal deparava com uma paisagem rural que nos convidava a parar e a percorrer os seus caminhos, a admirar as suas aldeias e saborear a hospitalidade da sua recepção e a autenticidade da sua população.</p>
<p>Mas apesar de todo este património comum, essas aldeias eram ignoradas, as suas paisagens deixadas aos cuidados de gente vergada pelo peso da idade e os seus habitantes viam-se cada vez mais longe dos cuidados que deveriam ter e dos serviços que os deveriam socorrer. Era assim com hospitais e centros de saúde a ignorarem qualquer serviço de proximidade, com as escolas a deixarem as localidades, com os correios a fecharem as portas e a ignorarem a população e com pequenas agências bancárias que, nesta era digital, não querem saber de quem as sustentou e as alimentou ao longo de anos a fio. Todos os serviços os começaram a deixar e a roubar esse mínimo de qualidade indispensável a quem quer e tem direito a viver na sua localidade.</p>
<p>Não admira por isso que nestes tempos de imediatismo, de voragem de informação, de centralismo em torno do poder e até de economia digital se despreze, por opção ou negligência, tudo o que diga respeito ao mundo rural. E se as consequências já se viram em Junho com os incêndios de Pedrogão e se estenderam um pouco por todo o verão, tiveram o seu epicentro neste 15 de Outubro com o país a arder e a deixar as suas gentes abandonadas e deixadas à sua sorte. E a par de toda a paisagem que ardeu, muita gente, na defesa dos seus bens, acabou por sucumbir ao não resistir ao ímpeto dessas chamas mortíferas.</p>
<p>Para além das imagens que nos chegaram e nos mostraram aldeias atrás de aldeias a lutar desesperadamente contra grandes incêndios sem um bombeiro para as ajudar, pudemos ainda, em directo, deparar pela frente com um inferno de chamas que eclodia até onde ainda se via. E, no meio deste cenário dantesco, um simples carro de bombeiros, sem nada poder fazer, decide, já noite dentro, perante essa luta desigual, abandonar o local. Mas a população tudo fez para, a essas horas tardias, não se ver privada desse simbólico meio de proteção. Um pouco mais adiante, pinheiros de grande porte estavam a arder e confrontavam com casas que, com baldes e mangueiras, tudo faziam para não serem devoradas pelas chamas que se alteavam e ameaçavam entrar no seu interior. E eis que, entretanto, um camião de bombeiros se aproximou para abastecer nas imediações. Mas não tinha ordem para atacar essas chamas prestes a devorar as habitações.</p>
<p>Para além de todos os sinais de descoordenação que se evidenciaram nesse dia de chamas e tragédia nacional, sentimo-nos mais desprotegidos por nos ter sido mostrado à saciedade que o país não está preparado para fazer face a uma calamidade com estas dimensões. E não o está por se ter descorado o mundo rural, por se ter introduzido outras prioridades e por não se considerar como um todo o território nacional. E esta visão de tudo se concentrar em torno dos corredores do poder leva a que as grandes metrópoles, por força do seu peso eleitoral, concentrem todo o investimento em torno de si e se abandone o resto do território à sua sorte e deixe os seus caminhos semeados pela morte quando alguma calamidade lhes bate à porta.</p>
<p>É verdade que esta mudança de paradigma e de coesão nacional não se faz de um dia para o outro. Assim como foram precisos anos para a desfazer, muitos mais serão necessários para a repor. Mas a par do investimento e da aposta no mundo rural, há toda uma obra que é crucial. Passa também pelo ordenamento florestal e pela prevenção tão caros agora aos homens da nossa classe política. E se não houver temas tabu, as actividades económicas ligadas aos incêndios ter-se-ão de encarar e toda a estrutura da Autoridade Nacional de Proteção Civil, de cima a baixo, se terá de alterar. Na base dessa reestruturação, a competência e o mérito terão de ser fatores essenciais da nova ordem a restabelecer e da confiança que deve inspirar. Não seria de perdoar se as filiações partidárias continuassem a adulterar qualquer reestruturação e continuassem na base da nova organização. O mesmo se poderia dizer de qualquer ligação a actividades económicas relacionadas com a indústria do fogo. E neste particular convém aclarar que a maior fatia deste negócio vai para os meios aéreos. E a sua reestruturação passa por lhe meter mão e por lhe dar uma nova organização em torno da nossa força aérea.</p>
<p>Sem coragem e vontade política para encarar o problema de frente e dar viabilidade ao mundo rural, não é a demissão de uma simples ministra, como acaba de acontecer, que vai resolver o problema. É certo que, desde Pedrogão, deixou de ter condições para continuar a ocupar o lugar. Mas se esta revolução profunda não descer ao terreno, o mundo rural continuará a não ter viabilidade e a estar sujeito a qualquer calamidade como a deste 15 de Outubro.</p>
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		<title>RSI: Número de beneficiários sobe pela primeira vez em sete anos</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 23:36:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dezembro de 2016 contou com mais 2,322 mil beneficiários (1.08%) do que em Novembro e mais 7.893 (3.79%) do que em Dezembro do ano anterior, perfazendo um total de 216.061 mil beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). Foi o primeiro aumento desde 2009, de acordo com os dados mais recentes do Instituto da Segurança [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dezembro de 2016 contou com mais 2,322 mil beneficiários (1.08%) do que em Novembro e mais 7.893 (3.79%) do que em Dezembro do ano anterior, perfazendo um total de<span id="more-16394"></span> 216.061 mil beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). Foi o primeiro aumento desde 2009, de acordo com os dados mais recentes do Instituto da Segurança Social (ISS). Em termos de distribuição geográfica, o distrito do Porto continua a ser o que mais beneficiários do RSI tem, com 62.466 mil, logo seguido de Lisboa, com 36.581 mil, e de Setúbal, com 18.640.</p>
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		<title>Portugal continua com o 4.º maior défice da Zona Euro</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 23:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O défice público recuou na zona euro no terceiro trimestre de 2016, para os 1,7% do PIB, face ao período homólogo de 2015 (1,8%), com Portugal a apresentar o quarto maior défice da União Europeia (UE). No conjunto dos 28 Estados-membros da UE, o défice público foi, no terceiro trimestre de 2016, de 1,9% do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O défice público recuou na zona euro no terceiro trimestre de 2016, para os 1,7% do PIB, face ao período homólogo de 2015 (1,8%), com Portugal a apresentar o quarto maior défice da União Europeia (UE).<span id="more-16390"></span> No conjunto dos 28 Estados-membros da UE, o défice público foi, no terceiro trimestre de 2016, de 1,9% do PIB, valor que compara com os 2,2% do mesmo período de 2015 e com os 1,8% do trimestre anterior. Portugal teve, no período em causa, o quarto maior défice público (3,0%), depois da Bélgica (3,8%), do Reino Unido (3,7%) e da França (3,5%).</p>
<p>Leia também: <a href="http://www.algarveexpress.pt/?p=16275" target="_blank">Défice do setor público sobe para 1,7 % do PIB na área do euro</a></p>
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		<title>Comissão Europeia procura empreendedores em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 22:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A iniciativa é apresentada formalmente esta sexta-feira, dia 27 de janeiro, às 11h00, na Representação da Comissão Europeia em Portugal, em Lisboa. Candidaturas on-line até 26 de fevereiro. A Representação da Comissão Europeia em Portugal lança, esta sexta-feira, 27 de janeiro, a nova edição da “Bolsa do Empreendedorismo”, que pretende descobrir empreendedores em Portugal. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa é apresentada formalmente esta sexta-feira, dia 27 de janeiro, às 11h00, na Representação da Comissão Europeia em Portugal, em Lisboa. Candidaturas on-line até 26 de fevereiro.<span id="more-16372"></span></p>
<p>A Representação da Comissão Europeia em Portugal lança, esta sexta-feira, 27 de janeiro, a nova edição da “Bolsa do Empreendedorismo”, que pretende descobrir empreendedores em Portugal.</p>
<p>A iniciativa é composta por três fases, sendo que a primeira – o concurso “Elevator Pitch – IdeiasQueMarcam” – desafia todos aqueles que possuam uma ideia de negócio a submeter o seu projeto. Para além de dois prémios de 5 mil euros cada, será dada formação aos finalistas, coaching personalizado, acesso a uma rede de contactos de diversos parceiros e informação sobre instrumentos de apoio a nível europeu.</p>
<p>Para assinalar a abertura das inscrições, que decorrem até 26 de fevereiro, a organização promove, já esta sexta-feira, às 11h00, na sede da Representação da Comissão Europeia em Portugal, uma sessão de apresentação. Serão ainda organizadas e promovidas, durante o mês de fevereiro, cinco sessões de esclarecimento sobre o projeto, em Aveiro (dia 8), Coimbra (dia 9), Évora (dia 15), Amarante (dia 16) e Porto (dia 17).</p>
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		<title>Contratar desempregados para o quadro vale apoio de 3800 euros às empresas</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 20:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As empresas que contratarem desempregados inscritos há seis meses consecutivos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) vão receber 3791,88 euros por cada contrato sem termo, no âmbito da medida Contrato-Emprego. O valor do apoio a atribuir pode ainda aumentar se forem cumpridos determinados requisitos. Podem ainda beneficiar de apoio financeiro, neste caso no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas que contratarem desempregados inscritos há seis meses consecutivos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) vão receber 3791,88 euros por cada contrato sem termo, no âmbito da medida Contrato-Emprego.<span id="more-16330"></span> O valor do apoio a atribuir pode ainda aumentar se forem cumpridos determinados requisitos. Podem ainda beneficiar de apoio financeiro, neste caso no valor de 1.263,96 euros (três vezes o IAS) as empresas que celebrem contratos de trabalho a termo certo, de duração igual ou superior a 12 meses, com desempregados (independentemente do tempo de inscrição) em situação mais desfavorecida.</p>
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		<title>Comissão propõe assistência do Fundo de Solidariedade da UE a Chipre e Portugal</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 20:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Comissão propôs hoje um auxílio superior a 11 milhões de euros provenientes do Fundo de Solidariedade da UE (FSUE) a atribuir aos dois países. Em 2016, Chipre foi afetado por uma grave seca que esteve na origem de incêndios florestais e resultou em escassez de água para a população. Chipre deverá receber cerca de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão propôs hoje um auxílio superior a 11 milhões de euros provenientes do Fundo de Solidariedade da UE (FSUE) a atribuir aos dois países.<span id="more-16321"></span></p>
<p>Em 2016, Chipre foi afetado por uma grave seca que esteve na origem de incêndios florestais e resultou em escassez de água para a população. Chipre deverá receber cerca de 7,3 milhões de euros do FSUE para mitigar os encargos financeiros decorrentes dos danos.</p>
<p>Em agosto de 2016, a ilha da Madeira foi devastada por incêndios florestais. Cerca de 4 milhões de euros do FSUE contribuirão para cobrir os custos das medidas de emergência, das operações de limpeza e do restabelecimento de infraestruturas públicas vitais.</p>
<p>Corina Crețu, Comissária Europeia responsável pela Política Regional, declarou: «Não esquecemos as populações de Chipre e da Madeira. Uma vez mais, estas tragédias vieram evidenciar a importância da solidariedade da UE em momentos de necessidade. Passamos hoje das palavras à ação, com a atribuição de assistência financeira para ajudar as comunidades afetadas, revitalizar a atividade económica e apoiar os esforços de reconstrução.»</p>
<p>O pacote de assistência financeira aguarda agora a aprovação do Parlamento Europeu e do Conselho.</p>
<p>Em novembro de 2016, Chipre e Portugal receberam uma primeira tranche do auxílio no valor de 730 000 euros e 392 500 euros, respetivamente.</p>
<ul>
Antecedentes
</ul>
<p>O Fundo de Solidariedade da UE foi criado para apoiar financeiramente os Estados-Membros da UE e os países candidatos à adesão na eventualidade de catástrofes naturais. O Fundo foi criado por ocasião das graves inundações que assolaram a Europa Central no verão de 2002.</p>
<p>A pedido de um Estado-Membro, a assistência do Fundo de Solidariedade da UE complementa as despesas públicas para financiar as operações vitais de emergência levadas a cabo pelas autoridades públicas, tais como: restabelecimento do funcionamento das infraestruturas de energia, água, transportes, telecomunicações, saúde e educação; alojamento provisório e serviços de emergência destinados a prover às necessidades imediatas da população atingida; segurança das infraestruturas de prevenção tais como barragens e diques; medidas de proteção do património cultural;<br />
operações de limpeza.</p>
<p>Em 2017, a dotação do FSUE eleva-se a 563 milhões de euros, a que se juntam verbas transitadas do ano anterior, perfazendo um total superior a mil milhões de euros.</p>
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		<title>Portugal tem a segunda maior dívida pública da UE</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 20:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O rácio da dívida pública da zona euro foi, no terceiro trimestre, de 90,1% do Produto Interno Bruto (PIB), um recuo face aos 91,2% registados entre Abril e Junho e aos 91,5% do período homólogo. No conjunto dos 28 Estados-membros da UE, a dívida pública foi de 83% do PIB, abaixo dos 85,9% homólogos e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O rácio da dívida pública da zona euro foi, no terceiro trimestre, de 90,1% do Produto Interno Bruto (PIB), um recuo face aos 91,2% registados entre Abril e Junho e aos 91,5% do período homólogo.<span id="more-16324"></span> No conjunto dos 28 Estados-membros da UE, a dívida pública foi de 83% do PIB, abaixo dos 85,9% homólogos e dos 84,2% do trimestre anterior. A Grécia registou a dívida mais elevada (176,9%), seguindo-se Portugal (133,4%) e a Itália (132,7%), enquanto os valores mais baixos se observaram na Estónia (9,6%), no Luxemburgo (21,5%) e na Bulgária (28,7%)</p>
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		<title>Portugal é o pais com os melhores hostels do mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 19:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Portugal arrecadou uma vez mais o prémio para o melhor hostel do Mundo, uma distinção atribuída anualmente nos HOSCARS (HOStelworld Customer Annual Ratings, em inglês) – onde o Hostelworld, a maior plataforma de reserva de hostels do mundo, premeia os hostels com melhores avaliações por parte dos clientes. O que é necessário para ser um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal arrecadou uma vez mais o prémio para o melhor hostel do Mundo, uma distinção atribuída anualmente nos HOSCARS (HOStelworld Customer Annual Ratings, em inglês) – onde o Hostelworld, a maior plataforma de reserva de hostels do mundo, premeia os hostels com melhores avaliações por parte dos clientes.<span id="more-16307"></span></p>
<p>O que é necessário para ser um hostel de excelência? Alguns dirão que é o que se pode fazer nas instalações, como por exemplo uma tatuagem, nadar na piscina, ver cinema no telhado ou os comes e bebes. Outros dirão, porém, que são os quartos privados ou os dormitórios, a internet gratuita ou a possibilidade de conhecer viajantes de todo o mundo. Seja o que for, os hostels são lugares sociais que juntam pessoas de todo o mundo e  onde as barreiras internacionais são quebradas através do riso, jogos de bilhar, campeonatos de beer pong e muito mais&#8230; e são esses elementos todos em conjunto que os HOSCARS celebram.</p>
<p>No topo máximo da celebração este ano – e pelo quinto ano consecutivo &#8211; está o Home Lisbon Hostel que volta, assim, a trazer o tão desejado galardão para o nosso País, afirmando-se uma vez mais como o melhor hostel de Portugal e do Mundo. No entanto, o Home Lisbon não é o único com motivos para festejar. No top 10 de melhores hostels do Mundo &#8211; além do vencedor já anunciado &#8211; figuram mais 5 alojamentos lisboetas: Yes! Lisbon Hostel (2.º), Lost Inn Lisbon (3.º), Goodmorning Lisbon Hostel (4.º), Lisbon Destination Hostel (6.º) e o Lisboa Central Hostel (9.º).</p>
<p>Pelo meio desta lista &#8211; dominada pelos portugueses &#8211; é ainda possível encontrar o letão The Naughty Squirrel Backpackers Hostel (5.º), o chinês Wada Hostel In Guilin (7.º), o americano USA Hostels Ocean Beach (8.º) e o canadiano Planet Traveler Hostel (10.º).</p>
<p>Também a cidade do Porto viu dois dos seus hostels reconhecidos, o Tattva Design Hostel arrecadou o prémio de 10.º Melhor Grande Hostel do mundo e o Pilot Design Hostel &#038; Bar foi distinguido como Hostel Mais Popular do Porto.</p>
<p>Nas categorias específicas o lisboeta Goodmorning Lisbon Hostel é considerado pelos mochileiros de todo o Mundo como o hostel com a Melhor Atmosfera e o Yes! Hostels traz para Lisboa o prémio máximo da categoria Melhor Cadeia de Hostels.</p>
<p>Lisboa é de facto a La La Land do mundo dos hostels com mais vencedores e nomeações do que qualquer outra cidade no mundo. Ao todo, para Portugal, são 15 menções, o que faz com que seja o país que mais prémios ganhou na edição dos Hoscars de 2017. Portugal fica mesmo à frente de Espanha (que conquistou 10), EUA (9), Austrália (8) ou Itália (8) neste top de países com os melhores hostels. </p>
<p>O Hostelworld analisou mais de um milhão de avaliações e comentários deixados no último ano para seleccionar, de entre 33 mil estabelecimentos de todo o planeta, quais os melhores dos melhores.</p>
<p>&#8220;Os HOSCARS são o último selo de aprovação da indústria dos hostels, apresentando os hostels mais inovadores, social e verdadeiramente impressionantes que o mundo tem para oferecer &#8211; com base em mais de um milhão de comentários de clientes feitos no ano passado. O que significa que estes são mesmo os melhores hostels do Mundo neste momento&#8221;, afirma Feargal Mooney, CEO do Hostelworld.</p>
<ul>
Portugal 12.º país mais visitado do Mundo
</ul>
<p>Já no início deste ano o Hostelworld tinha revelado os 20 países que mais receberam mochileiros em 2016. Portugal manteve o 12.º lugar nesta lista dourada de destinos mais visitados por jovens viajantes, enquanto a capital Lisboa, que registou um crescimento anual de 6% na procura de hostels, manteve a 12.ª posição das cidades mais visitadas do Mundo.</p>
<p>Lisboa (12.º) e Porto (35.º) são os dois destinos com maior destaque em Portugal, atraindo “backpackers” de todo o mundo – também conhecidos como mochileiros &#8211; sedentos de aventuras e experiências memoráveis. Alemães, americanos, australianos, canadianos e franceses foram quem mais hostels reservaram no nosso País, no ano que agora acabou.</p>
<p>Lagos – que entrou em 2015 pela primeira vez no top 100 – melhorou o ano passado três posições e ocupa agora o lugar 92.º no ranking de cidades mais visitadas por mochileiros. A cidade algarvia ficou à frente de destinos como Glasgow, Montreal, Cidade do México, Toronto ou Bruges.</p>
<p>Uma selecção dos vencedores HOSCARS (visite <a href="http://www.brazilian.hostelworld.com/hoscars" target="_blank">www.brazilian.hostelworld.com/hoscars</a> para a lista completa de vencedores)</p>
<p><strong>Melhor Hostel da Europa e Melhor Pequeno Hostel do Mundo<br />
</strong>Continuando a sua série de sucesso que começou em 2016, o Soul Kitchen, em São Petersburgo, ganhou mais uma vez o prémio para Melhor Hostel na Europa e também o prémio para Melhor Pequeno Hostel do Mundo. Projectado com uma beleza rara no seu todo, o Soul Kitchen representa a nova onda de hostels globais. Fundado num edifício barroco com mais de 150 anos nas margens do rio Moika, o hostel permite aos clientes ficarem em quartos privados ou em dormitórios. Este hostel russo arrecadou ainda o prémio para Melhor Staff e Melhores Instalações.</p>
<p><strong>Melhor Hostel do Mundo (categoria Tamanho Médio)<br />
</strong>A cidade de Lisboa mais uma vez dominou esta categoria, tendo 6 dos dez primeiros lugares, e limpou não só o pódio como ainda ficou com o top 4. O Home Lisbon, onde os viajantes podem desfrutar todas as noites de deliciosos jantares confeccionados pela mãe do proprietário, ganhou este cobiçado prémio pelo quinto ano consecutivo.</p>
<p><strong>Melhor Grande Hostel do Mundo<br />
</strong>Depois de uma breve estadia o ano passado pelo Brasil, o prémio para Melhor Grande Hostel voltou este ano à Europa graças ao Ostello Bello Grande, em Milão. Sempre um firme favorito, o Ostello Bello Grande garantiu ainda a distinção para Melhor Hostel da Itália, pelo quinto ano. Muito provavelmente devido aos muitos extras que o hostel inclui na estadia dos seus clientes, desde um pequeno-almoço, a uma bebida de boas-vindas e ao tradicional aperitivo italiano.</p>
<p><strong>Melhor Hostel Extra Grande do Mundo<br />
</strong>Apenas a dois quarteirões da Michigan Avenue, e com base num edifício clássico de 1927, o  Freehand Chicago foi o ano passado o Melhor Novo Extra Grande Hostel. A equipa não descansou e a popularidade tem crescido, ao ponto de se ter tornado este ano o Melhor Extra Grande Hostel do Mundo. O hostel não possui um, mas sim dois, lugares para desfrutar de comida e bebida, se prefere alguns snacks ou um cocktail então aqui será bem cuidado no Café Integral ou no Broken Shaker cocktail bar.</p>
<p><strong>Melhor Novo Hostel<br />
</strong>A atracção pelo Sudeste Asiático por parte dos mochileiros não mostra nenhum sinal de acalmar, e apresenta grandes oportunidades para novos e velhos hostels. O Lub d Phuket Patong é um daqueles hostels que fazem o que é necessário fornecendo níveis excelentes de serviço e das instalações no coração movimentado de Patong. Um vencedor merecido na categoria de Melhor Novo Hostel deste ano. Aqui a escolha difícil para os clientes é entre ficar a relaxar na piscina e provar um batido ou uma qualquer bebida no bar, ou fazer uns curtos 5 minutos a pé até à praia.</p>
<p><strong>Melhor de África<br />
</strong>Liderando o caminho para a África do Sul e para o continente africano como um todo, o The B.I.G., na Cidade do Cabo, é um hostel butique deslumbrante que foi transformado num espaço amigável e convidativo para uma curta caminhada até ao mundialmente famoso Victoria &#038; Alfred Waterfront. O pequeno-almoço continental está incluído e os hóspedes podem utilizar a mais recente aquisição do The B.I.G.: o seu próprio forno de pizza.</p>
<p><strong>Melhor da Ásia<br />
</strong>Aninhado entre o mar e as montanhas Nha Trang, no Vietname, o Mojzo Inn é a plataforma de lançamento a partir do qual pode apreciar este resort de alta energia. O Mojzo Inn oferece acesso à internet, pequeno-almoço de cortesia, e cerveja entre as 17h – 18h, que mais poderia um viajante precisar? Uma combinação de deslumbrantes vistas sobre a cobertura, eco-credenciais e um incrível staff foi o suficiente para o Mojzo Inn levar para casa o prémio de Melhor na Ásia.</p>
<p><strong>Melhor da América do Norte<br />
</strong>Há momentos em que viajamos e sentimos que estamos em casa, e o hostel Mama’s Home é onde isso é mesmo verdade. Um peculiar espaço com redes para relaxar e um incrível pequeno-almoço servido no deslumbrante terraço a cada manhã, aqui os hóspedes sentem-se como parte da família assim que chegam.</p>
<p><strong>Melhor da Oceânia<br />
</strong>Literalmente um verdadeiro oásis de calma para o viajante, Traveller’s Oasis, em Cairns, porta de entrada para a Grande Barreira de Corais, permite o descanso em quartos privados ou dormitórios, tomar parte da acção na piscina ou aproveitar um tradicional churrasco Aussie. Deixe o staff cuidar das reservas de turismo gratuito ou relaxe com acesso a mais de 1500 filmes em um disco rígido compartilhado.</p>
<p><strong>Melhor da América Latina<br />
</strong>Passando do 3.º lugar para alcançar o primeiro lugar lugar como Melhor na América Latina: falamos do Chili Kiwi Lakefront. O hostel oferece agora quartos duplos únicos, dois dos quais podem ser encontrados até numa árvore no jardim dando aos hóspedes uma visão completa do lago mesmo aos seus pés.</p>
<p><strong>Lisboa: A Hostel Paradise<br />
</strong>Nem sempre esteve na lista de destinos dos viajantes. Porém, Lisboa está novamente a mostrar ao mundo como os hostels devem ser administrados, dominando a categoria de tamanho médio dos HOSCARS a nível mundial. Quer se trate de novas amizades que se iniciam com conversas logo de manhã ou ao longo da noite, ou lembrando sobre partes da noite passada durante o pequeno-almoço, o núcleo de qualquer Hostel é o seu espaço social e hospitalidade que reúne pessoas de espírito aberto. Nesta categoria a hospitalidade famosa de Lisboa brilha com o Goodmorning Lisbon a ganhar o HOSCAR para a Melhor Atmosfera.</p>
<p><strong>Sobre Hostelworld:</strong><br />
O Grupo é a plataforma líder de reservas de hostels e conta com o site, <a href="http://www.hostelworld.com/" target="_blank">Hostelworld</a>, <a href="http://www.hostelbookers.com/" target="_blank">Hostelbookers</a> e <a href="http://www.hostels.com" target="_blank">Hostels.com</a> no seu portefólio de operações em 19 idiomas diferentes. Conectando jovens viajantes através de hostels em todo o mundo, o Hostelworld tem mais de 8 milhões de comentários e avaliações para cerca de 33.000 estabelecimentos em mais de 170 países.<br />
Os clientes Hostelworld não são os turistas habituais; eles interessam-se mais por experiências do que por lembranças e querem estar no centro da acção. Eles querem conhecer o mundo (“Meet The World”), e é a natureza sociável dos hostels que facilita as aventuras de viagem.<br />
O Grupo Hostelworld está cotado em bolsa desde Novembro de 2015, nas principais bolsas de Londres e Dublin. Com sede em Dublin, o Hostelworld tem escritórios em Londres, Xangai, Sydney e Seoul, e foi recentemente galardoado como Melhor Empresa Onde Trabalhar 2016 pela Great Place To Work Institute.</p>
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		<title>Auxílios estatais: Comissão Europeia aprova apoio público no montante de 60 milhões de euros</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2016 13:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Auxílios estatais: a Comissão aprova um apoio público no montante de 60 milhões de euros para os autocarros respeitadores do ambiente e para as infraestruturas conexas em Portugal. A Comissão Europeia considerou que o projeto português que visa apoiar a aquisição de autocarros com baixo nível de emissões para infraestruturas públicas nas zonas urbanas respeita [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Auxílios estatais: a Comissão aprova um apoio público no montante de 60 milhões de euros para os autocarros respeitadores do ambiente e para as infraestruturas conexas em Portugal.</p>
<p>A Comissão Europeia considerou que o projeto português que visa apoiar a aquisição de autocarros com baixo nível de emissões para infraestruturas públicas nas zonas urbanas respeita as regras da UE em matéria de auxílios estatais. A medida contribui para a redução das emissões de CO2, limitando, ao mesmo tempo, as distorções da concorrência no mercado único.</p>
<p>A Comissária Margrethe Vestager, responsável pela política da concorrência, declarou: «Esta medida permitirá melhorar a qualidade do ar em Portugal e está em consonância com o objetivo europeu de redução das emissões. Contribui para a transição para transportes públicos mais ecológicos nas zonas urbanas, sem distorcer a concorrência.»</p>
<p>Em junho de 2016, Portugal notificou um regime de 60 milhões de euros destinado a apoiar a substituição dos antigos autocarros de propulsão convencional por novos autocarros com baixo nível de emissões, bem como das infraestruturas conexas de reabastecimento/recarga. Espera-se que esta medida conduza, para cada autocarro, a uma redução das emissões de gases com efeito de estufa de, pelo menos, 15 % em relação às normas europeias em vigor (Euro VI).</p>
<p>Esta medida será aplicável a todas as tecnologias verdes atualmente disponíveis – i) autocarros a gás natural comprimido ou a gás natural liquefeito; ii) autocarros elétricos ou híbridos; e iii) autocarros a hidrogénio. O Governo português suportará 85 % dos custos elegíveis através do financiamento do Fundo de Coesão da UE. Os operadores de autocarros suportarão o montante remanescente.</p>
<p>A Comissão apreciou o auxílio para a aquisição de autocarros com baixo nível de emissões nos termos das suas Orientações de 2014 relativas a auxílios estatais à proteção ambiental e à energia. A Comissão considerou que os autocarros com baixo nível de emissões são pouco utilizados em Portugal, devido ao seu custo elevado em comparação com os autocarros convencionais. Em consequência, os operadores privados mostram-se relutantes em investir em infraestruturas de reabastecimento/recarga para autocarros com baixo nível de emissões o que, por sua vez, torna mais difícil para os operadores a mudança para este tipo de autocarros.</p>
<p>Em conformidade com as Orientações, o apoio público é, por conseguinte, justificado. É necessário incentivar os operadores de autocarros a adquirirem autocarros com baixo nível de emissões que vão para além das normas europeias em vigor. Além disso, o auxílio é limitado e proporcionado, uma vez que os beneficiários serão selecionados através de um procedimento de concurso público. Os beneficiários do regime são os operadores de transporte e as autoridades responsáveis pelo transporte urbano de passageiros em Portugal.</p>
<p>A Comissão apreciou os auxílios às infraestruturas de reabastecimento/recarga diretamente à luz do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, que autoriza os Estados-Membros a apoiarem o desenvolvimento de certas atividades económicas, neste caso, melhorar a eficiência energética em conformidade com os objetivos da UE em matéria de energia e de clima. Considerou que o apoio apenas atenua os custos suplementares relativos à instalação do equipamento de reabastecimento/recarga. A Comissão considerou que o financiamento público era adequado, devido ao risco de gerir este tipo de infraestruturas, tendo em conta, em especial, o atual nível reduzido de utilização de autocarros com baixo nível de emissões em Portugal.</p>
<p>A Comissão concluiu que o contributo do projeto para os objetivos ambientais da UE supera claramente qualquer potencial distorção da concorrência provocada pelo financiamento público.</p>
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		<title>“Pousadas Breakfast”, um pequeno-almoço num ambiente singular que destaca os produtos de tradição portuguesa</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2016 13:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Se na carta de pequeno-almoço de um hotel estão disponíveis o “Continental Breakfast”, inspirado nos sabores mediterrânicos, ou o “English Breakfast” onde não podem faltar os ovos e o bacon, as Pousadas de Portugal propõem um “Pousadas Breakfast”, oferecendo aos hóspedes um pequeno-almoço que celebra a tradição portuguesa num cenário idílico carregado de cultura e história.<span id="more-15950"></span></p>
<p>As Pousadas de Portugal estão implementadas em castelos, palácios e mosteiros e representam também a maior rede nacional de restaurantes de gastronomia portuguesa. Com mais de 70 anos de história, procuram representar os lugares onde estão inseridas e, dessa experiência e ambição da marca em proporcionar aos seus hóspedes e visitantes um serviço personalizado e de qualidade, resulta o conceito do pequeno-almoço, um momento que todos os hóspedes experienciam.</p>
<p>De simplicidade sofisticada, assim é o “Pousadas Breakfast”, um pequeno-almoço que destaca os produtos que representam a tradição portuguesa e reforça a aposta da marca na qualidade e na regionalidade. Cada uma das 24 Pousadas de Portugal que integram este conceito têm à disposição uma oferta definida e uniformizada em toda a rede, composta por produtos tradicionais específicos de cada região. Esta seleção, agora em destaque, é resultado da experiência e análise do que os hóspedes mais valorizam num pequeno-almoço.</p>
<p>De norte a sul do país, cuidadosamente decorados e bem apresentados, não faltarão queijos e enchidos típicos da região e de qualidade certificada, compotas confecionadas nas cozinhas das Pousadas, mel regional, iogurtes naturais e frescos servidos em boião de vidro, entre muitos outros. O “Pousadas Breakfast” inclui uma variedade de pães, onde se destaca a broa de milho e as tradicionais fatias douradas servidas, e o inevitável pastel de nata garante o seu lugar. O sumo de laranja natural, é um dos elementos de diferenciação e sinónimo da qualidade do pequeno-almoço das Pousadas. O Bolo Real, cuja receita perdura nas Pousadas de Portugal há vários anos, muito apreciado pelos clientes, será a referência maior do “Pousadas Breakfast”. Um doce conventual, onde predominam os sabores da amêndoa e gila, será presença garantida em todos os pequenos-almoços.</p>
<p>De acordo com Frederico Costa, Administrador das Pousadas de Portugal “O pequeno-almoço é um dos momentos mais referenciados na estadia global de um hotel é usufruído por todos os hóspedes, uma vez que este serviço está compreendido no valor das estadias. Deste modo, é uma oportunidade para as Pousadas de Portugal reverem os atributos que o distinguem e proporcionar uma experiência diferenciadora.” Acrescenta ainda: “Temos como expetativa que este tipo de iniciativas contribua para valorizar a importantíssima componente da gastronomia das Pousadas de Portugal, sem dúvida a mais relevante rede de restaurantes de gastronomia nacional no País.</p>
<p>O “Pousadas Breakfast” estará disponível a partir do dia 1 de Novembro (também para os visitantes desde 12 euros).</p>
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