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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; PS</title>
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		<title>“Não era minha intenção ir para deputada, foi o partido que me convidou”</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 09:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porque razão aceitou ir em lugar elegível na lista do PS para as Legislativas quando ainda tinha a possibilidade de fazer mais mandato e meio à frente da Câmara? Cansou-se da vida autárquica? Não me cansei da vida autárquica, de maneira nenhuma, mas achei o convite interessante e aliciante nesta fase da minha vida. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Porque razão aceitou ir em lugar elegível na lista do PS para as Legislativas quando ainda tinha a possibilidade de fazer mais mandato e meio à frente da Câmara? Cansou-se da vida autárquica?</strong></p>
<p>Não me cansei da vida autárquica, de maneira nenhuma, mas achei o convite interessante e aliciante nesta fase da minha vida.</p>
<p><strong>A possibilidade de integrar a lista foi colocada em cima da mesa por si ou pelo partido?<br />
</strong><br />
Não era minha intenção ir para deputada, foi o partido que me convidou. Aceitei com gosto este desafio e darei o meu melhor nessas novas funções, tal como tenho feito enquanto autarca.</p>
<p><strong>Genericamente, que balanço faz da sua passagem pela presidência da Câmara de Lagos?<br />
</strong><br />
Acho que fizemos um bom trabalho. Destaco, sobretudo, que todos os projetos, estratégias e opções foram decididos em equipa e, por isso, saio tranquila porque deixo um grupo preparado para levar por diante o projeto que apresentámos aos lacobrigenses.</p>
<p>A nossa primeira prioridade foi resolver a situação financeira da Câmara, o que foi conseguido, pelo que hoje temos uma situação estável.</p>
<p>Só assim foi possível avançar depois com projetos e concretizar intervenções importantes, ao nível da recuperação do património cultural e histórico e de obras, umas já concluídas, outras que irão ser lançadas, que contribuem para melhorar a vida das pessoas e tornar o concelho de Lagos mais competitivo, enquanto destino turístico de qualidade.</p>
<p><strong>Hugo Pereira tem condições para ser um bom presidente de Câmara?<br />
</strong><br />
É uma pessoa que esteve na Assembleia, tem, agora, seis anos de experiência de Câmara, é economista, é líder do PS/Lagos, e portanto, alia os conhecimentos técnicos aos políticos, o que é importante neste cargo, e, portanto, tem condições para, juntamente com a sua equipa, continuar este projeto.</p>
<p>(Cortesia <a href="http://www.algarvemarafado.com" target="_blank">algarvemarafado.com</a>)</p>
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		<title>Joaquina Matos abandona presidência da Câmara Municipal</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 23:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Era já um tema que preenchia as conversas informais e que até se debatia, com descrição, em alguns órgãos institucionais. Mas, pese embora o que informalmente corria e o que nos corredores do poder já se dizia, estava-se longe de imaginar que Joaquina Matos pudesse abandonar a Câmara Municipal de Lagos ainda antes deste segundo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Era já um tema que preenchia as conversas informais e que até se debatia, com descrição, em alguns órgãos institucionais. Mas, pese embora o que informalmente corria e o que nos corredores do poder já se dizia, estava-se longe de imaginar que Joaquina Matos pudesse abandonar a Câmara Municipal de Lagos ainda antes deste segundo mandato chegar ao fim.<span id="more-17160"></span></p>
<p>Mas havia uma estratégia planeada e que, mesmo nos corredores da cidade, já era sobejamente comentada por quem faz opinião ou segue os circuitos informais de divulgação inscritos nas redes sociais ou em outros canais cheios de informalidade e que percorrem os diversos circuitos desta cidade cheia de história.</p>
<p>Por isso, quando a notícia rebentou não apanhou ninguém desprevenido. Só os que, mais atreitos às questões da fidelidade, julgavam que a palavra dada se deveria manter e que o mandato pedido aos eleitores seria para cumprir e ir até ao fim dos seus dias. Mas não foi. E tudo porque uma saída dourada daria lugar a que Hugo Henriques, segundo da lista, pudesse chegar à Presidência da Câmara mesmo antes de qualquer votação ou de pronunciamento da população.</p>
<p>Em termos políticos, poder-se-á dizer que uma jogada bem planeada surtiu bom efeito. A Presidente, Joaquina Matos, vai experimentar, durante um mandato, um lugar de significado político no Parlamento Nacional em troca da sua Presidência da Câmara Municipal. Hugo Henriques, sem se sujeitar a qualquer eleição, vai, durante dois anos, preparar um lugar que, se não houver convulsões, vai poder legitimar e prolongar em futuras eleições.</p>
<p>Seguramente, Hugo Henriques não necessitaria deste expediente. E muito mais com uma oposição ausente e a dar a impressão que se alheou dos reais problemas da população. Basta olhar para o panorama da cidade e com consequências e repercussões no nosso verão e em toda a vida da população. Mas, em boa verdade e ainda mais sem oposição, a sua vida política e à frente da Câmara Municipal de Lagos fica facilitada e a sua futura eleição fica praticamente salvaguardada.</p>
<p>Para trás ficaram alguns autarcas que não se conformam com esta solução e com alguns jogos de poder que, por mais avançados no tempo, fazem questão em se manter. É o caso, segundo desabafaram, de grupos familiares serem privilegiados, de zonas geográficas manterem alguma usurpação e de muitas outras situações desembocarem em arranjos que visam disputar o poder e de arquitetar fórmulas de o manter.</p>
<p>Para além de todas as questões que se possam levantar, o certo é que temos Joaquina Matos a caminho do Parlamento. Mesmo sem muito se esforçar, terá de enfrentar uma dócil campanha eleitoral para, ao menos, justificar o seu lugar no Parlamento Nacional. E Hugo Henriques, já como novo Presidente da Câmara Municipal de Lagos, fará dois anos com tranquilidade à frente dos destinos da edilidade de Lagos. O desafio maior será quando tiver pela frente uma campanha eleitoral que, verdadeiramente, o legitime à frente dos destinos da Câmara</p>
<p>Municipal. Mas com uma oposição alheada e sem nada ter para dizer, não terá dificuldade de maior se se souber rodear e apresentar uma equipa capaz de responder aos desafios dos dias de hoje e de amanhã.</p>
<p>Apesar desta grande transformação e desta profunda alteração nos destinos da cidade de Lagos, tudo rapidamente se vai esquecer com este tempo constantemente a aquecer e com a força do verão a encher as ruas, os caminhos e as praias de Lagos. E, entretanto, Joaquina Matos vai-se preparando e mentalizando para subir as escadarias do Parlamento Nacional e Hugo Henriques, mesmo sem eleição, para assumir a Presidência da Câmara Municipal de Lagos.</p>
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		<title>Joaquina Matos tem maioria reforçada</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 15:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Partido Socialista (PS) vai continuar a governar o concelho de Lagos e, agora, com maioria reforçada. A equipa liderada por Joaquina Matos arrecadou 5.786 votos (52,98%) e elegeu 5 elementos para o executivo municipal (Joaquina Matos, Hugo Pereira, Paulo Jorge, Sara Coelho e Luís Bandarra). A coligação Unidos por Lagos (PSD/CDS/MPT/PPM) não foi além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Socialista (PS) vai continuar a governar o concelho de Lagos e, agora, com maioria reforçada. A equipa liderada por Joaquina Matos arrecadou 5.786 votos (52,98%) e elegeu 5 elementos para o executivo municipal (Joaquina Matos, Hugo Pereira, Paulo Jorge, Sara Coelho e Luís Bandarra).<span id="more-16753"></span></p>
<p>A coligação Unidos por Lagos (PSD/CDS/MPT/PPM) não foi além dos 1.493 votos (13,67%) e só elege o seu cabeça-de-lista, Nuno Serafim.</p>
<p>Na 3ª posição ficou o movimento independente Lagos com Futuro, com 1.300 votos (11,9%), que também garante a eleição de um vereador, Luís Barroso. A CDU apenas obteve o apoio de 780 lacobrigenses (7,14%), o Bloco conseguiu 554 votos (5,07%) e, na última posição, ficou o PAN, com 380 votos (3,48%).</p>
<p>Em comparação com as autárquicas de 2013, há a registar um aumento de 1.786 votos no PS (e mais um vereador). Comparando com o total dos votos obtidos há 4 anos pelas listas dos partidos que agora constituíram a coligação Unidos por Lagos, houve uma diminuição de 1.410 votos na lista comandada por Nuno Serafim.</p>
<p>Também substancial foi a diminuição na votação da CDU (-804 votos, ou seja – quase 51%), o que fez com que perdesse para o PS o vereador que tinha. O Bloco de Esquerda consegue mais 119 votos.</p>
<p>A vitória socialista estendeu-se a todos os restantes órgãos autárquicos. Para a Assembleia Municipal elegeu 11 elementos (mais 3 do que há 4 anos), garantindo, desde logo, maioria absoluta, sem necessitar dos votos das Juntas de Freguesia, que, por inerência, têm lugar naquele órgão. A coligação Unidos por Lagos elegeu 3 elementos (menos 3 do que os conseguidos em 2013 por PSD e CDS).</p>
<p>Também o grupo independente Lagos com Futuro fica com 3 representantes; a CDU elege 2 (menos 1) e Bloco de Esquerda e PAN elegem, cada, um deputado municipal. O presidente daquele órgão continua a ser Paulo Morgado.</p>
<p>Para Assembleia de Freguesia de São Gonçalo de Lagos, o PS elegeu 7 elementos contra apenas 6 das restantes listas. Na Luz, os socialistas chegaram a 58,7% da votação e elegeram 6 elementos, garantindo, igualmente, maioria absoluta. Na União de Freguesias de Bensafrim e Barão de São João, a lista do PS obteve 52,1% dos votos e elegeu 6 dos 9 elementos que compõem aquele órgão autárquico. Odiáxere é a freguesia em que a vitoria socialista é mais expressiva, tendo chegado aos 62,1% dos votos e elegendo 7 representando, ficando os restantes 2 a envergar as cores do Unidos por Lagos.</p>
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		<title>Maria Joaquina Matos recandidata-se à Câmara Municipal de Lagos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 01:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É já na próxima sexta-feira, dia 4 de agosto, pelas 18 horas, no Parque da Cidade &#8211; Anel Verde, que a Concelhia de Lagos do Partido Socialista apresentará os seus cabeças-de-lista às próximas eleições autárquicas de 1 de outubro. Maria Joaquina Matos, atual presidente, lidera a lista para a Câmara Municipal e Paulo Morgado permanece [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É já na próxima sexta-feira, dia 4 de agosto, pelas 18 horas, no Parque da Cidade &#8211; Anel Verde, que a Concelhia de Lagos do Partido Socialista apresentará os seus cabeças-de-lista às próximas eleições autárquicas de 1 de outubro.<span id="more-16679"></span></p>
<p>Maria Joaquina Matos, atual presidente, lidera a lista para a Câmara Municipal e Paulo Morgado permanece em primeiro lugar para a Assembleia Municipal. Carlos Saúde – Freguesia de São Gonçalo de Lagos, Carlos Fonseca &#8211; Freguesia de Odiáxere e Duarte Rio &#8211; União das Freguesias de Bensafrim e Barão de São João continuam como cabeças-de-lista para estes órgãos autárquicos. A Freguesia da Luz tem João Reis, atual presidente do ABC os Espichenses, como novo candidato.</p>
<p>A apresentação contará com presença de Maria da Luz Rosinha, coordenadora autárquica nacional do PS, José Apolinário, secretário de Estado das Pescas, Miguel Freitas, secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural e de vários deputados socialistas à Assembleia da República, eleitos pelo círculo eleitoral de Faro.</p>
<p>Atingido o equilíbrio financeiro da autarquia, as propostas socialistas têm como grande desígnio Afirmar Lagos Sempre, enquanto concelho de excelência para viver, trabalhar, visitar ou para investir. Para Maria Joaquina Matos, que agora se recandidata, “o próximo mandato será marcado pelo reforço da coesão social e territorial, desde logo garantindo que todos têm acesso à habitação em condições suportáveis, à educação universal como um direito – e para isso reforçaremos o investimento no parque escolar municipal. Mas também será um mandato em que reforçaremos a identidade histórica e cultural do concelho, protegendo, valorizando e qualificando o património cultural existente (a rede museológica municipal e as muralhas da cidade de Lagos merecerão especial destaque) e o património natural (Ponta da Piedade, por exemplo). Contudo, nos tempos em que vivemos, não poderemos também deixar de olhar para a sustentabilidade ambiental, apostando fortemente em áreas como a mobilidade e eficiência energética e reforçando a qualidade ambiental do Município”.</p>
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		<title>Última Hora: Maria Joaquina Matos é candidata do PS à Câmara Municipal de Lagos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2017 22:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maria Joaquina Matos será a candidata do PS à Câmara Municipal de Lagos, nas próximas Eleições Autárquicas 2017, anunciou a concelhia do PS de Lagos. A Comissão Política Concelhia do PS Lagos, reunida em 19 de Janeiro, contou com a participação de cerca de 30 militantes, que votaram, por unanimidade, a proposta do nome de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Maria Joaquina Matos será a candidata do PS à Câmara Municipal de Lagos, nas próximas Eleições Autárquicas 2017, anunciou a concelhia do PS de Lagos.<span id="more-16176"></span></p>
<p>A Comissão Política Concelhia do PS Lagos, reunida em 19 de Janeiro, contou com a participação de cerca de 30 militantes, que votaram, por unanimidade, a proposta do nome de Maria Joaquina Matos para cabeça de lista do PS Lagos.</p>
<p>Recorde-se que a actual autarca é filiada no Partido Socialista desde 1979, tendo ocupado o cargo de Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lagos entre os anos 2002 e 2011. É Presidente da Câmara Municipal de Lagos desde 14 de Outubro de 2013.</p>
<p>Leia <a href="http://www.algarveexpress.pt/?p=16032" target="_blank">aqui</a> a entrevista a Maria Joaquina Matos que publicámos em Novembro de 2016.</p>
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		<title>Legislativas 2015: PS vence em Lagos e abstenção chega perto dos 50%</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2015 20:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Partido Socialista venceu no concelho de Lagos com uma margem inferior a 10%, face à Coligação Portugal à Frente (PàF), o grande vencedor destas Legislativas 2015. Analisados os números, no concelho de Lagos a abstenção atinge quase os 50%, isto é, menos de metade dos eleitores inscritos se dirigiram às urnas para depositar o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Socialista venceu no concelho de Lagos com uma margem inferior a 10%, face à Coligação Portugal à Frente (PàF), o grande vencedor destas Legislativas 2015. <span id="more-13844"></span> Analisados os números, no concelho de Lagos a abstenção atinge quase os 50%, isto é, menos de metade dos eleitores inscritos se dirigiram às urnas para depositar o seu voto.  </p>
<p>Veja aqui os <a href="http://www.algarveexpress.pt/?p=13856" target="_blank">Resultados totais do Concelho de Lagos</a><br />
Veja aqui os <a href="http://www.algarveexpress.pt/?p=13859" target="_blank">Resultados totais freguesia a freguesia do Concelho de Lagos</a></p>
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		<title>As causas da oposição</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 03:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vivemos tempos conturbados. Com casos sucessivos de investigação de corrupção e outros crimes adjacentes, que atingem as estâncias mais altas da administração ou de quem ocupou o poder, o cidadão mais anónimo pergunta-se o que mais poderá ainda acontecer. São por demais as situações que atingem instituições e aqueles que têm vindo a penalizar quem, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos tempos conturbados. Com casos sucessivos de investigação de corrupção e outros crimes adjacentes, que atingem as estâncias mais altas da administração ou de quem ocupou o poder, o cidadão mais anónimo pergunta-se o que mais poderá ainda acontecer. São por demais as situações que atingem instituições e aqueles que têm vindo a penalizar quem, com uma vida honesta, passa os dias a trabalhar. É difícil que alguém possa aceitar tanto imposto, tantas taxas e um infindável número de penalizações para pagar as loucuras, os excessos e as extravagâncias de altas figuras e instituições.<span id="more-10288"></span></p>
<p>Quando já esperávamos que a experiência de trás impossibilitasse novos casos ou situações, eis que novas notícias fazem questão de nos abalar e de continuar com o desfiar de episódios surpreendentes. Numa breve enumeração, temos presente o BPN, o BPP, a SLN, a Operação Furacão, a Face Oculta, os Submarinos, o BES, os Vistos Gold e, para culminar, o que acaba de acontecer com José Sócrates.</p>
<p>Perante esta abundância de casos conhecidos e dos que, na sequência do BES, poder-se-ão vir a conhecer, não admira que a actividade política, apesar de congressos ou outras actividades programáticas, esteja a esmorecer. E uma democracia a funcionar, para além das instituições, pressupõe a existência de uma oposição actuante e com um papel determinante na nossa vida diária. Mas não é o que vemos. Primeiro, foram meses a fio a ver desfilar uma campanha e tudo o mais que aí acontece para se determinar uma liderança PS. E quando tudo se encaminhava para a apoteose final, uma prisão vem refrear os ânimos e criar a maior contenção. De repente, a oposição vê-se tolhida e remetida para as suas trincheiras internas.</p>
<p>Em face do novo contexto que estamos a viver, não admira que toda a estratégia política, independentemente dos partidos em causa, se esteja a reestruturar. E o que acontece a nível nacional, tem óbvios reflexos também a nível local. Por aqui tudo se começa a mexer quando em causa está uma eleição ou um novo mandato se avizinha. Fora destas épocas de maior agitação, praticamente não há movimentação. As causas parecem desaparecer até que as disputas internas e externas comecem a quebrar a sonolência instalada e uma demissão enraizada em todas as estruturas políticas.</p>
<p>É o que se observa pelo país adiante e com particular incidência por estas paragens de Lagos. Após as eleições, as causas parecem ter desaparecido e o nosso panorama político caído na sua habitual pacatez. Fora de algumas picardias na Assembleia Municipal, as causas da oposição, com excepção de uma, parecem não ter existência ou alguma pertinência digna de registo ou, pelo menos, que se veja.</p>
<p>A que veio á luz do dia e com alguma visibilidade teve a ver com a polémica da concessão da limpeza da cidade. Trata-se, de facto, de um problema que tem vindo a piorar e que, decididamente, haveria que alterar. O problema é saber-se se esta alteração, de adjudicação a uma firma diferente, pressupõe uma cidade mais limpa, mais atraente e mais asseada. Assim não o entendeu a oposição. Apostada na continuação, elegeu esta adjudicação como um dos principais estandartes a levantar e como um dos trunfos do seu combate político. E os argumentos a que tentou deitar mão resumem-se aos dos números da adjudicação. A firma que, há anos, tinha a incumbência da limpeza da cidade, com uma proposta de mais cem mil euros em relação à que viria a vencer, acabou por perder. Mas esse acto de gestão não foi suficiente para convencer a oposição. Apoiada no facto de a firma vencedora ter proposto um valor inferior ao caderno de encargos, apostou na manutenção transformando este processo na principal causa da oposição.</p>
<p>Com o combate político algo agitado por causa desse concurso, várias estâncias superiores foram consultadas para se tentar anular todo o processo. Mas eis que o Tribunal de Contas decide sancionar essa adjudicação sem qualquer reparo ou chamada de atenção. E perante este aval tão declarado, a oposição começou a baixar o tom e a dar por perdida uma causa que lhe era querida. De um momento para o outro, tudo volta á normalidade com a oposição a ficar sem causas a que se agarrar e com tudo a voltar à sonolência habitual.</p>
<p>E poder-se-ia ir bastante mais além no combate político a desenvolver e em tudo o que ainda se poderia fazer? É evidente que sim. Para além dos problemas formais, haverá muito mais a que a oposição se poderá agarrar para cumprir a sua missão. Com a cidade desmazelada, suja e maltratada, ter-se-á de ver se esta adjudicação vai alterar ou não a presente situação. E para isso ter-se-á de esperar para se dar o benefício da dúvida. Mas para além da vigilância que é preciso ter em relação à limpeza, ao asseio e à preservação do concelho em geral e da cidade em particular, muito mais há ainda a fazer. Para não sairmos deste contexto, a conservação e preservação dos nossos espaços públicos tem de ser uma tarefa diária e que não se pode protelar. E o que vemos são ruas esburacadas, passeios deformados, lâmpadas fundidas, fontes a verter e a água a escorrer pelos passeios adiante, caminhos rurais intransitáveis e muitas outras situações esquecidas ou relegadas para um plano secundário. Pese embora os constrangimentos financeiros, a cidade não pode ser abandonada ou deixada à sua sorte. Há todo um trabalho de manutenção e de conservação a desenvolver que parece não existir.</p>
<p>É verdade que estes são os problemas com que tropeça quem caminha pelas ruas todos os dias. Mas há outros que poderíamos chamar como o da revitalização do centro histórico, da sua animação ou da coesão social. Este último, já de mandatos anteriores, tem vindo a ser descurado e é urgente que possa ser agarrado. Sabemos que Lagos é uma cidade com uma população de proveniências diversas e das culturas mais díspares. Nesta diversidade assenta a sua riqueza social e mesmo cultural. Mas é fundamental criar espaços de coesão e de integração. O sentimento de pertença é um valor a criar e a fomentar para se evitar a “guetização”. E este é um trabalho a desenvolver pelo poder e sem se prescindir da contribuição da oposição.</p>
<p>As causas a que se deveria deitar mão por parte do poder e da oposição são muitas e diversificadas. Mas parecem esquecidas ou adiadas no tempo. E para além da adjudicação da limpeza da cidade, há muitas outras causas que a oposição deverá agarrar e chamar para a sua agenda diária. É que sem a sua voz ousada e a sua intervenção determinada, a democracia começa a definhar com o poder a deixar-se adormecer.</p>
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		<title>PS e PSD de Lagos – Estratégias diferentes com os mesmos resultados</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Mar 2014 22:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há meio ano que as eleições autárquicas animaram o panorama nacional e, como sempre acontece, tiveram uma incidência específica no panorama local. Para além do folclore que sempre lhes está associado, os movimentos partidários que as antecedem são pródigos em episódios que as ficam a marcar e, passado esse momento tão característico, tudo volta ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há meio ano que as eleições autárquicas animaram o panorama nacional e, como sempre acontece, tiveram uma incidência específica no panorama local. Para além do folclore que sempre lhes está associado, os movimentos partidários que as antecedem são pródigos em episódios que as ficam a marcar e, passado esse momento tão característico, tudo volta ao seu estado habitual.<span id="more-7323"></span></p>
<p>Foi o que aconteceu nas últimas eleições autárquicas com um fenómeno novo a aparecer e a deixar a sua marca nos anos que se avizinham. O surgimento, em número significativo, de listas de independentes e a sua representação no panorama autárquico a nível nacional parecem querer abrir um capítulo que vai perdurar. E o que acontece pelo país adiante, em Lagos não é excepção; mas com um senão. Por estas paragens, à semelhança da partidocracia tradicional, também os independentes, após as autárquicas, se evaporaram e se remeteram à sua representação formal sem esse trabalho político que se requer, no dia a dia, com a população a nível local. A novidade que nos poderiam trazer, era fazer diferente e desenvolver um trabalho abrangente ao longo de todo o mandato. Sem esse trabalho com a população e sem uma efectiva implantação, o mais certo é que se venham e eclipsar quando, de novo, todos formos chamados a votar.</p>
<p>Quem não traz qualquer novidade ao espaço político de Lagos são os partidos do arco do poder que só se movimentam quando em causa está a luta para o alcançar para depois hibernarem e se distanciarem dos problemas do cidadão. É o que se passa com o PS e com o PSD a marcarem apressadamente posição com o objectivo de encarar uma eleição ainda longínqua no horizonte.</p>
<p>Foi o que aconteceu com as duas listas do PS à comissão política de Lagos. Cada uma pôs em marcha um movimento que visava arregimentar votos de rostos que há muito não se viam nem apareciam em quaisquer lides político-partidárias. Mas como há quatro anos pela frente e como os vencedores seriam os que teriam na mão a decisão sobre os futuros líderes autárquicos, tudo foi feito para não se perder essa corrida que, no futuro, poderá abrir os corredores do poder. E com a estratégia de a todos arregimentar e até de percorrer vales e planícies para trazer muitos a votar que já não conheciam a sede partidária, a lista oposta ao poder acabou por vencer para, com o secreto desejo, ditar as suas leis numas futuras autárquicas. Este ajuste de contas, embora distante, já se começa a sentir em disputas verbais que põem em confronto</p>
<p>estes grupos rivais que emergem no interior do PS. Mas para o exterior, o grupo vencedor começou a espalhar um sentimento de aglutinação dirigido a todos os que, pelos mais diferentes motivos, ficaram fora da eleição para as autárquicas. Logo após a vitória, a lista vencedora pôs a correr que era preciso contar com todos os que, mesmo correndo por outras forças partidárias opostas ao PS, quisessem voltar. Mas com tanto acolhimento e com todo o alargamento aos refractários, nada de novo se viu e o partido, desde as autárquicas para cá, praticamente não se mexeu. Para além das escaramuças verbais entre os grupos rivais, a cidade a nada assistiu e o concelho mais nada viu. E há problemas a reflectir que mereceriam debates alargados para se auscultar a população e para se lhe dizer que não se conta com ela apenas quando há alguma eleição. Entre os problemas a destacar há a dívida da Câmara e a estratégia a tomar para se vir a pagar, o problema da possível penalização de mais de milhão e meio das finanças municipais, o futuro das empresas municipais, a saúde que temos, a que poderíamos ter e a que ainda poderemos vir a alcançar, a forma de revitalizar a cidade e de incrementar e qualificar o nosso turismo, o fomento de actividades económicas tradicionais de uma forma integrada e associada ao turismo, o fomento, reabilitação e divulgação do nosso património histórico, cultural e ambiental. Muitos outros se poderiam debater com a população para além dos momentos em que a propaganda intensa nos confronta com qualquer eleição. E este seria um trabalho político que as forças partidárias locais seriam chamadas a desenvolver para respeitarem a população e merecerem o seu respeito. Mas como este PS de Lagos é de uma facção diferente da que se encontra na Câmara, embora use como estratégia a aglutinação, o resultado, ao longo do tempo, e já conta com seis longos meses, é o da inacção.</p>
<p>O PSD também entrou em eleições após as autárquicas. Mas como os estatutos, ao contrário do que acontece no PS, não foram alterados, a eleição da sua comissão política tem que se limitar a apenas dois anos. E, por isso, os que estão no poder seguiram uma estratégia diferente para o poderem manter. Enquanto a comissão política do PS se vai estender até às autárquicas e a decisão, seguramente, passará pela sua mão, já no PSD outras eleições vou acontecer e, por isso, a estratégia foi diferente a percorrer. Em vez de abrangência e aglutinação, deu-se lugar a uma separação das águas. Os que directa ou indirectamente se associaram a outras candidaturas foram impedidos de concorrer e, dessa forma, ficaram de fora. Com esta exclusão, é possível que se crie desmotivação até para o acto eleitoral futuro. E as longínquas eleições autárquicas que hão-de vir, estarão sob a tutela de quem continua a dirigir o futuro do PSD em terras de Lagos. Uma estratégia diferente mas que, ao longo destes seis meses, acaba por ser convergente. Basta que olhemos para os dados ou nos fixemos nos seus resultados. Facilmente chegamos à mesma conclusão; a da inacção como acontece no reino do PS. Os grandes temas que afligem a comunidade lacobrigense e que mereceriam debate e reflexão parece que estão a ser</p>
<p>propositadamente retirados da vida do cidadão. É o que o dão a entender os dois partidos do arco do poder.</p>
<p>PS e PSD, apesar do período difícil que estamos a viver e da necessidade de se contribuir para um debate e reflexão em busca das melhores soluções, refugiam-se no seu tacticismo que visa a distribuição de lugares para cada um dos membros que compõem a facção que tomou conta dos destinos próximos ou mais distantes do próprio partido. É por isso que ousamos dizer que, com estratégias diferentes, os resultados acabam por ser os mesmos. </p>
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		<title>Lagos: Lar Residencial do CASLAS continua a funcionar abaixo da sua capacidade</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Mar 2014 19:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O CASLAS (Centro de Apoio Soial Lucinda Anino dos Santos, em Lagos) foi fundado em 1931. Dispõe actualmente de várias valências: jardim de infância e creche. Lar de infância e juventude, centro comunitário, centro juvenil e unidade de apoio a pessoas com deficiência. Esta última valência está organizada em três unidades distintas e complementares: Lar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O CASLAS (Centro de Apoio Soial Lucinda Anino dos Santos, em Lagos) foi fundado em 1931. Dispõe actualmente de várias valências:  jardim  de  infância e creche. Lar de infância e juventude, centro comunitário, centro juvenil e unidade de apoio a pessoas com deficiência.<span id="more-7125"></span></p>
<p>Esta última valência está organizada em três unidades distintas e complementares: Lar Residencial, destinado a pessoas com deficiência motora, de ambos os sexos, dos 16 aos 55 anos, que necessitam de apoio nas suas actividades da vida diária; Centro de Actividades Ocupacionais, que tem como objectivo permitir às pessoas com deficiência motora grave ou moderada realizar um conjunto de actividades que contribuam para melhorar o seu bem estar; e Unidade de Reabilitação Profissional, que dá resposta ao nível da formação e integração profissional de pessoas com deficiência.</p>
<p>O Lar Residencial tem capacidade para receber 40 utentes, dispondo de 20 quartos duplos, sala de convívio, enfermaria, refeitório e lavandaria. Contudo o acordo com a Segurança Social apenas contempla 30 utentes, pelo que o Lar Residencial do CASLAS está a funcionar abaixo da sua capacidade.</p>
<p>Há cerca de dois anos, o CASLAS apresentou à Segurança Social um pedido de alteração do acordo, para que este passasse a contemplar 40 utentes no Lar Residencial. A Segurança Social ainda não respondeu. E, actualmente, existe já uma lista de espera com mais de 20 pessoas com deficiência que aguardam uma vaga no Lar Residencial.</p>
<p>O PCP de Lagos, considerando esta situação e &#8220;esta atitude da Segurança Social inadmissível&#8221; e considerando igalmente que &#8220;ao não dar resposta a este problema, o Governo está a desrespeitar a sua obrigação, consagrada no artº. 71º. da Constituição da República, de realizar uma politica de reabilitação e integração das pessoas com deficiência e de apoio às suas famílias e a assumir o encargo da efectiva realização dos seus direitos&#8221;, decidiu apresentar uma proposta, na passada reunião de Câmara, de 5 de Março. A proposta recomendava que a autarquia exigisse ao Governo uma tomada de medidas urgentes para alterar o acordo existente entre a Segurança Social e o CASLAS de forma a permitir que seja abrangida a totalidade da capacidade instalada do Lar Residencial Casa de Santo Amaro de apoio a pessoas portadoras de deficiência.</p>
<p>A proposta viria a ser reprovada pela maioria PS do executivo camário lacobrigense.</p>
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		<title>Eleições põem a nu divisões no interior do PS de Lagos</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Nov 2013 21:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Passaram já as eleições autárquicas. E estas, em Lagos, ditaram a continuidade do PS no poder, embora com uma equipa renovada e apostada em inaugurar um novo ciclo político. Apesar da vitória ser segura e de obter maioria na Câmara, requer que os novos eleitos estabeleçam uma nova relação com a população e até introduzam [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Passaram já as eleições autárquicas. E estas, em Lagos, ditaram a continuidade do PS no poder, embora com uma equipa renovada e apostada em inaugurar um novo ciclo político. Apesar da vitória ser segura e de obter maioria na Câmara, requer que os novos eleitos estabeleçam uma nova relação com a população e até introduzam outros princípios na sua gestão. Não foi por acaso que mais de dois mil votos se perderam e procuraram novos intérpretes políticos.<span id="more-5124"></span></p>
<p>Com estes sinais a fazerem-se sentir, a nova equipa já se encontra a gerir os destinos do município. Para trás, seria de esperar, ficariam as disputas e algumas lutas internas próprias da preparação de quem se posicionava para disputar uma eleição. E, como sempre acontece em circunstâncias como estas, há os que são escolhidos e os que são preteridos. Mas passado este período de alguma agitação, outro lhe sucederia de acalmia e ponderação.</p>
<p>Era o que seria de esperar no PS de Lagos. Com uma equipa renovada à frente da Câmara de Lagos, seria de esperar que o partido, uma vez mais, cerrasse fileiras para funcionar como guardião e respaldo político dos novos eleitos locais. Mas o partido vencedor das eleições, em vez de se apresentar no seu todo como estrutura de apoio, faz questão de evidenciar a divisão que grassa no seu interior. E, pior ainda, tenta começar a remexer com as contas do passado para as projectar no futuro.</p>
<p>É o que se começa a ver com as movimentações e com as aparições de muitas das posições de problemas não resolvidos e que, pelo que se vê no terreno, estão a ser ressuscitados e prolongados no tempo. As listas que se estão a forjar para a comissão política local são a demonstração de que muitos dos problemas passados continuam presentes e a movimentar muitos dos seus agentes internos.</p>
<p>À partida, seria de saudar todas as propostas que se queiram apresentar e contribuir com visões diferentes para problemas cada vez mais prementes como os que dizem respeito à nossa vida colectiva. E como é na diversidade que se constrói uma democracia sólida e madura, seria de estimular todas as novas propostas bem como os seus intérpretes. Mas não é bem isso o que se está a verificar.</p>
<p>Os problemas do passado estão a determinar a forma de actuar no presente. E mais do que propostas diferentes e abordagens não convergentes, o que se está a verificar é um ajuste de contas. Quem não conseguiu entrar ou almejar a posição que ambicionava para um determinado cargo político faz questão de, numa medição de forças internas, mostrar que ainda pode condicionar os que acabaram de aceder ao poder.</p>
<p>Com este quadro por diante, duas listas se posicionam para disputar a Comissão Política do PS de Lagos. E pelo que se vê no terreno, os elementos de cada facção vão-se recrutando em função da posição que alcançaram ou ambicionaram no decurso da preparação das eleições de 29 de Setembro. É o que se pode observar com nomes a formar uma espécie de oposição à orientação que os novos responsáveis autárquicos pretendem imprimir ao município. E entre eles há destacar figuras como a de Márcio Viegas. Mas mais do que este jovem quadro do PS, outros, como António Marreiros, Livónia Xavier ou Paulo Morais dão todo o significado a esta lista que se quer apresentar diferente baseada no seu passado recente.</p>
<p>Pelas bandas do actual poder, também uma lista se está a perfilhar. E terá como líder Paulo Morgado. Se este não avançar, será Paulo Jorge dos Reis, actual vereador, que ocupará o lugar. Outros se seguirão para lhe dar continuação numa espécie de filme em rotação sucessiva. E, neste particular, convém dizer que o actual poder, mesmo com todas as cautelas que possa ter, deverá proceder a uma significativa renovação da sua base social de apoio, quer dentro, quer fora de portas.</p>
<p>Bem vistas as posições, uma lista à Comissão Política do PS de Lagos vem do passado e quer mostrar o seu desagrado por ter perdido o poder. Mas mesmo com essa perda, quer ter uma palavra a dizer e condicionar os actuais detentores do poder. E, neste caso, o partido em vez de funcionar como respaldo e suporte político dos seus autarcas, em Lagos, vai-os constantemente confrontar com a sua actuação e exercer uma espécie de oposição não declarada.</p>
<p>Para enfrentar os detractores internos, a lista de Paulo Morgado ou de Paulo Jorge dos Reis deveria ser mais aguerrida e mostrar outra vida. Mas a acomodação e o imobilismo não auguram nada de bom em termos de vitalidade, de debate interno e de contribuição para a dinamização do partido e da própria cidade.</p>
<p>Em face do que temos pela frente, vamo-nos deparar, independentemente dos resultados que se venham a verificar, com um PS mais interessado em ajustar contas com o passado. A sua missão de bastião, face aos movimentos de oposição que venham de forças políticas contrárias, esbater-se-á e perderá toda a sua eficácia. E nesta fase da vida política local, é mais do que evidente que o executivo da Câmara Municipal tem por diante uma missão bem difícil. Para a desempenhar com sucesso terá de contar com a colaboração de todas as suas estruturas internas. E a partidária é fundamental como suporte político face aos ventos da oposição que a vão fustigar e tentar causar estragos em algumas das suas brechas. E a brecha maior, com ou sem alarido, começa a verificar-se no interior do próprio partido. </p>
<p><strong>Texto publicado originalmente em 12 de Novembro de 2013 às 16:55</strong></p>
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