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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; rótulos</title>
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		<title>Consultório DECO: Alegações de Saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2013 18:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Deco]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[“Ouvi falar de novas regras nos rótulos dos alimentos. De que se trata?” A DECO INFORMA… A Comissão Europeia aprovou a lista de alegações nutricionais e de saúde, mensagens que sublinham um benefício resultante do consumo de certo alimento. Este regulamento pretendeu impor ordem na exaltação das propriedades dos alimentos, de que os fabricantes abusavam [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Ouvi falar de novas regras nos rótulos dos alimentos. De que se trata?”</strong><span id="more-5906"></span><br />
<strong><br />
A DECO INFORMA… </strong></p>
<p>A Comissão Europeia aprovou a lista de alegações nutricionais e de saúde, mensagens que sublinham um benefício resultante do consumo de certo alimento.</p>
<p>Este regulamento pretendeu impor ordem na exaltação das propriedades dos alimentos, de que os fabricantes abusavam a seu bel-prazer.</p>
<p>A lei segue uma linha de orientação bem precisa: permite apenas alegações comprovadas pela ciência, de modo a evitar mensagens enganosas para o consumidor. </p>
<p>&#8220;A vitamina A contribui para o funcionamento normal do sistema imunitário&#8221; e &#8220;o cálcio é necessário para a manutenção dos ossos e dos dentes&#8221; são exemplos das alegações de saúde mais recentemente autorizadas.</p>
<p>O legislador também pretendia que estas alegações se restringissem a alimentos nutricionalmente interessantes, pelo que previu a fixação dos chamados perfis nutricionais até Janeiro de 2009.</p>
<p>Estes deveriam definir os critérios a respeitar pelos alimentos para poderem ostentar alegações nutricionais ou de saúde. Já passaram cinco anos e a Comissão Europeia ainda não definiu os perfis dos alimentos em que podem ser usadas. Urge definir estes perfis, para </p>
<p>garantir que apenas os produtos nutricionalmente interessantes possam exibir as alegações nos rótulos.</p>
<p>A Comissão Europeia deve acelerar também os pareceres sobre as alegações a usar em produtos com substâncias à base de plantas, para evitar que cada fabricante prometa o que bem entende.</p>
<p>As alegações autorizadas e não autorizadas constam no Registo Europeu, no sítio da Comissão Europeia (http.//eu.europa.eu//nuhclaims), em inglês. A tradução para a nossa língua é indispensável para permitir a informação a todos os portugueses.</p>
<p>A lei é aplicável desde Junho, mas alguns fabricantes teimam em alegações não autorizadas. É precisa uma fiscalização eficaz da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.</p>
<p>Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor – DECO<br />
Rua Dr. Coelho de Carvalho, n.º 1 C<br />
8000-322 Faro<br />
Tel. 289 863 103 – Fax 289 863 108</p>
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		<title>Bebidas energéticas</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 18:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Quando está em época de estudo o meu filho está sempre a pedir-me para comprar bebidas energéticas para o ajudar a ter mais energia. Será que as bebidas energéticas têm algum interesse nutricional?” ​A DECO INFORMA… Não. A maioria fornece elevadas quantidades de cafeína e açúcares, que, em excesso, podem ser prejudiciais para o organismo. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Quando está em época de estudo o meu filho está sempre a pedir-me para comprar bebidas energéticas para o ajudar a ter mais energia. Será que as bebidas energéticas têm algum interesse nutricional?”</strong> <span id="more-376"></span></p>
<p>​<strong>A DECO INFORMA…</strong></p>
<p>Não. A maioria fornece elevadas quantidades de cafeína e açúcares, que, em excesso, podem ser prejudiciais para o organismo. Os restantes componentes, como vitaminas e minerais podem obter-se facilmente através da alimentação, de forma mais saudável e barata.</p>
<p>Estes produtos dizem-se especialmente concebidos para momentos de grande esforço físico e mental. Prometem mais concentração, vigor, poder, energia e velocidade de reacção. Anunciam-se como poção energética secreta capaz de proporcionar uma potência incomparável. São as chamadas bebidas energéticas ou estimulantes, que tem a cafeína como principal componente activo, ao qual juntam uma série de outros compostos: taurina, glucoronalactona, guaraná, hidratos de carbono, vitamina, minerais e muito açúcar. Estes produtos podem ser perigosos, se consumidos com objectivos errados, como reduzir os efeitos de uma embriaguez, ou por grupos mais sensíveis, incluindo adolescentes. Consumi-los em quantidade excessiva, por exemplo, para afastar o sono numa noitada de estudo, também pode ser prejudicial. No final do ano passado, por exemplo, uma destas bebidas esteve envolvida em polémica, depois de um alerta de pais e professores de uma escola básica de Almada, que a associaram a alterações de comportamento em crianças e adolescentes. Na altura, a Direcção-Geral da Saúde apressou-se a lançar alertas na comunicação social sobre o consumo elevado de cafeína pelos jovens e respectivas consequências, como irritabilidade, insónia e aumento da pressão arterial. Contudo, os referidos produtos continuam a ser produzidos e vendidos sem uma lei específica. Alguns países são bem mais cuidadosos nesta área: a Dinamarca, por exemplo, proibiu a comercialização das bebidas energéticas e a Suécia interditou a venda a menores de 15 anos, além de obrigar os fabricantes a incluir alertas de segurança nos rótulos.</p>
<p>Assim deixamos o alerta para o consumo moderado ou reduzido destes produtos, principalmente pelos mais jovens, uma vez que contêm elevados teores de açúcar e cafeína.</p>
<p>DECO &#8211; Delegação Regional do Algarve<br />
R. Rasquinho, n.º 19 8000-416 Faro<br />
Tel.: 289 863 103<br />
Fax: 289 863 108<br />
E-mail: deco.algarve@deco.pt</p>
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