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	<title>Jornal Diário Algarve Express &#187; sonhos</title>
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		<title>&#8220;Sonhos de Emigrante &#8211; À Janela da Vida, vol.II&#8221; de Clementino Baeta</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 09:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Rodrigues</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Clementino Domingos Baeta nasceu em São Lourenço de Almancil (13 de Janeiro de 1913). Cresce num contexto de sensibilidade ao canto, à música, ao teatro, à poesia e tem o privilégio de <span id="more-1288"></span>uma relação muito próxima com António Aleixo: desde muito cedo, os dois se reconhecem e afeiçoam um ao outro. Quando se apaga o patriarca das letras populares (1950), são decorridos 22 anos de contacto e, aos 11 anos, Baeta já tem o avale prometedor da parte de Mestre Aleixo. </p>
<p>Emigra, aos 34 anos, para Venezuela, à procura de trabalho e está de regresso aos 59. Reassume o seu lugar nas tertúlias, rodeiam-no felizes os velhos companheiros que o têm como o maior depois de Aleixo: surpreende-o de imediato J. Ruivinho Brazão, envolvido na pesquisa da poesia popular de autor. Oito anos decorridos de estreito contacto, sobrevém inesperada a morte do aedo (27 de Fevereiro de 1988), preparado que era o volume I da obra poética (editado em 1990).</p>
<p>“Sonhos de Emigrante – À Janela da Vida, vol. II” são 288 páginas, distribuídas por sete capítulos, onde se relevam: o canto épico do emigrante; o canto da liberdade, da mulher e do amor, da poesia e do poeta e o elogio do Mestre Aleixo; a sapiência colhida entre a chegada e a partida; o canto da festa, do trabalho, da vida. Proclama, enfim, os valores intemporais do homem e tece o elogio dos valores nacionais e da sua terra. O poeta de Almancil insere-se nos princípios que regem a nossa tradição poética popular: abre-se, porém a novos caminhos de expressão e sabe conciliar, em poesia, obediência e criatividade.</p>
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