A situação melhora relativamente às sete concessionárias ex-SCUT (sem cobrança ao utilizador), em que a taxa de cobertura média se fixou em 33% no final dos primeiros nove meses deste ano, tendo subido cinco pontos percentuais (17,8% de variação percentual) face aos 28% de taxa de cobertura verificados no período homólogo de 2013. “Apesar dos bons resultados alcançados pela renegociação dos contratos com a diminuição dos encargos, estes continuam a ter um peso demasiado elevado face às receitas obtidas. As receitas de portagens das ex-SCUT nos primeiros nove meses deste ano ascenderam a 167,1 milhões de euros, mais 9% que no período homólogo do ano passado, com um crescimento mais acentuado, na casa dos 18%, na Via do Infante, para 22 milhões de euros.






