Nos últimos seis anos, número de trabalhadores por conta de outrem baixou para 3,6 milhões. É uma quebra de 8,5%. A grande fatia dos que desapareceram das estatísticas tinha salários baixos. Reformaram-se ou emigraram. A esmagadora maioria ganhava até 600 euros por mês. Explicação: o impacto da crise nos sectores de baixos salários, nomeadamente na construção, empurrou muita gente para a reforma ou para a emigração.
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