Depois da queda de 8,7% registada o trimestre anterior, a subida do indicador entre Janeiro e Março reflecte o efeito conjugado dos aumentos de 4,3% nos custos salariais e de 3,2% nos outros custos, refere uma nota do INE. A explicar a variação há ainda a registar o efeito conjugado do acréscimo de 2,2% dos custos médios do trabalho e da descida de 1,9% no número de horas efectivamente trabalhadas. Nas actividades do sector privado da economia, o índice cresceu 4,5%, devido à subida de 4,9% dos custos salariais, por efeito de aumentos nos salários base, prémios e subsídios regulares, sublinha o INE.







