Para a OCDE, o caminho deverá passar, por um lado, por uma “maior redução da taxa efectiva do imposto sobre as empresas [IRC - Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas], ao mesmo tempo que se alarga a base de incidência” deste imposto e, por outro lado, pelo alargamento do âmbito da taxa normal do IVA [Imposto sobre o Valor Acrescentado]“, de 23%.
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