O Governo propõe-se dar um apoio máximo de 500 euros aos desempregados e de 87,5 euros aos trabalhadores no activo para frequentarem acções de formação à sua escolha e dentro das prioridades definidas anualmente pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Neste caso, o apoio a atribuir por trabalhador “considera o limite de 25 horas e um valor hora de 3 euros ou de 3,5 euros, num montante máximo de 75 euros ou de 87,5 euros, sendo que o financiamento é circunscrito a 90% do valor ou custo total da acção de formação”.
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