O sistema bancário teve de reconhecer, entre 2008 e 2014, cerca de 40 mil milhões de euros de imparidades, ou seja, de perdas ou desvalorização de activos em carteira, segundo o Banco de Portugal. O desafio da supervisão é o de não cair na ilusão de que as instituições são virtuosas e assentam em valores e princípios que visam o equilíbrio dos diferentes interesses em presença e, sobretudo, o interesse geral.
Etiquetas: bancos






