A Inspecção Geral das Finanças (IGF) detectou um total de 45,7 milhões de euros em processos irregulares da administração pública em 2014 e propôs alterações que podem levar a poupanças de 627 milhões de euros aos cofres do Estado. Estes números correspondem a 374 acções de controlo financeiro junto de 451 entidades: 235 da administração central do Estado, 99 do sector público empresarial, 86 da administração regional e local e 31 do sector privado. Em causa estão irregularidades como a falta de visto prévio do Tribunal de Contas de contratos, a falta de pareceres prévios vinculativos da tutela governativa ou a luz verde do Ministério das Finanças na contratação de serviços, além de não se recorrer a compras públicas centralizadas.






