O FMI alerta que para o défice ficar nos 2,2% previstos pelo governo serão necessárias medidas adicionais. Sem estas, o défice ficará nos 2,9% do PIB este ano, acima da meta do Governo, diz a organização, defendendo por isso um “plano de contingência” que inclua adiar o fim dos cortes salariais e da sobretaxa. Para o FMI, esse plano deve “implicar a reversão de algumas medidas tomadas com o OE2016″, nomeadamente a redução trimestral (até à sua extinção em Outubro) do corte aplicado aos salários da Função Pública, que “precisariam de reconsideração”.






