Há cada vez menos pessoas a descontar para a Segurança Social. Por outro lado, o número de pensionistas não pára de subir. Os efeitos da crise e do envelhecimento da população voltam a colocar no centro das atenções a questão da sustentabilidade da Segurança Social. No final de um mês de trabalho os portugueses descontam 11 por cento do salário bruto para a segurança social e assim estão a contribuir para o sistema. Em Junho deste ano, não chegaram a três milhões de trabalhadores que o fizeram, nunca foram tão poucos. No mês de Junho, já havia mais de dois milhões de pessoas a receberem pensões de velhice, entre os quais cerca de 711 mil com pensões de sobrevivência e 270 reformadas por invalidez.







