O número de cartões de crédito activos caiu 35,6% no ano passado, por causa do grande número de transferências na emissão de cartões (os que antes eram emitidos como cartões de crédito – de débito diferido – são agora classificados como cartões de débito). Com a mudança, os cartões de débito passaram de 10,2 milhões para 13,5 milhões, enquanto os de crédito estão agora nos 5,9 milhões, contra 9,2 milhões em 2012. O valor médio por transferência a crédito manteve-se estável. Se, em 2012, o montante era de 1221,6 euros, no ano passado, a média subiu apenas três euros (0,2%), para 1224,6 euros. Já nos débitos directos, a transacção média foi de 130 euros em 2013, quando no ano anterior estava em 135,9 euros, uma diferença de 5,9 euros que equivale a uma queda de 4,3%.
Enquanto as transferências a crédito atingiram os 140 mil milhões de euros no conjunto do ano – sendo as que mais cresceram (6,2% em relação a 2012) –, os débitos directos ascenderam a 18.400 milhões de euros, aumentando 1,4% em relação ao ano anterior. Em queda continua a utilização de cheques. A diminuição aconteceu tanto na quantidade utilizada, como no montante global transaccionado, com descidas de 14,4% e 13%, respectivamente. O número de cheques liquidados caiu para 56.518 milhões, com o montante associado a ficar-se pelos 119.902 milhões de euros.
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